sábado, 7 de setembro de 2013

FIAT 147 - Uma breve história sobre o primeiro Fiat brasileiro


Primeiro carro produzido pela Fiat do Brasil que abria sua fábrica em Betim (MG), o 147 trazia novo conceito em tecnologia, aproveitamento de espaço e em tempos de crise do petróleo atendia um mercado que exigia um carro econômico, e para provar esse aspecto num de seus comerciais de lançamento, a Fiat exibiu um 147 L atravessando a ponte Rio-Niterói (14 km) com apenas 1l de gasolina. Foi oferecido primeiramente na versão L e GL de motor 1050 e 55cv, posteriormente ganhou versões mais requintadas com motor 1300 61cv; A GLS e o esportivo "Rallye", houve também uma série especial chamada "TOP".



Em seus quinze anos de produção o Fiat 147 passou por duas reestilizações, sem grandes mudanças na carroceria. Na primeira reestilização ganhou uma frente mais baixa com faróis e grade inclinados, no estilo que a marca chamou "Europa" em 1980 e, mais tarde, em 1983, a segunda que foi chamada Spazio, incorporando para-choques de plástico envolventes no estilo alusivo a modelos contemporâneos da marca como o Fiat Ritmo e o lançamento do ano seguinte Fiat Uno. O Spazio foi oferecido nas versões CL, CLS e o esportivo TR substituindo o "147 Rallye", tinha câmbio opcional de 5 marchas.


Teve uma versão picape lançada em 1978, a princípio chamada de Fiat 147 Pick-up. Em 1982, ganhou plataforma igual a da Panorama e passou a se chamar Fiat Fiorino. Na mesma época, foi lançado a versão furgão, que é produzido até hoje, na plataforma do Uno. A perua Fiat Panorama, foi lançada em 1980 e a versão sedã, Fiat Oggi, em 1983. Essas versões tiveram vida curta (apenas até 1986). A versão Hatchback do 147 saiu de linha no Brasil em 1986 sendo substituída pelo Uno, embora o Spazio continuasse sendo montado para exportação até 1993, e o ferramental de produção foi em parte transferido para a Argentina, onde foi montado até 1996. As versões pick-up e furgão (Fiorino) foram substituídos pela plataforma do Fiat Uno em 1988. Foi eleito pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 1978.


Na época seu único concorrente era o Volkswagen Fusca que, tinha um desempenho e consumo inferiores. Porém a mecânica sofisticada do 147 na época demandava mais conhecimentos técnicos para sua manutenção, como a troca mais frequente da correia de distribuição (40.000 km), acarretando sua "má fama" devido a inobservância dos proprietários a esses aspectos. Seu câmbio foi criticado por apresentar maior dificuldade para encontrar as marchas em suas primeiras versões, problema que foi em parte solucionado pela Fiat a partir dos modelos de 1984.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Camaro 2014 - Famoso muscle car norte-americano é apresentado em Nova York com facelift e nova versão

Um dos carros mais amados do mundo, o Camaro é uma ótima opção para atualizar e recomeçar com as postagens do nosso Blog. Essa é uma reportagem do site vrum.com.br, com certeza você irá apreciar.


Um dos principais destaques do Salão de Nova York, aberto na quarta (27) para imprensa e ao público nesta sexta-feira (29), está sendo o Camaro 2014. Foram mostradas três versões do muscle car mais famoso do mundo. A ZL1 conversível, a SS e a Z28 - que faz alusão ao kit de performance introduzido em 1967. 


O ícone norte-americano passou por um facelift, que se resume a um para-choque dianteiro redesenhado, novas lanternas traseiras, grade mais fina e entradas de ar no capô.


O Camaro Z28 vai ostentar um V8 de 7.0 litros LS7 com potência ainda não revelada, mas com "no mínimo 500 cv e 64,9 kgfm de torque", diz a Chevrolet. O modelo também está 45 kg mais leve que a versão SS e 136 kg que a ZL1. O modelo foi feito com foco nas ruas, entretanto a Chevrolet afirma que nos testes em circuito a nova versão foi três segundos mais rápida por volta que o Camaro ZL1. Vale lembrar que o ZL1 é, atualmente, o Camaro mais potente da história, com 557 cv. 

Fonte: http://www.vrum.com.br, reportagem publicada neste site em  28/03/2013

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Reativar logo logo...

Estávamos sumidos, mas voltaremos... Logo virá mais novas matérias especiais sobre carros maravilhosos com histórias fantásticas.. Podem aguardar!!! Peço desculpas pela ausência e confirmo que voltaremos com o que há de melhor no mundo automobilístico.

...AGUARDEM

terça-feira, 11 de junho de 2013

CORCEL II: A SEGUNDA GERAÇÃO DO CARRO DE MAIOR SUCESSO DA FORD NOS ANOS 70 (MATÉRIA DA REVISTA QUATRO-RODAS))

A chegada do Passat, em 1974, expôs de forma dramática a idade do Corcel. Outrora arauto da modernidade, o carro da Ford, lançado em 1968, já entrava na terceira idade e era mantido praticamente com as formas de nascença.


O alarme começou a soar de forma estridente no QG da Ford, em São Bernardo do Campo, ainda no ano anterior, quando o Passat foi apresentado na Alemanha. Não demorou para que uma fila de ávidos compradores se formasse, atraídos pelo VW refrigerado a água de linhas retas e inovadoras. A espera chegava a ser de três meses pelo carro. Com data para ser lançado aqui no ano seguinte, o sucesso do Passat alemão não poderia ser sinal mais claro para que a Ford acelerasse a atualização de seu projeto vencedor. Até então, o Corcel não havia sido ameaçado por outro carro da fábrica líder de vendas no mercado nacional. Afinal, não seria o TL a ter cacife para afrontar o Corcel.


A resposta da Ford demoraria três anos e chegou nas formas retilíneas do Corcel II. No visual, ele representava uma ruptura radical em relação ao modelo original. Mas sua chegada não chegou a impressionar pela beleza das linhas ou pelo desempenho. A própria campanha de lançamento frisava tratar-se de um carro econômico, espaçoso e racional. Segundo o folder de 12 páginas publicado nas principais revistas, seu desenho, traçado em túnel de vento, tinha por objetivo evitar ao máximo a resistência do ar, proporcionando maior economia, apelo forte em tempos de crise do fim dos anos 70.


Dentre as escassas modificações mecânicas ele trazia como opcional a ventoinha com embreagem eletromagnética, sistema que acopla a hélice do ventilador à polia da bomba d'água, no momento em que a temperatura atinge 92 graus Celsius. Aos 87 graus, o sistema desliga-se, aliviando o trabalho do motor, que assim pode empregar os 4 cavalos que seriam usados para movimentar o ventilador para impulsionar o carro. Graças ao dispositivo e à melhor aerodinâmica, o Corcel II atingia 137 km/h - ante os 130 do modelo 1977 - com o velho motor 1.4. Na aceleração o ganho foi igualmente relevante: enquanto o novo Corcel precisou de apenas 20,8 segundos para atingir os 100 km/h, o antigo levou 22,9 segundos. A média de consumo ficou em módicos 12,7 km/l. Com tamanho externo praticamente inalterado, o novo Corcel tinha arquitetura interna superior, fato testemunhado pelas pernas dos passageiros de trás, que contavam com 30 centímetros entre os bancos, mesmo que o dianteiro estivesse totalmente recuado para trás. No fim de 1978 a Ford atendeu o mercado e lançou como opcional o motor 1.6 com 90 cavalos, 28 a mais que o 1.4. Junto com o novo motor veio, também como opcional, o câmbio de cinco marchas.


O bom acabamento dos Ford vivia seus tempos dourados, como se pode ver pelas fotos do modelo 1.6 ano 1980 do médico Sérgio Minervini, versão LDO, top de linha. Havia também o L, mais simples, e o "esportivo" GT. O carro chama atenção pelo revestimento interno monocromático e pelo acabamento cuidadoso. O modelo é da primeira safra dos Corcel a álcool, carro que viria a se tornar referência no uso desse combustível tanto pelo funcionamento confiável como pelo baixo consumo e performance. O Corcel era o único a ter um sistema de partida a frio acionada automaticamente. Nos outros carros era necessário acionar a bomba manualmente. 

O bom acabamento dos Ford vivia seus tempos dourados, como se pode ver pelas fotos do modelo 1.6 ano 1980 do médico Sérgio Minervini, versão LDO, top de linha. Havia também o L, mais simples, e o "esportivo" GT. O carro chama atenção pelo revestimento interno monocromático e pelo acabamento cuidadoso. O modelo é da primeira safra dos Corcel a álcool, carro que viria a se tornar referência no uso desse combustível tanto pelo funcionamento confiável como pelo baixo consumo e performance. O Corcel era o único a ter um sistema de partida a frio acionada automaticamente. Nos outros carros era necessário acionar a bomba manualmente. 


Na edição de novembro de 1980, QUATRO RODAS publicou um comparativo entre as versões gasolina e álcool. No teste de consumo, os números da média ficaram bem próximos, 13,7 e 11,5 km/l, respectivamente. Surpreendentemente, em algumas situações o carro a álcool gastou menos que o movido a gasolina, caso da prova de velocidade constante de 40 km/h. A versão a álcool destacou-se pelo bom torque em baixas rotações. Essa característica foi desenvolvida a partir de uma pesquisa da Ford que revelou que 82% dos motoristas não gostavam de "esticar" as marchas, faziam mudanças num regime inferior a 3500 rpm. Assim como a primeira geração, a segunda também foi longeva e pouco mudou ao longo de sua existência. Os últimos Corcel foram fabricados em julho de 1986 e totalizaram a marca de 1,4 milhão de carros produzidos.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Peel 50 e Peel Trident - Os menores carros produzidos em série do mundo


O Peel P50 é um micro-carro considerado o menor modelo do mundo, fabricado em 1962 pela Manx Peel Engineering Company. Uma fábrica que trabalha com fibra de vidro, produzindo barcos, motos e carros. Dentre os veículos produzidos por ela estão o Manxcar, o Peel P50 , o Trident (uma versão diferenciada com mesmo motor), o BMC BRP mini, o Viking Sport e o P1000.


O Peel 50 foi projetado como um carro para ser usado na cidade e seu slogan era: “one adult and a shopping bag” (um adulto e uma sacola de compras). Detém o recorde de menor veículo em linha de produção, com apenas 1340 mm (53″) de comprimento e 990 mm (39″) de largura, com um peso de apenas 59 kg (132 lb).

Só tem uma porta do lado esquerdo, um único limpador de pára-brisas e apenas um farol. O P50 usou um motor de 49 cc DKW que deu a velocidade máxima de cerca de 61 km/h (38 mph) e foi equipado com uma transmissão manual três marchas. Seu impressionante consumo é de 2,8 litros a cada 100km (35,7 km/l ). Incrível onde ele estaciona o veículo quando chega à BBC e como se usa a marcha-ré. Apesar do pequeno tamanho o Peel P50-rua é legalizado para rodar no Reino Unido.


Futuramente foi lançado também o modelo Peel Trident, que tinha um tamanho um pouco maior e com um teto de vidro em forma de bolha, e conseguir carregar até 2 pessoas.


O Peel Trident foi o segundo micro carro feito pela empresa, produzido em 1964: Este novo modelo tem dois assentos ou a opção de um assento e um cesto de desmontáveis, em vez de o único lugar do anterior Peel P50, embora ele mantivesse um design de três rodas.




O carro também tinha uma clara bolha topo. Ele foi descrito como “disco voador terrestre”. O Trident tem 1830 mm (72″) de cumprimento e 1070 mm (42″) de largura, com um peso de 90 kg (198 lb). Também utiliza um motor de 49cc DKW, mas tem uma maior velocidade final: 75 km/h (46 mph). Foi anunciado que o Trident faz até 40 km/l, “quase mais barato do que a pé”. 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Um clássico: Chevy Impala ’67

Para os fãs do seriado de sucesso norte-americano Supernatural (Sobrenatural), seguem imagens do carro que Dean e Sam Winchester abusam e usam sem dó desde a primeira temporada quando seu pai, John Winchester, saiu à procura do demônio que matou a mãe de seus filhos: o famoso Chevy Impala ’67. Esse é sem dúvida, um dos carros mais desejados para quem é fã de carteirinha do seriado de suspense. Além do mais, o Chevy Impala foi considerado um dos carros mais vendidos na sua época e até hoje é comercializado por altos preços, já que é um ícone para colecionadores e apreciadores de beleza automobilística. Segue agora algumas fotos desse belíssimo carro, inclusive o utilizado na série.




sábado, 1 de junho de 2013

Histórias do Fusca: mais uma postagem que fala um pouco mais da linda história do VW Fusca, o carro mais famoso e amado de todos os tempos

Década de 40...

Término da segunda guerra mundial, a fábrica que estava sendo construída em Hanover, estava quase que inteiramente destruída.  Seus projetistas, ninguém sabia por onde andavam, e de suas versões militares ninguém mais precisara, por pouco não foi o fim do Volkswagen. Até um major inglês redescobrir o Volkswagen. Ivan Hirst resolveu "adotar" o velho Volkswagen, entre os escombros da antiga fábrica, a versão original do VW passou a ser reaproveitada. 


Retomada sua fabricação, o Volkswagen passou a serem utilizados em serviços de primeira necessidade, escassos naquela época, como correio, atendimento médico, etc. Em 1946, portanto um ano depois, já existiam 10 mil Volkswagens sedans em circulação.  Em 1948 existiam 25 mil, sendo 4.400 para exportação. Em 1949 o Fusca já teria seu próprio mercado nos EUA.



Basicamente o fusca até então era um projeto que havia dado certo, até meados de 1956, quase nada havia mecanicamente mudado de seu projeto original. Independente de seu projeto mecânico, a aparência do Fusca haveria mudado bastante.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Dodge Challenger STR-8 2013, super máquina esportiva


O Dodge Challenger 2013 deverá chegar ao Brasil para concorrer diretamente contra o Chevrolet Camaro, esportivo de “baixo” custo que reina sozinho por aqui. A versão deverá ser a topo de linha STR8. O carro possui visual com linhas retrô a fim de trazer o estilo clássico. O Challenger virá juntamente com o Charger, mas o seu apelo é bem mais focado na esportividade. O preço deverá ficar em torno dos R$ 200 mil, assim como o Camaro.


O Dodge Challenger STR8 – versão topo, cogitada para ser vendida no Brasil – já traz de série teto solar elétrico, faróis de xenon, sistema multimídia de 13 alto-falantes Unconnect com interface para iPod e conexão USB, comando de voz e sistema de navegação. O porta-copos duplo é semelhante ao do Charger com iluminação em LED. O que realmente impressiona no interior é todo o visual clássico dos muscle cars da década de 70 e 80, porém com recursos de tecnologia e conforto da atualidade. Um belo reforço da aparência clássica se da pelos bancos em couro com costura dupla.


Os airbags para o motorista e passageiro, assim como os laterais e de crotina, aprimoram a segurança do poderoso Dodge Challenger 2013 STR8. O sistema ABS dos freios esportivos faz sua parte nas freadas bruscas em alta velocidade sem travar a roda. Além de tudo, vem dotado do controle de tração e o controle de estabilidade. Bem mais preciso e confortável, o novo modelo está pronto mesmo para as altas velocidades com a segurança necessária.


Sob o capô do Dodge Challenger 2013 podemos encontrar o poderoso – e famoso – motor HEMI V8 6.4. Esse motor gera 470 cv de potência a 6.000 rpm e torque de 64,9 kgfm a 4.200mrpm. O modelo 2013 está com 45 cv a mais do que a versão anterior. Com isso, omuscle car vai de 0 a 100 km/h em menos de 5 segundos. O motor também é econômico pois utiliza-se do sistema que desliga 4 dos 8 pistões quando não são necessários – esse recurso já é adotado pelo Camaro. Com o câmbio automatizado, disponível na versão top de linha, as trocas de marcha são rápidas e precisas sempre conservando a esportividade.


Por ter um apelo invariavelmente mais esportivo, o Dodge Challenger 2013 acaba sendo desconfortável para uso urbano devido a suspensão esportiva que é naturalmente mais firme. Portanto, não espere ter muito conforto ao andar por ruas mal conservadas, pois os ocupantes irão sentir todas as imperfeições da pista. Felizmente, isso não parece ser um problema para quem procura um carro de 470 cv e aparência retro, certo?

terça-feira, 21 de maio de 2013

A VOLTA DO ESCORT: FORD ESTUDA  SEDÃ PARA O BRASIL

Novo Escort deve ser produzido na Argentina, para enfrentar VW Santana e outros rivais, como Nissan Versa e Chevrolet Cobalt.
por CARINA MAZAROTTO, GLAUCO LUCENA E RICARDO SANT'ANNA

Os sedãs se multiplicaram no Brasil. Depois das categorias básicas (pequenos, médios e grandes), um novo filão apareceu: os sedãs menores que, de tão espaçosos, nem parecem compactos. É o caso de Renault Logan, Chevrolet Cobalt e Nissan Versa, que em breve ganharão um novo rival, o Volkswagen Santana. A boa nova é que a Ford, além de planejar sua entrada no segmento, deverá seguir a mesma filosofia da VW e recuperar um nome de sucesso: Escort.


Apresentado como conceito no Salão de Xangai, na China, o sedã está em estudo para o mercado brasileiro, segundo afirmou uma fonte ligada à montadora no Brasil. Sua plataforma é a do novo Focus. A produção seria na fábrica de Pacheco, na Argentina, a partir de 2015, um ano depois do novo VW Santana nacional. Na fábrica argentina também são produzidos a nova geração do Focus, que será lançada em agosto no mercado brasileiro, além da nova Ranger, já à venda por aqui. No ano que vem, a base do Focus dará origem ao crossover Escape/Kuga, também previsto para o mercado brasileiro.


Na semana passada, em entrevista ao site Auto Express, uma fonte ligada à Ford afirmou que executivos discutem a possibilidade de levar o novo Escort também para a Europa e outros mercados. “Há um lugar no mercado para um carro de baixo custo, abaixo do Focus. A questão seria vendê-lo sem fazer com que a marca Ford torne-se mais atraente”, afirmou.
Fonte:http://revistaautoesporte.globo.com

domingo, 12 de maio de 2013

Ferrari 365 GTB/4 Daytona 1968


Quando foi lançado em 1968, o Ferrari Daytona parecia ultrapassado. Num tempo em que o revolucionário Miura já não era mais novidade, todo mundo esperava que a Ferrari também seguisse o que parecia uma tendência irrevogável: a de motor central-traseiro. Foi um anti-clímax então, quando apareceu esse cupê de motor dianteiro e transeixo traseiro, uma mera evolução do 275 GTB que substituiu. Mas toda essa sensação de decepção acabava quando se dirigia o bicho.

O Daytona era uma declaração clara de um dos mais antigos princípios da Ferrari, e o mantra pelo qual vivia Enzo Ferrari: poder é tudo. O carro veio com um enorme V-12 de 4,4 litros e 352 cv, e uma velocidade final próxima dos 300 km/h. A aceleração era avassaladora, com o zero a 100 km/h chegando em apenas 5 segundos. O carro simplesmente trucidava todos os seus competidores teoricamente mais modernos de motor central, sejam eles Lamborghini Miura, Maserati Bora ou mesmo qualquer Porsche ou Jaguar. Difícil discutir com fatos assim.

Junte-se a isso um estilo original e influente, e tem-se um clássico instantâneo. Tornaria-se mais famoso ainda quando em 1971, pilotado por Dan Gurney e Brock Yates (da revista C&D americana), bateu o recorde de travessia dos EUA em automóvel, durante a famosa corrida clandestina “Cannonball Run” daquele ano. Ao completar o trajeto em menos de 36 horas de Nova York a Los Angeles, Gurney disse, brincando de se defender: "Em nenhum momento ultrapassamos 175 mph!" (281 km/h).

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Picape Fiat Strada simples e Adventure 2013


A Fiat lança a linha 2013 da picape Strada. O modelo recebe mudanças no visual externo, interior diferenciado em cada versão, além de uma gama de versões ampliada com destaque para opção de câmbio automatizado Dualogic na versão Adventure.Composta pelas Cabines Simples, Estendida e Dupla, três níveis de acabamento (Working, Trekking e Adventure) e agora também com três diferentes motorizações: Fire 1.4 HP, E-torQ 1.6 16V e E-torQ 1.8 16V a picape amplia seu leque de opções ao oferecer nove possibilidades de combinação.



Internamente, a nova picape Strada recebeu novos painéis com novos difusores de ar e quadro de instrumentos com grafia mais moderna e diferenciada para cada versão. Os bancos receberam novos tecidos, assim como os painéis das portas. O sistema de regulagem dos bancos foi revisto e o modelo também conta agora apoio para o pé esquerdo do motorista .A Strada Working conta com o motor Fire 1.4 e com três opções de cabines – Simples, Estendida e Dupla e está mais equipada com itens como trip computer, alertas de limite de velocidade e manutenção programada, cintos de segurança com regulagem de altura, follow me home, apoio para o pé (lado do motorista), grade protetora do vidro traseiro, porta-escadas, tampa da caçamba removível  com chave, ganchos para amarração de carga na cabine e na caçamba e porta-objetos nas portas. 



A Strada Adventure (Cabine Estendida e Dupla) também ganhou uma nova frente com desenho mais agressivo do para-choques e nova grade frontal além do interior renovado com o painel possuindo novos difusores de ar e nova serigrafia exclusiva desta versão no quadro de instrumentos.Destaque para esta versão, o diferencial blocante Locker  único no segmento além da versão Cabine Dupla Dualogic, exclusiva no segmento de picapes compactas. O novo volante de três raios pode contar com os controles do rádio e borboletas para as mudanças de marchas quando o câmbio escolhido for o Dualogic. A nova Adventure inclui também na sua lista de equipamentos o sistema de som Rádio CD/MP3 ou Rádio CD/MP3-Connect com porta USB e conexão Bluetooth para o celular.