sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Curiosidade! Saiba qual escolher: Honda Fit 2012 ou 2015? Por: Notícias de Carros

Honda Fit DX 1.5 CVT 2015 R$ 54.500  X  Honda Fit EXL 1.5 Automático 2012 R$ 47.611 Motorização/consumo Os dois modelos trazem  motor 1.5 flex automático CVT e 116 cv de potência o Fit 2015 faz de 0 a 100 km/h em apenas 10,9 segundos o consumo fica por 12.2 abastecidos com gasolina na cidade e chega a 14.1 km/h na estrada.  O modelo 2012 tem uma média de 11.8 na cidade e 13.3 na estrada. Design O modelo mais antigo tem um visual mais leve em comparação ao atual que chama bastante atenção pelo design que da impressão de dinamismo e movimento.
Acabamento
Falando na versão DX, o novo Fit se mantém bem simples em equipamentos não conta com central multimídia, volante multifuncional ou computador de bordo no qual só estão presentes nas versões mais caras, por isso o EXL se sobressai por ser um modelo topo de linha possui detalhes cromados no volante e nas saídas de ar.
Manutenção/seguro
No geral a cestas de peças do Fit 2015 é um pouco mais cara que a geração antiga são R$ 3.473 do modelo 2012 contra 3.780 do atual modelo da marca. O seguro é que fica mais salgado para quem escolher o Fit 2012 em média 5,3% em relação ao valor do carro Particularmente a melhor escolha seria o Honda 2012, pelo menor custo de aquisição e melhor lista de equipamentos em relação ao atual, porém para quem se importa em estar atualizado e com o carro do ano vale o novo modelo 2015, com um visual bem mais chamativo, imponente e linhas mais agressivas além de ser mais econômico que o fabricado em 2012.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Sandero RS x Swift Sport R: qual o melhor projeto para preparação de track day?

O lançamento do Renault Sandero RS, automaticamente incandesceu um dos duelos de mercado mais comentados em track days, encontros de posto e fóruns de entusiastas de forma geral. Deixando de lado a diferença de mais de R$ 20 mil que os separam, RS e Swift Sport R representam duas abordagens diferentes para a mesma proposta, resultando numa bela troca de tintas no porta-a-porta. São hatches apimentados de tocada esportiva comunicativa, direta e franca, exigindo participação do piloto e entregando de volta uma experiência vigorosa e envolvente. Dois bichanos desenvolvidos com bastante refino no ajuste dinâmico, a ponto de me fazer perder a conta de quantos instrutores de pilotagem e pilotos profissionais que já se renderam aos elogios a ambos. Nada de esportivo de adesivo aqui, meu caro. Sim, eles não são exatamente uma referência em tecnologia – nada de downsizing, componentes de carroceria de alumínio ou suspensão traseira do tipo multibraços – e ambos derivam de projetos antigos: o Sandero é produzido pela Dacia desde 2008 e o Swift Sport desta geração surgiu em 2004, reestilizado em 2012. Mas aquilo que eles se propõem a fazer, fazem muito bem. Indo no limite, quais são as diferenças de tocada entre eles e qual oferece a melhor base para você fazer o seu track day toy? É disso que vamos falar hoje.
Famoso por ser a opção de novatos para encarar o Nürburgring Nordschleife, o Suzuki Swift Sport é o mais próximo que se pode chegar de um hot hatch projetado por Colin Chapman: sua filosofia é de fazer o máximo com o mínimo. O pequenino motor 1.6 aspirado tem bloco e cabeçote de alumínio e traz alguns luxos, como comando variável na admissão, coletor de admissão variável, escape de inox e corte de giro a 7.100 rpm – o que resulta num rendimento de 140 cv, algo bastante impressionante e musical. Todo o conjunto foi dimensionado de forma minimalista: a carroceria é leve, o conjunto de suspensão e os freios são relativamente pequenos, tudo para que ele chegue a um valor bastante expressivo na balança: apenas 1.065 kg.
Um de seus caprichos dinâmicos está nas buchas de ancoragem do eixo de torção traseiro. Assimétricas, elas permitem que os pneus de trás estercem em até 1,5º (3º de amplitude máxima, portanto) em curvas contornadas com alta aceleração lateral. A versão que compete com o Sandero RS é a topo de linha Swift Sport R (R$ 83.990) com kit de rodas aro 17, pneus Pirelli Pzero 205/45 R17 e sensores de estacionamento na traseira. Você deve ter ouvido falar que o Sport R teve redução de R$ 5 mil, mas na verdade a Suzuki criou uma versão mais barata da R, sem os equipamentos citados – que constam no Sandero RS de R$ 59.880. Esqueça o modelo convencional: o Renault Sandero RS é um carro quase completamente novo, com muito mais do que um swap para motor 2.0 F4R (da mesma família do Mégane RS) remapeado e câmbio de seis marchas de escalonamento exclusivo sob o capô. O seu trunfo, na verdade, está em todo o trabalho de ajuste dinâmico, que foi feito por 75 engenheiros da equipe francesa da RenaultSport, que investiram mais de 120 mil horas de trabalho para projetá-lo e desenvolvê-lo. Sua suspensão é 26 mm mais baixa, traz buchas de poliuretano na dianteira para maior estabilidade de geometria (que também foi redimensionada: 0,91º extras de cáster e 0,33º a mais de convergência), molas 92% mais rígidas na frente e 10% atrás e estabilizadoras 17% mais firmes na dianteira e 65% na traseira. Os freios também cresceram, com discos de 280 mm na dianteira e 240 mm na traseira – por sinal, o único Sandero com discos atrás. Se o Swift Sport usa sistema similar ao CATT, o Sandero RS faz uso da eletrônica para ampliar o ângulo de guinada (yaw) em entradas de curva velozes: o sistema de distribuição de forças de frenagem foi totalmente recalibrado para deixar a tocada mais esportiva, especialmente durante o trail braking – técnica de pilotagem que combina o alívio de frenagem ao início de esterçamento para dentro das curvas. O Renault calça um jogo de pneus Continental ContiSportContact3 205/45 R17.
Por dentro, ambos apresentam conceito similar de design: funcionalidade com um toque discreto de estilo e… bem, presença de mais plástico duro do que gostaríamos. Os dois trazem ótimos volantes (o do Sandero, por sinal, veio do Clio Sport RS), pedais de alumínio muito bem posicionados para punta-tacco e bancos com bons apoios laterais – mais firmes no Suzuki, que também tem um trambulador de câmbio mais leve e ágil, com a ressalva de que isso é normal em motores menos torcudos. O painel do Sandero traz um desenho mais moderno e envolvente, pois pertence a uma reestilização bastante recente do modelo. O grande pecado do Swift Sport na lista de equipamentos é o fato de o sistema multimídia ser opcional mesmo nesta versão de R$ 84 mil, que é a única com rodas aro 17 e sensores de ré. Seu espaço traseiro também é bem menor, bem como o porta-malas: 212 litros contra 320 litros. Considerando que não estamos comparando um Corvette a um Viper, estes quesitos racionais têm lá sua importância.
O resumo da ópera do duelo de Super Trunfo é o seguinte: o Swift Sport é um pouco mais leve e curto, mas apresenta uma grande defasagem de torque e uma carroceria mais estreita e alta. Toma lá, dá cá. Agora, vamos falar sobre o que importa. Primeiro vamos comparar a tocada dos dois veículos em condição original de fábrica, depois iremos comentar sobre o potencial de preparação de cada veículo. Afinal, projeto de track day “original” tem a mesma credibilidade de uma meretriz “virgem”, não é mesmo? Fonte: http://www.flatout.com.br/

Últimas e rapidinhas: Chevrolet assume a ponta nas vendas em 2015

Parece que em meio a crise em que vivemos, todos estão em guerra para ver quem vende mais, ou melhor quem vende menos pior que a concorrência, e isso vem acontecendo em todos os setores do comercio, não só no mercado Automotivo, notasse claramente o quanto o nosso País está em decadência. Portanto a Chevrolet parece está lidando um pouco melhor e sabendo tirar proveito de tudo isso, o Chevrolet Onix assume a liderança em vendas no mercado Automotivo. Na primeira quinzena de novembro de 2015, o modelo aparece liderando e com 2001 unidades diante do Fiat Palio que agora é o terceiro colocado. Nesse inicio de novembro, também destacamos o Jeep Renegade, que passou a frente do HR-V, e também a queda absurda do Fox, que vendeu menos que o Volkswagen UP, quem também está perdendo a batalha é Siena para o Prisma. 
Confira a lista abaixo dos 20 carros mais vendidos na primeira quinzena de novembro de 2015.
1) Onix – 6.313 unidades   2) HB20 – 5.368     3) Palio – 4.312        4) Prisma – 3.048     
5) Ka – 2.977                    6) Gol – 2.885       7) Corolla – 2.805      8) Renegade – 2.753     
9) HR-V – 2.553               10) Uno – 2.449     11) Sandero – 2.048   12) Up! – 2.032
13) Fox – 2.029              14) Siena – 1.846    15) HB20S – 1.718     16) Ka+ – 1.591       
17) Voyage – 1.492         18) Fit – 1.456       19) EcoSport – 1.417  20) Etios – 1.411
Foto dos três primeiros colocados de 2015
Chevrolet Onix
HB20
Fiat Pálio

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Range Rover Evoque conversível é revelado por completo; veja É o primeiro modelo com capota retrátil da Range Rover. Novidade deve chegar ao Brasil até o final de 2016.

Reportagem de Auto Esporte
O primeiro modelo conversível da Range Rover foi apresentado por completo nesta segunda-feira (9), ampliando a gama de sucesso do Evoque, que será produzido no Brasil em sua versão "normal". Depois de gerar expectativa no Salão de Frankfurt, onde deixou que o Jaguar E – Pace brilhasse sozinho, o Evoque conversível começa ser vendido na Europa no segundo trimestre de 2016 e deve chegar ao Brasil até o final do mesmo ano. A capota retrátil pode ser acionada com o carro em movimento (até 48 km/h) e leva 18 segundos para abrir. O fechamento é um pouco mais lento, em 21 segundos.Na Europa, ele será equipado com 3 opções de motor 2.0 turbo. Duas delas são movidas a diesel, com 150 ou 180 cavalos de potência, e uma variante a gasolina já usada atualmente, com 240 cavalos.Para não parecer um estranho no ninho da família de utilitários, todas as versões são acompanhadas por tração nas 4 rodas e câmbio automático de 9 velocidades. Na Europa, ele será equipado com 3 opções de motor 2.0 turbo. Duas delas são movidas a diesel, com 150 ou 180 cavalos de potência, e uma variante a gasolina já usada atualmente, com 240 cavalos.Para não parecer um estranho no ninho da família de utilitários, todas as versões são acompanhadas por tração nas 4 rodas e câmbio automático de 9 velocidades. Atualizado - A versão conversível acompanha a primeira reestilização do Evoque, apresentada no Salão de Genebra em março deste ano, e que pode ser encontrada nas concessionárias brasileiras desde o mês passado por preços a partir de R$ 209 mil. O desejo dos brasileiros pelo modelo provocou uma mudança de planos para a fábrica de Itatiaia (RJ), que está em construção. Até o começo de 2015, o Discovery Sport seria o primeiro a ser "nacionalizado", mas o SUV versátil não cumpriu a expectativa de atrair compradores do Evoque e se tornar o mais vendido. Desse modo, em outubro, a Jaguar Land Rover anunciou que o "queridinho" dos brasileiros será o primeiro a sair da linha de Itatiaia, deixando o Discovery Sport em segundo plano e um possível sedã da Jaguar em terceiro.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Esportivos europeus dos anos 1980. Dez modelos legalizados para ruas e divertidíssimos de se guiar. Por Rodrigo Furlan, revista Quatro Rodas.

A década de 1980 foi adorada por muitos, incluindo os grandes admiradores de carros. Algumas das máquinas mais desejadas foram produzidas e vendidas nesse período, e o site Auto Guide elencou 10 modelos esportivos que marcaram o período. Em comum, todos eles têm o fato de serem obras da indústria europeia. Confira abaixo a relação.
1) Porsche 959 (destaque) - um primeiro colocado para causar polêmica. Afinal, muitos tendem a preferir o segundo dessa lista, mas o que diferenciava o 959 era seu sistema de tração integral, que maximizava seu desempenho. Além disso, contava com motor 2.85 turbo de seis cilindros, que oferecia 444 cv.
2) Ferrari F40 - Tem uma legião de fãs e muitos chegam a dizer que é o melhor carro já feito pela marca italiana. Fugia ao padrão da Ferrari, já que tinha um motor turbo (2.9 V8), que desenvolvia 471 cv e trabalhava em harmonia com a aerodinâmica do modelo, toda trabalhada para obter a maior performance disponível.

3) Lamborghini Countach - Talvez seja o modelo que mais bem retrate o período - ou, ao menos aquele que as pessoas mais associam à década de 80. Tinha um design relativamente polêmico, mas o motor 5.2 V12 não passava despercebido em nenhuma situação. Pudera: eram 455 sonoros cavalos!
4) Ferrari Testarossa - Definitivamente, um primor aos olhos. Este foi um trabalho de design bem sucedido do estúdio Pininfarina, e é muito comum até hoje encontrarmos miniaturas da Testarossa em prateleiras de colecionadores. A motivação do modelo vinha de um bloco 4.9 V12 de 390 cv.
5) BMW M3 - Das pistas do campeonato de Turismo da Alemanha (DTM) para as ruas, o M3 teve algumas modificações, incluindo a redução de potência do motor 2.3 de quatro cilindros para 210 cv. Mesmo assim, suas adaptações de suspensão, transmissão, freios e aerodinâmica o destacavam muito das versões convencionais.
6) Ford RS200 - Ele foi pensado para corridas de rali, mas nelas não obteve grande sucesso. Por outro lado, quando ganhou versão destinada às ruas, o RS200 brilhou, já que se tratava de um modelo relativamente compacto e, ainda assim, entregava 250 cv com seu bloco 1.8 turbo.
7) Mercedes-Benz 190E - Foi com este carro que Ayrton Senna chamou definitivamente atenção do mundo da Fórmula 1, ao venceu uma prova em 1984 batendo lendas do automobilismo, incluindo Prost e Lauda. Teve duas versões para as ruas: 2.3 (motor de 185 cv) e 2.5 (motor de 200 cv).
8) Audi Quattro Coupe - Se não era um arraso em termos de potência, já que seu motor 2.1 de cinco cilindros entregava 197 cv, compensava com a presença do sistema de tração integral quattro, o que deixava sua condução mais agradável. Talvez não cativasse tanto pela beleza.
9) Lancia Delta S4 - Veio um pouco depois do Quattro Coupe, mas, nessa disputa entre cupês, diferenciava-se por alguns aspectos. Se o design era polêmico, o motor 1.8 se destacava por ser turbo e sobrealimentado, de modo a oferecer 247 cv. Sua versão de competição fez sucesso nos ralis.
10) Lotus Esprit Turbo - Bastava olhar para ele e pronto: era fácil saber que se tratava de um esportivo voltado para a performance. Além do design limpo, contava com motor central de 210 cv (posteriormente, seria reconfigurado e passaria a entregar 215 cv). Por ser um peso leve, acelerava de 0 a 96 km/h em menos de cinco segundos.

sábado, 10 de outubro de 2015

Volkswagen tem três carros na lista dos antigos mais procurados. Todos nós amantes dos carros, adoramos um Volkswagen.

A Volkswagen mostra que não é à toa que está entre as melhores montadoras do mundo. Recentemente o site Revista Auto Esporte divulgou o resultado de uma pesquisa realizada para descobrir quais são os carros antigos mais procurados na internet. A Volkswagen tem três carros antigos entre os 10 mais procurados pelos consumidores do site Mercado Livre, mostrando que não é de hoje que a Volkswagen vem encantando o público brasileiro com sua qualidade.
Considerado um dos maiores sites de comprar do Brasil, o Mercado Livre envolve diversos produtos, inclusive alguns carros que não se encontram mais nas concessionárias. A pesquisa foi realizada baseada nas buscas nos meses de janeiro, fevereiro e março deste ano (2013) e apontou os carros mais procurados, seja para coleção ou para uso diário, dentre os modelos antigos.


Veja quais são os carros da Volkswagen que compõem esta lista:



O antigo Fusca, considerado por muitos como a grande paixão nacional, ainda faz sucesso nas ruas. Deixou de ser produzido em 1996, deixando uma grande legião de fãs que ainda procuram o modelo, seja original ou estilizado.






O Volkswagen Kombi foi atravessando gerações e ganhou o status de símbolo “cult”. A perua da montadora alemã não sai da lista dos preferidos da categoria no mercado nacional.








O Volkswagen Passat começou a ser fabricado no Brasil no ano de 1974 e foi o primeiro veículo da montadora no Brasil a ser equipado com refrigeração a água e válvulas no cabeçote acionado por correia dentada. Aposentou-se no ano de 1989.



terça-feira, 6 de outubro de 2015

Super arrancadas dos melhores carros turbinados. Veja que show de potência "bruta".


saleen s7 - Um super carro fabricado pelos americanos, e sim, eles não entendem apenas de Muscle Cars.

O Saleen S7 é um coupé super esportivo da Saleen. Apresentado oficialmente em 2000, ao publico norte americano, como o carro mais potente do país, com um motor V8 de 550 hp (557cv) e velocidade máxima de 322 km/h. Foi criado com o intuito de ultrapassar o então carro mais veloz do mundo McLaren F1 que tinha uma máxima de 386,7 km/h e 627 hp,mostrou que possuía uma aerodinâmica respeitável com um CX inferior a 0,30 , podendo "correr" de cabeça para baixo a partir de 260 km/h.Ele é o único carro fabricado em massa uma aerodinâmica que o ajuda a atingir mais 370 km/h, com o passar dos anos foi ganhando concorrentes como o Koenigsegg CCX e o Bugatti Veyron. Para não ficar para trás, o motor foi turbinado e em 2005 foi apresentado o "Saleen S7 Twin Turbo" (Bi-turbo em português) com 750 hp (760cv) e final de 399 km/h, acelerando de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos. Em 2006 surgiu o S7 Twin Turbo Competition, a versão mais rápida de todas: o fabricante afirma que o seu motor de 1000 hp torna possível superar a marca dos 418 km/h.
O seu chassis é uma estrutura tubular em aço com chapas de alumínio, e a carroçaria, de material sintético reforçado com fibra de carbono. O motor central, um V8 Ford de alumínio, utiliza aspiração natural e generosos sete litros (427 pol3) de cilindrada. O carro foi do projeto às ruas em apenas um ano e meio e lembra realmente o McLaren em detalhes como a abertura das portas, a tomada de ar no teto e as lanternas traseiras. Já a grade é típica da empresa e confere-lhe um estilo agressivo e imponente. Saleen recorreu à empresa britânica Ray Mallok para acertos do chassis e suspensão, que utiliza braços de controle duplos sobrepostos. A suspenção é fixada ao chassis por suportes de alumínio que se soltam em caso de colisão, para evitar maior impacto no chassis. A Mallok também será responsável por distribuir em Inglaterra o S7 com volante à direita.
Os travões de disco, de 15 pol na frente, utilizam pinças Brembo de seis pistões em todas as rodas, com raio de 19pol. A aerodinâmica da parte inferior recebeu prioridade nos testes de túnel de vento na Universidade de Glasgow, na Escócia. com modelos em escala. A empresa espera aceleração de 0 a 100 km/h em menos de três segundos e velocidade máxima superior a 400 km/h, a mágica barreira das 240 milhas por hora para os norte-americanos. O S7 está incompleto e não acertado, devendo receber airbags, melhores acabamentos e outras alterações para atender à legislação dos 50 estados dos EUA, e às exigências do comprador de um supercarro. O interior deverá ser produzido sob medida para o tipo físico de cada cliente. E pode custar em media 2 milhões de dólares, mas ainda nada foi confirmado.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Volvo 1800 Trusty 1966, o carro mais rodado do mundo... Uma história muito legal e um carro raro pra nossa região.

Em 1998 o professor de ciência aposentado: Irvin Gordon, com pouco mais de 2, 7  de quilômetros percorridos, entrava para o Guinness Book of World Records,  como o proprietário de veículo não-comercial mais rodado do mundo. Em Outubro de 2010, depois de 45 anos como único proprietário do pequeno coupê esportivo de 2 lugares, Gordon quebra seu próprio recorde ao atingir 4,8 Milhões de Quilômetros rodados.
Depois deste tempo todo e mesmo tendo atingido a incrível marca que dificilmente será batida por outro motorista, Irvin Gordon não se mostra satisfeito: "4 milhões de milhas (6,4 Milhões de Kilômetros) em meu 73 ª aniversário me parece uma excelente idéia ", diz Gordon. "Esta marca não seria de grande valia para o carro, este há muito já provou sua capacidade, do que não estou certo é sobre minha própria resistência” e conclui: “De qualquer maneira, será uma prova da engenharia da Volvo”. 
Depois de todos estes anos de convivência é surpreendente saber que Irv não se importaria em vender seu precioso coupe vermelho e quando indagado sobre o preço, logo responde: “Um dólar por milha”, e complementa: ”Até já houveram propostas muito interessantes, mas ninguém ofereceu o seu preço. Com três milhões de dólares em minha conta bancária, poderia fazer longas viagens com mais conforto, passando por bons restaurantes e hotéis,  e quem sabe, vivendo mais 10 ou 15 anos, poderia colocar um milhão de milhas no meu próximo veículo e iniciar novamente o ciclo“.
Essa é a foto do Professor Irvin Gordon

Hell yeah, Australia: o HSV GTS W507 é um super muscle car de quatro portas e 689 cv

689 CV - Super Máquina
Pouco antes de anunciar, em dezembro de 2013, que a produção de carros na Austrália será encerrada em 2017, a Holden mostrou o HSV GTS. Trata-se, simplesmente, do carro de rua mais potente e mais rápido já feito pelos aussies, com um V8 LSA de 6,2 litros, 584 cv e 75,5 mkgf de torque — motor semelhante ao usado no Camaro ZL1. Com esta potência, o HSV GTS chega aos 100 km/h em 4,4 segundos e faz o quarto-de-milha (402 metros) em 12,3 segundos. Com câmbio manual de seis marchas, tração traseira, amortecedores magnéticos e o LSA debaixo do capô, é claro que o HSV GTS é um foguete, e dos bons. Só que, se tem uma coisa que a gente sabe, é que não há no mundo carro rápido o bastante para não poder ficar ainda mais rápido.
Foto de três das super máquinas
E foi exatamente isto o que os caras da Walkinshaw Performance fizeram com o HSV GTS, que recebeu uma bela dose de veneno para chegar aos 690 cv . Seiscentos e noventa cavalos, cara, em um pacato sedã! Quer dizer, de pacato o sedã não tem nada — afinal, se o LSA de 584 cv já é um canhão, mais ainda com quase 700 cv, não é? A Walkinshaw Performance é a companhia que sucedeu a Tom Walkinshaw Racing, fechada no início dos anos 2000. A TWR tem no currículo vitórias no Paris Dakar e Le Mans e títulos nos campeonatos de longa duração do WSCC — não nada que justifique duvidar no potencial dos carros da Walkinshaw Performance.
Design Diferenciado
Dizemos isto porque não foi exatamente simples extrair mais potência do motor, que teve a preparação baseada em três modificações principais: a instalação de um sistema de admissão de ar frio (CAI), sistema de escape retrabalhado e uma nova polia para o compressor mecânico, aumentando sua velocidade de rotação. Estas três modificações juntas garantiram o aumento de 105 cv e 11,2 mgf de torque, mas não trabalharam sozinhas: o GTS também teve seu módulo de controle recalibrado e diversas adaptações tiveram que ser feitas para que tudo se encaixasse debaixo do capô — até um novo chicote teve que ser desenvolvido para ficar distante dos cabeçotes e não ser afetado pelo calor.
Muscle Car de Alta Performance
Ao longo do desenvolvimento do carro, testes secretos foram realizados em diversas cidades por todo o estado deo Victoria, onde fica a base da Walkinshaw Performance. Os testes incluíram laboratórios com vinte donos de HSV GTS para receber feedback no W507 antes de colocá-lo no mercado. Curiosamente a Walkinshaw Performance não divulgou os dados de desempenho dos carros que receberem as modificações do pacote W507 (que tem este nome por causa da potência máxima de 507 kW, medida usada na Austrália). O conjunto estará disponível em quantidade extremamente limitada antes da véspera de Natal, mas logo que 2015 começar a WPP voltará a receber encomendas — quer dizer, fora as mais de 200 que já foram feita. Fonte:http://www.flatout.com.br/

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Lada Laika - Lembra dele? Um carro russo que fez sua história aqui no Brasil.

Baseado no Fiat 124, o Lada 1200 foi lançado na então União Soviética em 1970. O pequeno sedã -- que logo ganhou a companhia de uma station wagon -- tinha a função de ser um veículo acessível e robusto. Cumpriu essa missão tão bem que, mesmo sem ser atualizado de maneira significativa (as poucas mudanças que diferenciam o modelo inicial, de código VAZ-2101, do atual, o VAZ-2107, ocorreram nos conjuntos ópticos), acumulou fãs e vendeu mais de 16 milhões de unidades (no Brasil, onde chegou em 1990, foram cerca de 33 mil).
Em 1990, quando os carros importados foram finalmente aceitos no Brasil, os primeiros modelos a chegarem foram os da Lada. Por causa de seu preço acessível, os Lada foram os carros importados mais vendidos em nosso país entre 1990 e 1992. Só que o fascínio acabou rapidamente, pois muitos perceberam a falta de qualidade dos Lada, bem como a falta de linhas atraentes em seu design. 
Entre 1990 e 1997, mais de 30.000 Lada chegaram por aqui. E acredita que o tal do Lada Laika, que hoje é encontrado por 3.000 reais por aí, ainda é o segundo carro mais vendido da Rússia? Só fica atrás do Lada Kalina, um modelo bem mais moderno.


A Lada tem hoje 24% de participação no mercado automotivo russo, e marcas como GM e Volkswagen coçam a cabeça para conseguir meios de destronar a fabricante local. O ponto é que um Laika, conhecido lá por 2105 ou 2107 na versão de luxo (foto) custa a metade de um Focus ou Polo, por exemplo, e tem mecânica muito fácil de mexer.