sexta-feira, 3 de julho de 2015

Dica: Proteja a sua relíquia. Seguros para carros antigos. Leia:

Os amantes dos carros antigos sempre sofrem quando o assunto é proteger o carro com uma cobertura de companhia de seguros de carrosPelo alto valor que o carro pode ter e pela dificuldade de assistência na reposição de peças, muitas seguradoras consideram o seguro para carros antigos um negócio desvantajoso. Mas os modelos entre 7 a 20 anos de fabricação são aceitos em algumas companhias de seguro com certas limitações.
As seguradoras geralmente oferecem um se guro e econômico com uma cobertura básica com um valor que pode ser ajustado ao bolso do cliente. Uma das companhias que oferece esse seguro para carros antigos é o Itaú Seguros que oferece para assistência 24 horas, danos a terceiros e acidentes pessoais por passageiro. Outra companhia que está nessa área do mercado é a BB Seguros que tem uma cobertura especial para os carros antigos de até 20 anos. 
Com a ideia de atingir um público que não é muito valorizado pelos seguros tradicionais. Uma opção para os colecionadores de carros com mais de 20 anos de estrada é o seguro contra terceiros que cobre ocasional dano causado a outras pessoas e veículos em um acidente. Não é o melhor que poderia ser oferecido, no entanto é uma opção para uma eventualidade, além de ter também a assistência 24 horas que pode ajudar caso haja uma pane no motor, por exemplo.
Uma maneira de tentar manter a segurança do seu carro antigo são as antigas artimanhas de colocar travas especiais no volante e câmbio, o tal do “segredo” que corta a gasolina do carro, enfim, mas ainda algumas seguradoras podem aceitar o seu carro e para encontrar é preciso consulta rum corretor e simular todas as opções e verificar a política de aceitação de cada companhia, a maioria das seguradoras cobrem carros novos e semi-novos, mas ainda algumas, como já comentado, querem manter seus antigos clientes, entre elas tem a Porto Seguro e a Liberty também como boas opções de negociação de seguro para carros antigos.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Kombinationsfahrzeug, conhece esse carro? Basta falarmos na eterna e clássica Kombi. Vamos conhecer um sobre a história dela no Brasil.

Qual colecionador nunca sonhou em tem esta na foto ao lado aqui no Brasil? Foi em 1957, na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, que a Volkswagen começou a produzir aquele que seria o modelo mais longevo de sua história. Kombinationsfahrzeug era seu nome original, que significa "veículo multipropósito". Mas o apelido Kombi era mais apropriado para o Brasil. E assim ficou durante os seus 56 anos de produção nacional, que registraram, até agora, a produção de mais de 1,5 milhões de unidades. Comparando com a frota circulante do país, é como se cerca de 2% de todos os carros fossem. Idealizada após a Segunda Guerra Mundial, em Wolfsburg, na Alemanha, a Kombi é, atualmente, produzida unicamente no Brasil. Nós também somos responsáveis por exportá-la para mais de cem países, como os africanos Argélia e Nigéria e os sul-americanos Argentina, Chile, México e Venezuela desde 1970. A história do carro idealizado pelo holandês Ben Pon começou na Europa, cerca de oito anos antes do Brasil. A produção unia o conjunto mecânico do Fusca com o projeto que priorizava a versatilidade para transportar cargas e pessoas. Inicialmente equipada com motor de 1.1 de 25 cv de potência (refrigerado a ar), aliado a um sistema de transmissão manual de quatro marchas, a Kombi chegava a 100 km/h e desagradava quanto à estabilidade e aos ruídos transmitidos para dentro da cabine. Ao longo dos anos, passou por diversas atualizações para sobreviver às novidades tecnológicas. Mas, diferentemente de seu irmão Fusca, que atualmente é vendido em versão bem mais moderna, manteve, em boa medida, o visual clássico dos anos 40.
A primeira grande reestilização do utilitário veio em 1976, quando a versão nacional se aproximou do visual das unidades produzidas na Alemanha. Entre as principais mudanças, destacam-se o para-brisas sem divisão, o maior espaço das portas para facilitar o acesso e os novos espelhos retrovisores. Junto com as mudanças estéticas, o motor foi modernizado: a Kombi passava a contar com um bloco 1.6 de 52 cv de potência e 11,2 kgfm de torque. O ano de 1983 marcou a chegada de outras grandes novidades, como a mudança do freio de mão do assoalho para o painel. Mais novidades vieram em 1997, quando a Kombi Carat passou priorizar ainda mais a versatilidade para o transporte. O modelo oferecia teto mais elevado, portas corrediças e perdeu a divisória entre os bancos.
A mais recente modernização da Kombi aconteceu há oito anos, quando a VW passou a equipá-la com motor 1.4 flex de 80 cv, quando abastecido com etanol. O susto feio para aqueles acostumados ao antigo sistema de resfriamento a ar, que deixava o motor tão barulhento que era quase impossível ouvir o rádio. A Kombi 2005 era arrefecida a água, o que resultou em menos barulho e ajudou a conseguir uma economia de 30% no combustível. Ainda admirada pela versatilidade e disposição em ser "pau pra toda obra", a Kombi sai das linhas de produção, mas não vai desaparecer tão cedo das não deve sair das ruas, feiras-livres e encontros de proprietários saudosistas, assim como da memória de muitos brasileiros. http://vwboxerpatos.blogspot.com.br/

Chevrolet Chevette S/R Potente, leve e estável, ele surgiu para apagar a imagem de carro lento que o Chevette ganhou nos anos 70. Revista Quatro-Rodas.

O mundo da publicidade é repleto de magia: no comercial da TV, o Chevette saía de São Paulo pela Via Anchieta a 120 km/h, percorrendo as curvas da Estrada de Santos em total segurança. Na Baixada Santista, ele voava baixo pelos trechos de terra da Rio-Santos. Era uma meia-verdade: pequeno, leve e com suspensão firme, o Chevrolet era um dos carros mais estáveis da década de 70. Tão estável que faltava um motor à altura do conjunto. Os proprietários ficavam restritos à anemia do 1.4 de 69 cv ou à decepção da versão esportiva GP, com seus parcos 72 cv. Foi assim que os Chevette se tornaram figurinha fácil nas oficinas de preparação. Valia tudo para extrair mais potência, como carburadores duplos, pistões de cabeça plana, aumento de cilindrada e até turbo. A GM se fazia de rogada: aos olhos dela o Chevette era um carrinho econômico e racional.
Rumores de uma versão mais potente surgiram no Salão do Automóvel de 1978. A estrela no estande da GM era o Chevette S/R, estudo do departamento de estilo que trazia pintura degradê, apêndices aerodinâmicos e instrumentação completa. Sob o capô, um novo motor 1.6.A ideia ficou só no protótipo, até ser retomada em 1980, após o sucesso do modelo hatch. A GM aproveitou itens do Chevette americano e lançou o S/R (Sport Racing) já como linha 1981. Era caracterizado por spoiler, faróis de neblina, faixas e aerofólio, mas a principal novidade era o motor 1.6. Os 80 cv não faziam milagres, mas já empurravam melhor seus 898 kg: 0 a 100 km/h em 16,55 segundos (3 mais rápido que o comum) e máxima de 148,76 km/h (10 km/h mais veloz). Ainda perdia para o VW Passat TS, mas podia disputar posições com Fiat 147 Rallye e Ford Corcel II GT. Mas nenhum desses esportivos oferecia os prazeres da tração traseira do Chevette. A direção rápida e precisa do S/R não sofria a influência do torque aplicado sobre as rodas dianteiras e casava perfeitamente com seu comportamento neutro, resultado das barras estabilizadoras de maior diâmetro.
Ruim mesmo era a ergonomia: o volante era inclinado à esquerda, assim como os pedais, que não permitiam o punta-tacco. O câmbio sustentava seus predicados, com os engates secos e precisos de sempre. Ficou devendo apenas a quinta marcha, essencial para diminuir o consumo. Mas para ajudar havia um vacuômetro montado no painel, entre o velocímetro e o conta-giros. O console central trazia o marcador de combustível, relógio, termômetro e voltímetro. Porém nem sinal do manômetro de pressão do óleo. O interior era arrematado pelo estofamento xadrez e pelo revestimento preto do teto. Havia duas combinações de cores: Preto Formal com detalhes em prata ou Prata Diamantina com detalhes em preto fosco, como este exemplar das fotos, que integra o acervo da oficina de restauração Seta Clássicos, de São Paulo. As rodas de liga leve eram opcionais. Na essência, o S/R era mais um esportivo 2+2: acomodava bem dois adultos, mas o banco traseiro era bom apenas para crianças. O raso porta-malas de apenas 254 litros ratificava a vocação nervosa, que durou apenas dois anos. Reestilizado em 1983, o Chevette manteve o motor de 1,6 litro, mas abriu mão da versão esportiva com a chegada do moderno Monza, que logo teria seu próprio S/R.
Fonte: revista quatro-rodas

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Pick up: confortáveis, velozes, robustas, 4x4, potentes, bonitas, luxuosas, grosseiras, grandes, aventureiras, muito forte... Muitos adjetivos podem ser ditos para esses modelos, o certo é que nós os amantes dos carros adoramos!! Acompanhe fotos de super pick up e Jipes formidáveis.

São carros bonitos, seguros e fortes, andam muito bem em qualquer terreno, seja ele o mais duro como pedras, mais fofo como areia ou nas dunas, o mais liso com atoleiros e lamas, ou o mais fácil como asfalto. Os Jipes, SUVs, caminhonetes e pick ups são carros para família, para os aventureiros e para quem gosta de esporte e espírito de liberdade, e cá entre nós, são muito lindos além de carros excepcionais. Separei pra você uma linha variadas desses carros de anos diferentes e modelos de várias formas. Aproveite as imagens.

Jaguar constrói E-type de alumínio, pendência de 1963. Um dos grandes clássicos da história automotiva mundial. Reportagem de bestcars.com

Em 1963, quando as formas longilíneas do Jaguar E-Type conquistavam o mundo, a fábrica inglesa anunciou a construção de 18 unidades de uma versão Special GT para competição. Apenas 12 foram feitas, o que deixou para a história uma pendência agora assumida pelo fabricante. Para o evento de carros clássicos de Pebble Beach, na Califórnia, EUA, a Jaguar Land Rover Special Operations construiu o protótipo Lightweight (leve) E-type, ao qual se seguirão os seis exemplares de venda ao público, destinados a competições de automóveis antigos. Os números de chassi são os reservados para o Special GT meio século atrás.
Dentro da proposta de baixo peso, a carroceria foi feita em alumínio, tanto no monobloco quanto em painéis como portas, capô e tampa do porta-malas, e o teto do mesmo material pode ser retirado. A medida resultou em 114 kg a menos que no E-type original de aço. As formas e o interior são típicos dos anos 60, incluindo volante de madeira e bancos revestidos em couro de alto padrão. O motor de seis cilindros em linha e 3,8 litros, configuração original da época, usa três carburadores para obter potência de 340 cv e torque de 38,7 m.kgf, transmitidos a uma caixa manual de apenas quatro marchas, mas a injeção mecânica oferecida no Special GT foi aplicada a este protótipo. Nas suspensões, pneus e freios, o Lightweight segue os padrões do carro original.
Fonte: http://bestcars.uol.com.br/

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Cinco motivos que dizem o porque a Toyota é sempre mais, porque a Toyota é sempre mais Toyota. Acompanhe!

Mais uma vez a Toyota foi eleita a montadora mais valiosa do mundo. Pela terceira vez consecutiva, a empresa japonesa ficou na melhor posição durante 10ª edição do Brandz, concurso que avalia as marcas que apresentam o maior valor agregado do mercado. Ficando à frente de marcas importante, a Toyota apresentou um preço estimado em US$ 28,9 bilhões, o que corresponde a R$ 91,7 milhões, deixando a montadora em primeiro lugar entre as fabricantes automotivas. O pódio, que conta com empresas do porte do Google e da Apple, é definido a partir da análise do desempenho financeiro e de negócios de cada um dos concorrentes, além de contar com uma pesquisar que avalia a percepção de mais de 2 milhões de consumidores espalhados por mais de 30 países.
Depois de imagens vazadas e especulações, a Toyota lançou oficialmente o novo Hilux. O novo modelo que foi apresentado na Tailândia, onde já está sendo vendido, deve chegar ao Brasil no início do ano que vem. A nova versão da picape ganhou novos faróis, que foram espichados e integrados à grade, luzes diurnas de led e área lateral na lanterna, que agora invade mais ainda a carroceria. Por outro lado, as laterais do novo Hilux não sofreram tantas mudanças, exibindo algumas poucas linhas. Internamente a Toyota apostou em tecnologia, beleza e espaço. O painel foi completamente redesenhado, exibindo materiais mais reinados e novos recursos, como o computador de bordo com tela de LCD. E para aumentar mais ainda o conforto, o Hilux 2016 oferece mais espaço no banco traseiro, saídas de ar, apoio de braço central e bancos rebatíveis. O novo modelo tem lançamento previsto para o final do ano no Brasil e a produção será realizada na Argentina, onde foi feito um investimento de 800 milhões de dólares. Confira agora algumas fotos da nova picape.
Acompanhando a tendência de esportivos de pequeno porte, a Toyota está estudando lançar um novo modelo de automóvel. Planejado para ficar abaixo do GT 86, o novo veículo está sendo chamado de 69DZ, mas nenhuma grande novidade ainda foi anunciada. Outro nome utilizado, de acordo com publicações, é “Toyota Miata”. De acordo com fontes, o novo esportivo terá motor 1.5 de quatro cilindros, cerca de 130 cavalos, funcionamento a base de gasolina e pesará apenas 980 kg. O desenho será inspirado no GT 86, com alterações nos faróis, na silhueta, que deverá ficar mais curvilínea e grade frontal, que irá cobrir grande parte da dianteira. Por outro lado, o seu interior está sendo desenvolvido tendo o estilo 2+2 como modelo.
Mais de 1 milhão de carros híbridos vendidos em um único ano A Toyota anunciou que alcançou essa marca nas vendas de veículos híbridos (que funcionam com gasolina e energia eléctrica), graças ao sucesso mundial do Prius e ao êxito no Japão de seu novo modelo, o Aqua (“Prius c” na América do Norte). De acordo com a empresa, os veículos híbridos representaram 14% das vendas de carros no mundo no ano de 2012. Uma proporção que alcançou 40% no mercado japonês, onde estes automóveis ganharam força aos poucos e foram beneficiados pelos subsídios públicos para a compra, o que facilita a aceitação dos clientes. De acordo com a Toyota, essa foi a primeira vez que a montadora alcançou o objetivo de vender esse volume de carros híbridos no mesmo ano. Desde o lançamento do primeiro modelo do Prius, em 1997, a Toyota vendeu 5,125 milhões de veículos híbridos. Os modelos híbridos têm um motor clássico que funciona com gasolina, mas contam ainda com um motor eléctrico, alimentado por uma bateria, o que permite reduzir o consumo de combustível.
Chegou ao mercado o Toyota Corolla 2016 com cinco versões: GLi (manual), GLi (CVT), GLi Upper (CVT), XEi (CVT) e Altis (CVT). Com acabamento interno semelhante aos modelos superiores XEi e Altis, a nova versão GLi Upper chega ao mercado ficando acima da GLi CVT e abaixo da XEi CVT. Dentre as novidades do modelo XEi CVT, podemos citar espelhos retrovisores com rebatimento elétrico, ascendimento automático dos faróis e luz de cortesia para o motorista e os passageiros (detalhe da montadora), além dos cinco air bags, também presentes nas três versões GLi. Enquanto isso, a versão top de linha Altis traz como novidade mais dois airbags, além do limpador de para-brisa variável com ajuste de velocidade.
Mais do que um lançamento, o Toyota Supra é considerado um dos superesportivos mais esperados do mercado e um dos projetos mais ambiciosos da empresa. E esse veículo está cada vez mais próximo de chegar às concessionárias. Apesar de algumas suposições, o novo esportivo da empresa japonesa não deve chegar com a tão comentada versão híbrida, uma vez que o modelo deva acabar sendo lançado com o motor BMW turbo com 6 cilindros, priorizando o desempenho. E essa parceria entre a Toyota e BMW faz parte de uma tendência atual, e nesse caso é a união de duas das maiores empresas montadoras do mundo. O projeto seria lançar o Supra em modelo híbrido, mas por conta da desistência de aplicar esse mesmo tipo de atuação em um de seus veículos, acabou forçando a desistência, ao menos no momento, por parte da Toyota. Por essa razão, o lançamento foi adiado.

Renault R 19 - Modelo de um bom carro, mas pouco valorizado. Considerado raro aqui no Brasil.

Renault 19 é um carro compacto da Renault, produzido na fábricas de Valladolid na Espanha, Haren-Vilvoorde na Bélgica e Douai na França, isso no mercado europeu entre os anos de 1988 e 1996. O modelo também foi fabricado na fábrica de Córdoba na Argentina e Envigado na Colômbia de 1994 até 1998 para o mercado Sul-Americano. O 19 foi o último modelo da Renault a ser nomeado com números. Foi produzido com potências de 60 até 140 cv. O Renault 19 é um modelo considerado raro, pois poucos modelos são vistos pelo Brasil, mas podemos acompanhar um pouco aqui no LeoSupercars.
No início dos anos 80, a Renault começou a trabalhar em um substituto para o tradicional Renault 9/11 na Europa. O projeto, chamado de X53, buscou as melhores soluções técnicas da época, enquanto o estilo ficou a cargo do estúdio Renault Design em parceria com o famoso designer italiano Giugiaro. O desenvolvimento do Renault 19 durou quatro anos, culminando com o lançamento no mercado europeu em abril de 1988. A espera tinha valido a pena, pois, além do visual contemporâneo, o modelo apresenta ótimas qualidades dinâmicas e coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,31, número muito bom para a época. Fora isso, a questão da segurança foi levada a sério pelos engenheiros da marca, com aplicação de reforços laterais e até airbags nas versões superiores – recursos que ainda eram raros no segmento.
A gama de motores era extensa, com opões a gasolina ou diesel: começava pelo 1.4 de 65 cv e chegava ao 1.8 de 136 cv aplicado no Renault 19 16V, que acelerava de 0 a 100 Km/h em apenas 8,5 segundos. Por fora, além das rodas de liga e dos logotipos “16S” (S de soupápes, válvulas em francês), o esportivo se diferenciava pela tomada de ar no capô. Na Espanha, ele foi eleito o “Carro do Ano” em 1989, sendo premiado também na Alemanha no mesmo ano, eleito como “número 1 entre os carros importados”. Além disso, foi o “Carro do Ano” também na Argentina, em 1993.
Em 1992, com apenas quatro anos de mercado, era lançado o Renault 19 Fase II. Com visual atualizado e motores com injeção eletrônica, ele se distinguia pelos novos para-choques, faróis redesenhados, novo painel e formas mais arredondadas. Com a reabertura das importações, a Renault voltou no Brasil em 1992. E o 19 foi o primeiro modelo a chegar, importado da Argentina (produzido na planta de Santa Isabel). Estava disponível nas versões RN e RT de três ou cinco portas, além da sedã, equipadas com os motores 1.6, 1.8 e 1.8 16V. 
A produção europeia duraria só mais dois anos, sendo encerrada em 1994. No ano seguinte, nascia o sucessor Renault Mégane. Na Argentina, porém, o 19 seguiu carreira até o ano 2000, até que enfim deu lugar ao Mégane. Considerando a tradição da Renault no mercado argentino, onde está presente desde a década de 60, o 19 foi um modelo de sucesso no país vizinho. No Brasil ele não chegou a ser destaque nas vendas, mas teve sua importância por marcar o retorno do marca ao país junto com o pequeno Twingo.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Raridade encontrada: Um Corvette Fuelie 1959, foi encontrado em celeiro nos Estados Unidos depois de 44 anos. Incrível

Michael Prince, é o nome do americano sortudo que arrematou em um leilão de carros raros um Corvette Fuelie 1959, o interessante, é que esse carro ficou literalmente preso em um celeiro por 44 anos, é que o ex dono do carro simplesmente não queria que ninguém o possuísse seu amado e magnífico clássico. Ele, simplesmente colocou o carro entre quatro paredes, sem a menor chance de alguém ter acesso a máquina da Chevrolet. Como o carro foi encontrado, não se sabe, mas com certeza ele voltará logo logo ao seu auge nas mão do novo dono. Veja as fotos. 
...Essa última imagem, é do Corvette Fuelie em seus tempos de glória, original...
Chevrolet Corvette Fuelie 1959