segunda-feira, 25 de abril de 2016

Conheça o novo Fiat 147... Será? Inspiração dessa postagem veio de minha Namorada, amiga e conselheira Janaina Costa, que me enviou e sugeriu a matéria, meus agradecimentos a ela em especial.

O Fiat 147 sempre foi um carro de extremos aqui no Brasil, ou era amado ou odiado, sem meio termos. Tive minha experiência com ele, pois meu pai tinha um a álcool e eu adorava o carrinho, pena que ele vivia mais parado do que funcionando. Resultado, na época, eu era criança, meu pai vendeu e comprou uma antena parabólica pra minha casa (risos), pois na época, para minha pequena cidade, essas antenas eram caras e dificeis acesso. Veja abaixo o que poderá ser a volta do amado ou odiado 147.
O projetista do site designboom.com criou uma versão moderna de como seria o Fiat 127 nos dias de hoje, que no Brasil é conhecido como Fiat 147 e foi o carro com o qual a empresa italiana cresceu no País e se tornou uma das maiores em vendas aqui.
A projeção mantém as linhas bem parecidas com o design criado pelas linhas de Pio Manzù, responsável pela criação do compacto da Fiat, o que dá ao Fiat um ar retrô, bem como acabou ocorrendo com o 500. Em relação ao original, além das proporções maiores, que colocaria o 127 Concept hoje no segmento de compactos premium, o projetista o deixou mais esportivo, explorando com curvas os pontos do original que eram mais retos.
No interior, o painel simples também foi relembrado, inclusive pelas saídas de ar redondas que haviam nos 147. Sem abrir mão de itens presentes em carros modernos, como porta-objetos e a central multimídia ele conseguiu reviver a simplicidade do carro original. Fonte:http://aglomeradodigital.com.br/

terça-feira, 19 de abril de 2016

Dia 17 de Abril... Dia da fundação de um dos maiores ícones e mais importantes linha de carros de todos os tempos o Ford Mustang... Obrigado a FORD... Pra mim, o Mustang é mais importante até do que a Ferrari.

O Ford Mustang, em minha opinião, é o mais fantástico carro do mundo, não importa a classe, pois sou fan absoluto dessa linha tão fantástica. Como todo amante do Mustang, o meu carro preferido de todos os carros, não só da Ford, é o Shelby Cobra GT 500 1967, mas todos são maravilhosos e muitos tem o seu preferido. Aqui a minha homenagem Leonardo Lima e do Leo Super Cars a esse ícone da história automotiva mundial. 52 anos de história.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

TOP TEN: AS CHAVES DE CARRO MAIS SURPREENDENTES E LUXUOSAS - Por Quatro-Rodas!

01 - Aston Martin

02 - Koenigsegg CCX


03 - Bugatti Veyron



04 - Pagani Huayra





05 - VW PCP
01 – Os carros da marca inglesa têm uma chave feita de cristal Baccarat. Inserida no painel, sua base funciona como um botão de ignição. Chamada oficialmente de Unidade de Controle Emocional, desperta o motor ao ser apertada e, logo depois, surgem no painel as palavras que compõem o slogan da empresa: Power, Beauty e Soul.

02 – Esculpida em prata na forma do logotipo da Koenigsegg, ela funciona por aproximação e traz só um botão no verso para ativar o alarme. Tal como uma joia, a marca sueca recomenda fazer o polimento uma vez por ano para manter seu brilho.

03 – O superesportivo francês possui duas chaves: uma é convencional, do tipo canivete, como em qualquer outro carro, e serve para dar a partida. A outra, com acabamento mais esmerado (acima), tem a função de despertar os 1 001 cv por meio do modo Top Speed.

04 – A "chave" tem a forma da carroceria do superesportivo italiano. Feita de alumínio, além de acordar o motor V12, serve como um pen drive USB no qual é possível gravar qualquer arquivo digital.

05 – Desenvolvido a partir do conceito VW PCP (Projeto Carro do Povo) na China, ela tem 9 mm de espessura e sua tela sensível ao toque de alta resolução informa o nível da gasolina no tanque, as condições meteorológicas e até a pressão dos pneus.




06 - Spyker C8

07 - Aston Martin DBS
08 - BMW i8
09 - Ford MyKey

10 - Tesla Model S
06 – No superesportivo, a chave é um belo disco de metal com o nome da fabricante e o slogan da companhia: "Nulla tenaci invia est via", frase em latim que significa "Para os persistentes, nenhum caminho é impossível". Ao centro, há os botões L e R para travar/destravar individualmente a porta direita ou a esquerda.

07 – Sim, é um relógio de pulso, mas ele também pode abrir as portas para você. Produzido pela Jaeger LeCoultre, o AMVOX2 DBS Transponder permite destravar o carro: basta tocar no visor entre os marcadores 8 e 9 horas. Para travá-lo, é só repetir a operação entre os ponteiros de 3 e 4 horas. Há uma opção ainda para DB9 e Rapide.

08 – Esta parece mais um smartphone em miniatura: tem uma tela de alta resolução na qual é possível consultar o nível da carga das baterias que alimentam o motor elétrico do esportivo híbrido, a distância que ele pode percorrer antes de precisar reabastecer, quantos litros de combustível há no tanque de gasolina

09 – Presente em carros da marca como o Edge, o MyKey é programado pela central Sync para que o dono deixe o veículo com o filho ou o manobrista. Assim, ele restringe a velocidade a 130 km/h, avisa ao atingir 75, 90 e 105 km/h e limita o volume do rádio a 45% do máximo.

10 – O charme está no seu formato, igual ao do carro elétrico que ela liga. Como não traz nenhum botão aparente, para abrir as portas ou o porta-malas, basta tocar na respectiva parte da miniatura que a tecnologia se encarrega de fazer o resto.

sábado, 19 de março de 2016

Essa é uma história mais que especial, é a história de uma amigo, com seu clássico e raro Passat Dacon 821. Vale a pena acompanhar esta nova série de postagens do Leo Super Cars, vou chamar de "Minha história com meu Carro".

O Leo Super Cars vem com uma nova série de postagens, devido a isso, podemos dizer que nosso blog ficará mais pessoal e mais, vamos assim dizer, acalorado, pois vamos falar sobre relados de pessoas sobre o amor ou experiência de vida com suas máquinas. A primeira postagem, é de um amigo de São Paulo - SP. Anselmo, sempre foi apaixonado pelo VW Passat Dacon, e com uma influência de seu pai, conseguiu com pra o seu, que é um clássico e raro Passat Dacon 821. Ele nos relada com muita paixão e fé sobre seu carro e seu trabalho. A foto ao lado é um modelo próximo que Anselmo tem. Acompanhe a bela, fervorosa e apaixonada história de Anselmo e seu Dacon e como ele transformou sua paixão pelo carro em profissão e talento. Com o seguimento, a continuidade da história, você verá o desenvolvimento do carro. Acompanhe a história narrada pelo próprio proprietário. 
Meu nome é Anselmo Ferreira da Silva, tenho 39 anos, mas todo mundo me conhece por Tell, tenho uma garagem oficina que recebe o nome de REVAN (REstaurações de Veículos ANtigos). Tenho também um canal no You Tube (TELL ANSELMO REVAN) onde posto os vídeos dos trabalhos que realizo na minha humilde garagem. Em 1989 meu pai comprou um Passat Dacon Targa, e eu com 13 anos de idade achava o carro o máximo, era vermelho com console de madeira da marca zune, teto solar Karmann Guia, rodas do Gol GT, toca fitas road star enfim, pra mim era o máximo. Muitos anos depois por volta dos anos 2000, consegui comprar meu primeiro Passat Dacon modelo 821(3 volumes) na cor prata. Ele não estava ruim de lata, mas eu queria um que tinha teto solar e a maioria dos acessórios de época. Então meu amigo Pedrock viu um Dacon perto de nossa casa. Então peguei o endereço com ele e fui atrás do carro, e conheci o senhor Algacir, que era o proprietário do carro.
O Dacon tinha teto solar, console zune com os relógios do Passat TS, também era prata, com rodas modelo serrinha da Jolly, era Lindo, porem com a traseira muito ruim, corroída pela ferrugem. Conversamos e ele disse que me venderia por 2,500 reais. Anuncie o meu por 2,500 reais pra comprar o carro do senhor Algacir, e um comprador apareceu. No dia da venda, queimou a junta do cabeçote, e começou a mistura água com óleo, e o futuro comprador me ofereceu 1,600 que era o que eu havia gasto com a compra e documentação do carro, pois tive que fazer uma dupla transferência, enfim frustração total. Namorei o carro do senhor Algacir por cinco anos, até que houve a possibilidade de compra-lo, quando outra pessoa pareceu e ofereceu cinco mil reais no carro para o senhor Algacir, mas, a pessoa não ligou mais e o senhor Algacir me retornou dizendo: esse carro tem que ser seu, pois sei que você vai cuidar muito bem dele, esse carro merece um bom proprietário. Daí por diante foi alegria.
Bom, isso foi numa terça feira, e na sexta fui busca-lo, estava com o tanque furado, sem parte do escapamento, e as marchas não engatavam direito, mas eu estava muito feliz, e ida pra casa com o meu Passat Dacon, foi uma loucura! Trouxe-o pra casa, desmontei tudo e mandei pra uma oficina, que uma pessoa me indicou, querendo me ajudar, (que ajuda eu tive viu!). Os caras não arrumaram o que estava ruim, e o que estava mais ou menos eles acabaram de destruir Encheram o carro de massa, e me entregaram quatro meses depois, fora que eu tive que correr atrás de fotos pra eles fazerem à traseira de novo, pois jogaram a que estava no carro fora, e achavam que “era só colocar a de um Passat normal e tudo certo”. Trouxe o carro pra casa num sábado, e pensei, na segunda vou cortar ele e vender aos pedaços. Que tristeza eu sentia em ver o carro daquele jeito.
“fui indo e indo e indo eu fui”. (risos!).
Mas, como sou servo de DEUS, “Ele” me disse no fim de semana, faz você mesmo! E comecei a refazer o carro sem nem saber nada sobre restauração de carro, porém conhecia de mecânica. Conheci o senhor Aílton, que mora perto da minha casa. Ele veio da Bahia, e lá ele já trabalhava com funilaria, ele me deixou levar o carro para a garagem dele, me ensinou alguns truques de funilaria, e comecei a refazer o carro. (muito obrigado Ailton. DEUS o abençoe!). Fui aprendendo a fazer peças de chapa, comprei uma maquina de solda sem gás, o gás estava no arame, e como dizem por ai: ( Continua na legenda da foto)
Porque não fazer? “fazê-lo ei” (risos)
O trabalho ia saindo e eu ia colocando as fotos na homepage do Passat, e o meu trabalho ia ganhando reconhecimento e o carro ia ficando a cada dia melhor. Quase já no final, preparando pra pintura, foi quando percebi que a travessa que segura o vidro traseiro, que é o vidro dianteiro esta torta, e teria que tira-la fora pra resolver o problema, então logo eu pensei: porque não fazer um targa? Comecei a mudar o modelo do carro, do modelo 821 (3 volumes) para o modelo 822 (semi - conversível targa).
(muitos me olhavam e diziam por dentro:
"esse cara é louco!")
Tomada a decisão, comecei  a moldar peças, troquei a lateral do lado passageiro inteira, a caixa de roda dianteira também foi trocada, fiz uma tampa traseira nova de chapa, pois a original dele era de fibra de vidro, e a do modelo targa tem o desenho diferente, troquei o painel traseiro, refiz os lugares pra receber as lanternas de Brasília, troquei o teto e refiz o corte do teto solar sladeaway, refiz todas as partes ruim do assoalho, troquei a folha da mala, mudei o tanque de 45 litros para 60 litros, inclusive  a travessa que segura o tanque foi refeita, fui comprando acessórios, rodas modelo Porsche da Jolly, toca fitas, etc., e comecei a ser procurado pra fazer alguns serviços. Restaurei um Voyage 1983 e estamos quase o terminando o Passat 77 do Johnny, o ex-maltratado que tem os vídeos do processo de restauração no meu canal, (TELL ANSELMO REVAN) também tem os vídeos do Dacon e um do Voyage, quando colocamos ar condicionado nele.
(TELL ANSELMO REVAN)
https://www.youtube.com/user/MrTellanselmo
Então quando encarei que iria modificar o modelo do carro, pois sempre foi um sonho ter um Passat Dacon Targa, comecei a refazer tudo, mas tudo mesmo, que por eu não ter tanta experiência até aquele momento, tinha deixado passar e me conformado. Mas pensei, já que estou fazendo um carro novo, tudo que estiver ao meu alcance farei para deixa-lo tinindo. Construí uma ferramenta pra girar a carroceria do carro, isso me ajudou muito. Foram muitos acertos e muito mais erros, mas valeu cada um dos acertos e dos erros também. Tudo que sei hoje é graças a DEUS, que me permitiu fazer isto e aprender com esse trabalho no meu carro. Nunca pensei em fazer este tipo de trabalho, mas posso dizer que amo muito que faço graças a DEUS. Meu trabalho é um hobby, ganho dinheiro com ele? Sim, mas em primeiro lugar busco um trabalho bem feito, e a satisfação do amigo que me traz o carro pra restaurar, pois tenho amigos, e depois clientes…..E o restante agente acerta.

“Eu restauro carros, mas JESUS CRISTO restaura sua vida, de uma chance há ele!
eu dei, e sou eternamente grato, pois foi graças a Ele, JESUS CRISTO, que trabalho com o que gosto, e sou muito feliz.” História verdadeira de Anselmo Ferreira da Silva. Portado por: Leonardo Lima
Visite o Canal REVAN no You Tube: https://www.youtube.com/user/MrTellanselmo

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

História do VW Apollo - Ótimo carro que foi fabricado por pouco tempo, já é um clássico brasileiro.

A história do VW Apollo não pode ser contada sem antes explicarmos o que foi a Autolatina. A Autolatinafoi uma holding da norte-americana Ford com a alemã Volkswagen, com vistas ao mercado brasileiro e argentino. No papel, a idéia era excelente: compartilhando estrutura, desenvolvimento e projetos as empresas poderiam ter uma linha de produtos mais completa e poderiam expandir ainda mais o seu mercado. O anúncio da holding aconteceu em 1987, mais precisamente no dia 1º de Julho. É importante explicarmos que o que ocorreu não foi uma fusão, mas sim uma associação onde as marcas deveriam manter sua identidade própria.Este tipo de associação existe até hoje e um exemplo de seu sucesso é a PSA Peugeout / Citroen, que no Brasil produz os veículos 206 (Peugeout) e C3 (Citroen) na mesma fábrica em Rezende/RJ. Embora anunciada em 1987 a parceria efetivamente se iniciou no início da década de 90, tendo seu declínio a partir de 1993 e seu encerramento em Março de 1995. Mais informações sobre a Autolatina podem ser obtidas no Autolatina Clube, sem dúvidas o mais completo e abrangente site sobre esta associação Ford / Volks.
Muitos encaram o VW Apollo como um simples clone do Ford Verona. Em partes, os que afirmam isto tem razão: o carro compartilha boa parte de seus componentes com seu primo da Ford, porém tem uma alma VW:
  • O motor é o famoso AP 1.8, fabricado pela Volkswagen
  • Seu câmbio possui um escalonamento mais curto do que o Ford Verona, fazendo o carro ser mais "esperto"
  • Detalhes estéticos: spoiler na traseira, lanterna fumê e para-choques pintados na cor do veículo
  • Suspensão: amortecedores mais firmes do que o do Ford Verona
  • Bancos: modelo Recaro na versão GLS e VIP
  • Volante, frisos e demais detalhes com logotipagem "VW"
Sua fabricação foi iniciada em 1990 e encerrada em 1992, sempre com o motor AP 1.8 de 95CV carburado (2 estágios na versão a gasolina e 3 estágios na versão a álcool). A motorização CHT 1.6 não foi adotada no Apollo por motivos óbvios: o apelo do Apollo era ser um cupê esportivo, fato incompatível com o motor CHT 1.6 (fabricado pela Ford e que possui como ponto forte o baixo consumo de combustível porém com desempenho muito inferior ao AP). Seu preço, na época, era maior do que uma VW Parati ou do que o próprio Ford Verona (até 20% maior). O fator preço talvez tenha sido decisivo para o veículo não ter vendido tanto quanto se esperava. Certos "especialistas" apontam no VW Apollo um dos motivos do fracasso da Autolatina devido ao "baixo" volume de vendas. Eu, particularmente, discordo: acho que a falta de um veículo 1.0 de bom custo benefício e a discordância entre uma plataforma nova e apenas colocar o 1.0 nos carros atuais foi o que acabou por sucatear a Autolatina.
O VW Apollo possui um excelente acabamento e, em suas versões mais completas, itens de luxo para os veículos da época e que não devem em nada aos carros atuais, como ar-condicionado, direção hidráulica e teto solar. A versão GL era a versão de entrada da linha, sendo aGLS o topo e a VIP uma série limitada, ainda mais luxuosa do que a GLS. Na GLS, destacam-se a opção pelo acabamento monocromático, isto é, com tapetes, forrações, painel e demais itens internos todos de uma cor. Quanto as cores, podemos citar: branco, vermelho, vinho, preto, bege (dourado), prata. Existem versões preparadas com o motor AP 2.0(adaptado de forma não tão complicada), porém o Apollo jamais foi produzido originalmente com esta motorização. O teto solar - raro nos veículos produzidos hoje - está presente em muitos dos VW Apollo que continuam rodando e possui boa vedação: raros são os proprietários que reclamam de infiltração.
Por possuir uma mecânica Volks o VW Apollo não é um carro frágil. As suas peças relacionadas a motor são simples de serem encontradas no mercado e possuem custo similar a de outros veículos VW, como o Gol ou a Parati. Seu calcanhar de aquiles é, sem dúvida, a suspensão: oVW Apollo possui a suspensão traseira idêntica a do Ford Verona, que por sua vez nada mais é do que a suspensão do Ford Escord, muito fraca para o peso extra do sedan.
Em geral, caso o VW Apollo seja dirigido com cuidado (evite os buracos!) e não carregue muito peso (nada de tentar quebrar recorde de pessoas dentro de um Apollo) a suspensão tem uma vida útil razoável. Para os Apolleiros de São Paulo, uma dica é pesquisar o preço em auto-peças ou lojas especializadas, conforme nossas dicas na seção manutenção. As peças de acabamento devem ser cuidadas com carinho, pois muitas são exclusivas do carro e difíceis de se localizar (afinal, o carro ficou em linha apenas por três anos). Não é raro encontrar um VW Apollo inteiro ou mesmo comprar um "caidinho" e reformá-lo sem gastar absurdos. Quanto ao consumo, este depende muito do estado do motor (foi feita retífica? os componentes associados estão em bom estado? está regulado corretamente?) e da forma com que o condutor utiliza o carro. Para o modelo a álcool podemos falar em um consumo urbano de 4 a 6,5 km/l e para o modelo a gasolina entre 6 e 9 km/l. Note que, obviamente, existem carros bem regulados que tem um consumo menor do que os valores mencionados e outros que possuem um consumo bem maior, devido a desgaste ou preparação esportiva.
Piadinha sem graça: "Você prefere um VW Apollo ou uma gripe?"
"A gripe! Pelo menos a gripe eu passo para a frente!"

Ao contrário da piadinha acima, o VW Apollo não é um mico de mercado como muitos costumam falar. Obviamente ele não é um carro de revenda tão fácil quanto um VW Gol, porém, pelo que tenho acompanhado em sites especializados na venda de carros (veja nossa seção de links) o tempo médio de venda não é superior a um mês. Por não ser um carro visado (não possui mercado paralelo - "Roubauto") e até pela fama de "mico" o carro possui um preço atraente (mais barato que um VW Gol e quase o mesmo preço de um GM Chevette pelado!) é uma boa alternativa para quem costuma deixar o carro na rua. É possível, em maio de 2007, encontrar VW Apollo de R$ 5.000,00 a R$ 10.000,00, dependendo do estado de conservação, opcionais e eventuais alterações (preparo do motor, tuning, etc...). Como para qualquer usado, vale mais o estado do carro e as manutenções feitas do que o valor de tabela propriamente dito. Devido ao seu porta-malas espaçoso é comum ser adaptado GNV (gás natural) no VW Apollo. Note que caso esta seja sua opção, recomenda-se fortemente a troca das molas traseiras, devido ao peso extra que o carro irá carregar. Relatos informam que o consumo doVW Apollo é melhor do que 10km/m³, o que nos dá um custo por km rodado abaixo de R$ 0,10. O VW Apollo paga IPVA (ainda não tem mais de 20 anos) e é difícil ser segurado pela sua idade, embora o Banco do Brasil possua uma modalidade de seguro onde o mesmo se encaixa.

McLaren P1 faz homenagem a Ayrton Senna em Goodwood, já faz algum tempo e o respeito continua. Senna, do Brasil!

No Festival de Velocidade de Goodwood, Reino Unido, a McLaren apresentou para convidados uma edição especial e personalizada do superesportivo P1, que homenageia o piloto brasileiro Ayrton Senna. O bólido de Woking foi pintado com faixas em verde e amarelo, reproduzindo as cores do capacete do tricampeão mundial de F1, bem como sua assinatura e a bandeira do Brasil. O projeto é da MSO (McLaren Special Operations) e foi encomendada por um cliente anônimo.
Fonte:noticiasautomotivas.com.br

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Toyota lança nova geração da SW4 a partir de R$ 205 mil SUV ganha visual diferente da picape Hilux, da qual era derivada. São 3 versões, com motores V6 a gasolina e 2.8 diesel, com 5 e 7 lugares.

A Toyota lançou nesta quarta-feira (17) a nova SW4. Depois de 18 anos de mercado, e chegando na terceira geração, o SUV derivado da recém-renovada Hilux se descola da picape no visual, passando a ter identidade própria, que nada lembra a geração anterior, lançada em 2005, e que, ao longo de mais de 10 anos, recebeu poucas mudanças. 
Veja os preços:
SW4 SRX V6 g 7 lug – R$ 205 mil
SW4 SRX 2.8 d 5 lug – R$ 220 mil
SW4 SRX 2.8 d 7 lug – R$ 225 mil

Produzida na Argentina, a SW4 chega ao Brasil, de série, com ar-condicionado digital, abertura elétrica do porta-malas, banco do motorista com regulagens elétricas, câmera de ré, bancos de couro, central multimídia com tela de 7 polegadas, TV digital e GPS, acesso e partida presenciais, lanternas de LED, vidros, travas e retrovisores elétricos, airbags frontais, laterais, de cortina e de joelho (para o motorista) e controles de tração e estabilidade. Sob o capô, há duas novidades. A versão mais em conta abandona o motor 2.7 flex, que dá lugar a um novo V6 de 4 litros a gasolina. Ele desenvolve 238 cavalos e 38,3 kgfm. Já as configurações diesel adotam o 2.8 de quatro cilindros que estreou na Hilux, no fim do ano passado. Ele gera 177 cv e 45,9 kgfm. Independente do motor, o câmbio é automático de 6 marchas e a tração, 4x4.
Diesel predomina - Na comparação com a geração que sai de linha, os preços também são maiores, porém, são justificados, em parte pelo salto tecnológico. A versão de entrada, SR flex de 5 lugares custava R$ 135.850, ou R$ 69.150 a menos. Em relação as versões a diesel, a diferença é menor. A SRV de 5 lugares com motor de 3 litros diesel custava R$ 204,8 mil, ou R$ 15,2 mil a menos. Já a opção com 7 lugares era vendida por R$ 210.050, R$ 14.950 mais em conta. A Toyota estima vender de 8 mil a 9 mil unidades em 1 ano, sendo 75% delas da versão de 7 lugares a diesel. Outros 20% dos emplacamentos devem ser da diesel de 5 lugares. Visual renovado - Existe um abismo entre a geração anterior da SW4 e a atual, que começa a ser vendida na próxima quinta-feira. A Toyota quis separar o SUV da Hilux, e por isso, foi além na ousadia visual do utilitário. Esqueça as linhas ultrapassadas do modelo criado em 2005.
A nova SW4 tem exterior com apelo high-tech. Isso fica evidente com os faróis bem mais estreitos, com luzes diurnas de LED. A grade acompanha o visual, e ganhou cromados. A maior característica do novo desenho, no entanto, está na lateral. A linha dos vidros possui um ressalto na altura da porta traseira, que acompanha um vinco que parte das lanternas e chega até a altura da maçaneta de trás. Na traseira, as lanternas também ficaram afiladas, com uma barra cromada ligando as duas peças. A nova SW4 também representa um salto de qualidade no interior. Apesar de ainda ostentar um ultrapassado relógio digital, a cabine da nova Toyota tem visual contemporâneo, claramente inspirado no sedã Corolla. Basta olhar para a alavanca de câmbio ou os comandos do ar-condicionado para lembrar do sedã. O quadro de instrumentos, com iluminação azul clara e visual sóbrio, também parece transplantado do Corolla.

Nas medidas, a SW4 cresceu 9 cm no comprimento. Porém, o tamanho adicional não se traduz no entre-eixos, o espaço efetivo para os ocupantes, que foi mantido em 2,75 m. O modelo ficou 2 cm mais largo, chegando a 1,86 m e 1 cm mais baixo, com 1,84 m. O vão livre em relação ao solo melhorou, de 22 cm para 26 cm, na versão a gasolina e 28 cm nas versões diesel. Por outro lado, a suspensão, multilink na traseira, foi mantida, enquanto os freios traseiros, que antes eram a tambor, agora receberam discos ventilados. Outra mudança é a forma de selecionar a tração. A antiquada alavanca dá lugar a um seletor eletrônico, que fica posicionado no console central, abaixo dos comandos de ar-condicionado. De acordo com a Toyota, o chassi foi renovado. Com uso de aços de alta resistência, há 66 novos pontos de solda na carroceria, que teria ficado até 20% mais rígida. Fonte: http://g1.globo.com/

Conheça a Ferrari que pode ser comprada mas nunca vai entrar na sua garagem. Ela é caríssima, mais de 8 milhões de reais, aí cabe a pergunta, vale a pena?

Matéria de: noticiasdecarros.com. É isso mesmo que você está pensando, a Ferrari FXX K nunca entrará na sua garagem, pelo simples motivo que foram fabricadas 40 unidades, e eles até podem terem compradores mas os mesmos não poderão levá-los para casa. Por tanto os modelos do FXX K devem ficar de posse da escuderia, para serem exibidos apenas durante eventos especiais. 
O preço é bastante salgado, cada modelo custa 2,5 milhões de euros(R$ 8,3 milhões de reais). Agora o motor é de gente grande brincar, são 1.050 cv, sendo que 860 cv são oriundos do motor a combustão V12, de 6,3 litros e os outros 190 cv do motor elétrico. A presença da tecnologia KERS de recuperação de energia cinética, componente que deu origem ao ”K”, no nome do modelo.
Cada detalhe da Ferrari FXX K, foi cuidadosamente pensado, para oferecer o máximo de desempenho, foi projetada com força aerodinâmica para baixo, para manter os 540 Kg a 200 km/h e não sair voando. O modelo é todo equipado com pneus Pirrelli e sensores que monitoram a aceleração longitudinal, lateral e radial, além das pressões e temperaturas. O super esportivo ainda conta com um câmbio automatizado, de dupla embreagem com sete velocidades.