quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Sempre é bom homenagear as mulheres e elas juntas com super carrões, se tornam uma mistura perfeita e linda. Espetacular!!!

Clássico

Super máquina

Muscle car

Europeu

Olhos de tigre

Tecnológico

Freendom

Beleza extrema 

Espetacular 

Muita elegância

Super sexualidade

Feras

Desenvoltura e qualidade

liderança e independência

Super nitro

Tecnologia Nipônica

Muscle Car: FORD MUSTANG BOSS 429 FASTBACK 1969 - Apenas uns dos muitos que ainda vamos postar!

Os fãs de muscle car achavam que o Ford Mustang Boss 429 de 1969 seria o Mustang capaz de rivalizar com o melhor dos Corvettes. Ficaram desapontados quando não foi isso que aconteceu. Só que a Ford nunca pensou no Boss 429 como um senhor das ruas, ou como qualquer ameaça a carros de arrancada. Essa diferença entre a expectativa e o real ofuscou o brilho de um carro extraordinário.
O Mustang beneficiou-se de um motor pronto para corrida, mas nunca 
teve - ou pretendeu ter - tanto desempenho quanto seus fãs esperavam
Veja mais fotos de muscle cars
O Boss 429 nasceu da necessidade da Ford de qualificar 500 exemplares de seu novo motor de corrida para a Nascar. Em vez de colocar as unidades de produção no Torino, seu carro médio que participava de corridas de stock-car, a Ford apresentou os motores em seu Mustang 1969 fastback. Era um bom motor: mancais com quatro parafusos, virabrequim de aço forjado, cabeçotes de alumínio com janelas de grande porte,  câmaras de combustão em forma crescente. Um carburador Holley 735-cfm de corpo quádruplo com RAM-air, coletor de admissão alto de alumínio e coletor de escape dimensionado completavam o motor, que era vendido por US$ 1.200. Opções obrigatórias incluíam uma quarta marcha (US$ 250) e um diferencial Traction-Lok com relação de 3,91:1 (US$ 64). Tinha  radiador de óleo, vinha com a bateria montada no porta-malas, suspensão reforçada, com barras estabilizadoras dianteiras e traseiras, pneus Polyglas F60X15, direção assistida mais direta e freio a disco nas rodas dianteiras. O Boss 429 tinha o interior luxuoso do Mustang e um conta-giros de 8.000 rpm. Era agradavelmente simples por fora, com adesivos simples, entrada de ar sobre o capô, spoiler dianteiro e rodas Magnum 500. Ar-condicionado e transmissão automática eram proibidos. Esse era o mais caro não-Shelby Mustang, e parte do preço vinha da suspensão dianteira retrabalhada para suportar o grande motor 429. O surpreendente aspecto positivo era uma bitola mais larga na frente e geometria melhorada que, com pneus especiais, davam ao Boss 429 ótima dirigibilidade.
O 429 para pistas de alta velocidade desabrochava em altas rotações - má notícia para a aceleração de arrancada. Além do mais, a primeira leva  tinha as molas das válvulas fracas, que perdiam a eficiência a 4.500 rpm e não a 6.000, como seria o correto. Mesmo seus pontos altos foram insuficientes para competir com seus rivais. A Ford construiu 1.356 Mustangs Boss 429 e dois Cougars para 1969 e 1970 antes de acabar com seu programa de corridas e aposentar um carro cuja promessa e objetivo nunca combinaram.
Sobre o FORD MUSTANG BOSS 429 FASTBACK 1969...
Especificações Gerais
Distância entre eixos, em centímetros: 274,6 Peso, kg: 1.757  Número construído: 858  Preço básico: US$ 4.798 Melhor motor disponível 
Tipo: V8 com válvulas no cabeçote  Capacidade, cc: 7.030  Alimentação: 1 carburador de corpo quádruplo 
Taxa de compressão: 10,5:1  Potência,em cv a rpm: 375 a 5200  Torque, em libras a rpm: 450 a 3400 Desempenho representativo  0 a 96,5 km/h, seg: 6,8 0 a 400 m, seg.  km/h: 14,0 a 166. - Fonte: http://carros.hsw.uol.com.br/

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Essa postagem é especial para quem ama carros e Rock. Confira as bandas e depois pode pesquisar pelos clipes e conferir os carros que participam destes clássicos.

Top 10: clipes de rock com carros


Misturar o bom e velho rock n' roll com carros é algo atemporal. Mexe com duas das maiores paixões do homem. Selecionamos dez canções cujos clipes fizeram sucesso, em grande parte, por trazerem superesportivos e clássicos. Desde já, que fique claro: a seleção abaixo não pretende classificar músicas ou modelos – gosto não se discute! A única regra era que cada vídeo unisse pérolas do rock com automóveis. 
Audioslave | Show Me How to Live
#1 Audioslave | Show Me How to Live (2002) – O vocalista Chris Cornell (ex- Soundgarden) aparece ao volante de uma réplica de um Dodge Challenger R/T 1970, que tenta fugir da polícia. O clipe, repleto de cenas eletrizantes, remete ao filme Vanishing Points ("Ponto de Fuga").

#2 The Cardigans | My Favorite Game (1998) – É até hoje um dos melhores clipes de rock com carros já feitos. A bela vocal da banda sueca, Nina Persson, dirige desgovernadamente um Cadillac Eldorado 1974, por uma daquelas estradas norte-americanas no meio do deserto.
The Cardigans | My Favorite Game

#3 Red Hot Chili Peppers | Scar Tissue (1999) – A banda californiana passa a maior parte do clipe a bordo de um Pontiac Catalina 1967 conversível todo enferrujado. A canção remete à biografia homônima de Anthony Kiedis, que fala sobre o período em que o vocal morou em um carro.
Red Hot Chili Peppers | Scar Tissue (1999)
#4 AC/DC | Stiff Upper Lip (2000) – Ao som inconfundível da voz de Brian Johnson, o quinteto australiano está a bordo de um Hummer H1 1997 quando surge um congestionamento.
AC/DC | Stiff Upper Lip (2000)

#5 Whitesnake | Here I Go Again (1989) – Com batida contagiante e ótimas nuances, a música sobrepõe os dois Jaguar XJ6 1980que servem de tablado para a sedutora Tawny Kitaen. No filme, a atriz aparece dançando sensualmente sobre o capô dos modelos.
Whitesnake | Here I Go Again (1989)

#6 ZZ Top | Gimme All Your Lovin' (1983) – O trio oriundo de Houston, Texas, é quase coadjuvante neste raro clipe dos anos 80. O protagonista, no caso, é um Hot Rod feito sobre um Ford Coupé 1933, que está na capa do álbum "Eliminator" e pertence a Billy Gabbons, vocal e guitarrista da banda.
ZZ Top | Gimme All Your Lovin' (1983)

#7 Sammy Hagar | I Can't Drive 55 (1984) – O cantor e guitarrista californiano (ex- Van Halen) protagoniza esse divertido clipe a bordo de uma arrasadora Ferrari BB 512i (Berlinetta Boxer). Como o nome sugere, o rapaz não consegue respeitar o limite de velocidade de 55 mph (88,5 km/h) ao volante da "macchina".
Sammy Hagar | I Can't Drive 55 (1984)

#8 The Rolling Stones | Don't Stop (2002) – Três jovens a bordo de um charmoso Cadillac Eldorado Biarritz 1960 viajam por cenários psicodélicos ao som da canção composta pelo líder da banda Mick Jagger, e pelo guitarrista Keith Richards.
The Rolling Stones | Don't Stop (2002)

#9 The Offspring | Pretty Fly (For a White Guy) (1998) – Sucesso do fim dos anos 90, a música da banda norte-americana de punk rock fala de um garoto branco que quer ser descolado. No clipe, o rapaz tenta chamar a atenção das pessoas ao volante de um Chevrolet Impala conversível 1962 com suspensão a ar, no estilo "lowrider".
 The Offspring | Pretty Fly (For a White Guy) (1998)

#10 Aerosmith | Crazy (1994) – Para muitos, é o (indiscutível) melhor clipe da banda norte-americana, por um simples motivo: as musas Alicia Silverstone e Liv Tayler, filha do vocalista Steven Tyler, protagonizam o filme na pele de duas estudantes que fogem do colégio a bordo de um Ford Mustang GT 1988.
Aerosmith | Crazy (1994)

#Faixa-Bônus Metallica | Fuel (1998) – Explosivo. Essa é a palavra que melhor descreve este clipe da banda de heavy metal. O vídeo mostra vários muscle cars tipicamente norte-americanos. Já a letra critica a rapidez com que as pessoas "conduzem" suas vidas – como a bordo dos carros.

Fonte: http://www.vigiativo.com.br/

Audi mostra conceito que acelera a 100 km/h em 3,7 segundos Prologue tem motor V8 biturbo de 4.0 litros, que gera 613 cavalos. Design aponta para futuras reestilizações de A6, A7 e A8.

A Audi lançou nesta quarta-feira (19/11) o conceito Prologue, no Salão de Los Angeles. O cupê de 2 portas antecipa novas linhas de design para os carros de categoria superior da marca e mostra potencial para brigar entre os esportivos mais cobiçados do mundo. 
De acordo com a fabricante, o Prologue é equipado com motor V8 biturbo de 4.0 litros, que gera 613 cavalos de potência e acelera o carro a 100 km/h em apenas 3,7 segundos - a Ferrari F12 berlinetta, que tem 740 cv, faz a mesma aceleração em 3,1 segundos. Com o showcar, a Audi mira o Mercedes-Benz S 65 AMG Coupé, que é impulsionado por um V12 de 6.0 litros e 638 cv. Se o Prologue virar realidade, o esportivo de 2 portas da rival alemã ficaria para trás, já que atinge os 100 km/h em 4,1 segundos. Design Embora seja um cupê, o conceito da Audi é apenas 4 centímetros menor que o sedã A8, com 5,10 metros de comprimento, entre-eixos de 2,94 m, largura de 1,95 m e altura de 1,39 m. A frente, que aponta para as próximas re-estilizações do A6, A7 e A8, tem grade maior e mais baixa. Os faróis, com tecnologia laser, são mais alongados e "afiados". A traseira foi inspirada no visual de um iate, segundo a fabricante. A lanterna de LED que se estende por toda a largura do carro simula um efeito 3D, quando motorista pisa no freio.
Confira o que é avanço, tecnologia e desenvolvimento...
Fonte: http://g1.globo.com/

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Perua Maverick Filha bastarda da Ford, ela surgiu trazendo dois confortos pouco valorizados na época pelos brasileiros: quatro portas e seis lugares. Reportagem de Quatro Rodas.


Carro considerado raro... Muito criativa, a concessionária paulistana Souza Ramos até hoje é lembrada pelas transformações que fazia nos Ford nos anos 80, em especial o furgão Ibiza e a cabine dupla Deserter, desenvolvidos a partir da picape F-1000. O sucesso dos dois contrastava com o fracasso de um de seus projetos mais interessantes, hoje muito disputado entre os colecionadores: a Perua Maverick.  Acostumada com o sucesso da Belina, a autorizada sentiu a concorrência no encalço quando a GM apresentou a Caravan em 1975: a nova perua surgiu com todas as virtudes e qualidades do Opala, destacando-se pelo espaço interno e pela capacidade única de carregar até seis pessoas. Projetada pela Opel, a perua já era vendida na Alemanha desde 1967. Era uma situação delicada para a Ford: apresentado para concorrer com o Opala em 1973, o Maverick foi idealizado para ser um cupê econômico nos EUA, sem nenhuma proposta familiar. Apertado, o espaço interno melhorou apenas na versão sedã, com quatro portas e 17 cm a mais no entre-eixos. Foi a partir dele que a Souza Ramos decidiu combater a Caravan, desenvolvendo uma perua exclusiva para o mercado brasileiro. A iniciativa repetia uma experiência de 1957, quando o empresário Gil de Souza Ramos era sócio da encarroçadora de ônibus carioca Carbrasa. Na época, a empresa havia desenvolvido uma perua com base no Volvo P445. Frente a um precedente tão bem-sucedido, a SR desenvolveu o primeiro protótipo da Perua Maverick em 1976, executado pela Sulamericana Carrocerias. 
Aprovada pela Ford, a produção artesanal consistia em remover a tampa do porta-malas e o vidro traseiro e cortar as travessas diagonais que apoiavam o banco traseiro e parte do teto até a coluna B, central. A nova extensão do teto era ligada à coluna C e à coluna D (nova), com reforços estruturais presentes também no assoalho do porta-malas: os 72 kg a mais sobre o eixo traseiro melhoravam tanto a estabilidade quanto a frenagem. Fibra de vidro era usada na construção da porta traseira, fixada por dobradiças e sustentada por amortecedores a gás. O vão de abertura ia até o para-choque traseiro, obrigando o reposicionamento das lanternas traseiras e do bocal de combustível (na lateral direita). A transformação era executada em sedãs novos ou usados, com quatro ou oito cilindros: custava Cr$ 50 000 em 1978, enquanto o Maverick sedã básico custava Cr$ 107 300.
Apesar do preço alto, o resultado era bom: as quatro portas proporcionavam acesso inigualável e o porta-malas tinha 880 litros, acima dos 774 da Caravan. O banco traseiro era substituído por outro baseado no da Belina, com assento móvel e encosto basculante que se alinhava perfeitamente ao assoalho do porta-malas, estendendo o volume total para 1 530 litros. O acabamento interno era digno da produção artesanal: o descansa-braço das portas traseiras era reduzido para não atrapalhar a movimentação do encosto do banco e as laterais do porta-malas recebiam placas de fibra de vidro, com revestimento de carpete no assoalho e caixas de roda. Capricho indispensável a uma perua que custava cerca de 33% a mais que sua principal concorrente.
Um Ícone dos Anos 1970.  Cara e com produção limitada a dez unidades mensais, a Perua Maverick sucumbiu também à modernidade da Belina II. Apesar de ter só duas portas, a nova rival da Ford trazia estilo contemporâneo, porta-malas de 768 litros e baixo consumo. Não há números oficiais de produção, mas estima-se que abaixo de 100 unidades foram construídas, sendo que menos de 20 se encontram em perfeitas condições. A comodidade das quatro portas voltaria ao mercado nacional apenas em 1985, com o lançamento da VW Santana Quantum.
Ficha técina - Motor: V8, 2 válvulas por cilindro, comando de válvulas simples no bloco, alimentação por carburador de corpo duplo Cilindrada: 4 950 cm³ Potência: Potência:197 cv (SAE) a 4 600 rpm Torque: 39,5 mkgf (SAE) a 2 400 rpm Câmbio: automático de 3 marchas, tração traseira Dimenssões: comprimento, 473,2 cm; largura, 179,1 cm; altura, 137,2 cm.
Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/

Um ano sem Paul Walker!

Nossa homenagem... 

Ontem dia 30/11/2014 fez um ano da morte prematura do ator e ídolo dos Filmes de Velozes e Furiosos. Jovem demais, gostava demais de viver, li muito sobre sua vida e soube mais sobre esse homem, ator e pai que era uma figura humana espetacular... Grande Paul Walker, o eterno Brian o'conner. 
Sofrimento de Paul Walker: o relatório da autópsia do ator norte-americano que confirma que este não faleceu logo após o impacto do automóvel contra uma árvore. O médico legista determinou que além dos traumatismo, Paul Walker morreu também devido a queimaduras.
Paul Walker - que tinha uma filha de 15 anos - e o amigo faleceram no dia 30 de novembro de 2013 quando regressavam de uma gala solidária. O ator ganhou notoriedade com os filmes Fast & Furious e estava a terminar o sétimo da saga (o sexto em que participava).
Ele no papel do agente do FBI Brian o'conner inspirou toda uma geração a se apaixonarem pelo complexo e apaixonante mundo dos carros e do automobilismo, juntamente com o ícone ator dos filmes de ação, Vin Diesel ou Dominic Toretto...

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Ferrari de 1962 é vendida por US$ 38 milhões e bate recorde em leilão, Modelo arrematado é uma 250 GTO Berlinetta de 1962. Recorde anterior era de um Mercedes W196 de 1954 de US$ 30 milhões. Reportagem de AUTO ESPORTE.

Recorde: Ferrari250 GTO Berlinetta de 1962


Uma Ferrari 250 GTO Berlinetta de 1962 quebrou o recorde de carro mais caro vendido em um leilão, ao alcançar os 38 milhões de dólares durante um evento realizado na Califórnia (oeste dos Estados Unidos), informou a imprensa local.
250 GTO Berlinetta de 1962
O recorde anterior era de um Mercedes-Benz W196 de 1954, adquirido no ano passado por 30 milhões de dólares na Inglaterra. A Ferrari, leiloada na Semana do Automóvel de Monterrey (perto de San Francisco), leva o tradicional vermelho da fábrica italiana. O número do chassi 3851 GT. Apenas 39 carros como este foram fabricados, de acordo com a casa de leilões Bonhams. O carro, que teve sua montagem concluída em 11 de setembro de 1962, foi às pistas sendo guiado pelo piloto francês Jo Schlesser, que naquele ano disputou o Tour da França de automobilismo com o ex-esquiador e medalhista olímpico Henri Oreiller, também francês, segundo a Bonhams. Mas a segunda corrida da dupla francesa terminou em tragédia em outubro de 62, no circuito de Montlhery, ao sul de Paris. Oreiller morreu no acidente. 'O carro ficou muito danificado depois de bater em uma mureta de proteção e, arrasado, Jo Schlesser o devolveu à fábrica para que voltasse a ficar novo em folha e fosse vendido depois', indicou a Bonhams. Em 1965, o veículo passou para Fabrizio Violati, membro de uma abastada família italiana, que o usou para participar de corridas de carros clássicos e ficou com a máquina até morrer, em 2010. O carro passou, então, a pertencer à Maranello Rosso Collezione. O responsável pelo leilão, Robert Brooks, não revelou o nome do comprador. Algumas celebridades que fazem parte do seleto grupo daqueles que têm uma Ferrari 250 GTO são o estilista Ralph Lauren; o baterista do Pink Floyd, Nick Mason e o herdeiro da rede Wal-Mart, Rob Walton, de acordo com o jornal Los Angeles Times. Fonte: http://g1.globo.com/, em 15/08/2014.

Gosta de super raridades? Então acompanhe essa postagem especial de Leo Super Cars. Fotos de 07 carros super raros.

01. Rolls-Royce Silver Ghost 1913
02. Ford Mustang 'Bullitt' Fastback Coupé 1967
03. Chitty Chitty Bang Bang
04. Rolls-Royce Phantom II 1933
05. Lanchester 38hp Detachable Top Open Drive Limousine 1912
06. Lagonda V12 Sports Saloon 1939
07. Railton Eight MkII Drophead Coupé 1936