segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Fórmula 1 celebra título de Lewis Hamilton, o “merecido campeão” Bernie Ecclestone acha merecida a conquista: “O resultado expressou com precisão o que vimos este ano”; Niki Lauda vai além: “Esse título deixará Lewis mais maduro". Reportagem da Globo.com


Há um consenso na Fórmula 1 de que o melhor piloto da temporada foi o campeão: Lewis Hamilton. E que o segundo piloto mais eficiente, Nico Rosberg, acabou vice. “O resultado final expressou com precisão o que vimos este ano”, afirmou Bernie Ecclestone, promotor do evento. “E foi ainda melhor porque Lewis ganhou o campeonato vencendo a corrida.” Mas o que Hamilton tem de especial, o que faz muita gente considerá-lo um supertalento? As respostas dos profissionais da F-1 são surpreendentes. “Lewis é um piloto atrevido, não hesita em correr riscos, é um verdadeiro piloto, como os de antigamente, que competiam por pura paixão, sem se preocupar muito com o que poderia acontecer. Não estou dizendo que é um irresponsável. É ótimo tê-lo na F-1 . Pessoalmente gosto muito desse tipo de piloto”, disse Ecclestone. Niki Lauda, três vezes campeão do mundo e diretor da equipe Mercedes, foi quem mais trabalhou para convencer Hamilton a trocar a “segurança” da McLaren pelo time alemão, no fim de 2012. “Hoje está explicado por que pessoalmente participei das negociações. Lewis é um piloto que ganhou 11 corridas este ano. Que dado você quer mais para justificar o título?” Quais são suas maiores qualidades? “Velocidade, claro, e buscar sempre a vitória a qualquer preço, obstinado para ser primeiro, ainda que por vezes pague por isso.”
O ex-piloto da RBR, hoje da Porsche no Mundial de Endurance, Mark Webber, disse que esperava ver Hamilton campeão bem antes da última etapa. “Nico Rosberg me surpreendeu. Acreditava que Lewis não teria tanta dificuldade para vencê-lo. O novo regulamento, que exigiu que o piloto fosse mais calculista e não permite que exija tudo o tempo todo, ajudou Nico e tirou um pouco a força de Lewis.” Webber disse mais: “Se a Mercedes tivesse um carro tão bom com o regulamento do ano passado, por exemplo, quando era possível buscar o limite por mais tempo, Hamilton teria definido o campeonato bem antes. Nessa condição ele é muito, muito capaz.” A exemplo de Ecclestone, o vice-diretor de prova, Harbie Blash, diretor esportivo da Brabham quando o promotor da F1 era o dono, falou que o título ficou com o melhor. “Acredito que ninguém está contestando, não? O que é ótimo para a F-1. Lewis é um talento natural. Não é tão técnico como Nico, mas veja seus tempos de volta, são quase os mesmos. O efeito do estilo dos dois é o mesmo. Não esperava ver Nico tão próximo de Lewis. Enfim, a F-1 este ano, com tudo o que disseram sobre a mudança do regulamento, continuou selecionando o piloto mais talentoso e não o mais técnico. E nesse sentido Lewis é excepcional.” Alain Prost, quatro vezes campeão do mundo, hoje embaixador da Renault, destacou algo que nem todos prestaram atenção este ano. “Todos dizem que Lewis é um piloto extraordinário, muito rápido, melhor numa volta lançada. Mas ao longo de 70 voltas, ou seja em corrida, nem tanto. Às vezes erra. Ao menos não é o seu ponto mais forte. E o que vimos este ano? Nico foi quem mais fez pole positions (11 a 7). A vantagem de Hamilton surpreendentemente não foi nas definições do grid, mas em corrida, contra todas as previsões. Ele ganhou 11 vezes e Nico, 5.”
O raio X de Hamilton realizado pelos profissionais da F1 prossegue. Com a elegância e educação que o caracterizam, Nico Rosberg, o adversário direto de Hamilton durante todo o ano e, claro, na etapa final (com problemas de toda natureza no seu Mercedes acabou em 14.º), afirmou, depois de ir cumprimentar o companheiro de equipe antes da cerimônia do pódio. “Ele foi um pouco melhor do que eu este ano. Portanto, ele mereceu ser campeão. Foi o melhor piloto da temporada.” Enquanto deixava o autódromo, o GloboEsporte.com ouviu Ron Dennis, sócio e diretor da McLaren. Foi ele que decidiu investir na formação de Hamilton, ao bancá-lo na Fórmula Renault 2.0, na Fórmula 3 Europeia, na GP2, campeão em todas, até chegar na F-1. Mas depois de seis anos na McLaren, Hamilton procurou Dennis para informá-lo que estava de saída para a Mercedes. O sócio da McLaren nunca escondeu considerar Hamilton um ingrato. Neste domingo falou com certo descaso do ex-protegido, que lhe deu o título de 2008. “Lewis ganhou mais corridas, não? Teve mais quebras mecânicas e ainda assim venceu. Merece ser campeão.” Em outros momentos, Dennis descreveu Hamilton como um piloto que senta no carro, não pergunta nada, e já na primeira volta é rápido. “E que velocidade tira dos carros, seja ele qual for.”
Fernando Alonso viveu o inferno na McLaren, em 2007, quando teve como companheiro o estreante Hamilton. A coisa foi tão litigiosa que Ron Dennis e Alonso chegaram a um acordo para rescindir o contrato entre ambos que era de três anos. Alonso falou sobre Hamilton. “É o piloto que mais respeito no grid.” Tiveram seus momentos de tensão extrema, mas o espanhol, tido por muitos como o mais completo, vê Hamilton como o melhor, depois dele, lógico. Lauda volta a falar de Hamilton. “Esse título, obtido em condições distintas do de 2008, deixará Lewis mais maduro. Continuará com seu instinto de piloto, vencer a qualquer custo, mas penso que o tornará mais sereno, sem que isso o faça ser mais lento e mude seu estilo.” Fonte:http://globoesporte.globo.com/

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

CARA NOVA!!!

Para chamar mais a atenção das pessoas apaixonadas por carros, estamos remodelando nosso blog, tá com a aparência remodelada, depois de quase 70 mil acessos e de aproximadamente 200 postagens... Até agora, muitas pessoas perguntam, "por que carros???", minha resposta sempre é simples, direta e clara, 'É apenas uma questão de paixão, de prazer por ver os carros e estudar sua história, simplesmente uma afeição extraordinária"... Os carros têm uma participação decisiva na história da humanidade, nos séculos 20 e 21.. E muitas pessoas como eu, têm uma relação com seus carros, não querem se desfazer deles e uma maneira de você, que é meu público alvo, conhecer essa história, e todos os sentimentos, é com as informações, e esse blog, LeoSuperCars, é apenas mais uma ferramenta para isso, que com orgulho digo que é o mais completo blog dessa região... Aguarde que ainda estamos remodelando a aparência, e logo vamos colocar postagens de carros aqui da região, é uma meta que pretendemos atingir.. Abraços e obrigado.. 
Por: Leonardo Lima,
Autor e editor.
lecco29@gmail.com
lecco29@hotmail.com

Mais um super clássico, agora é a vez do Plymouth Superbird 1970. Pra muitos amantes dos carros, principalmente dos clássicos, é o Santo Graal.

Plymouth Superbird foi uma versão modificada do  Plymouth Road Runner. O Superbird foi um carro projetado para enfrentar o Dodge Daytona Talladega nas competições da NASCAR, em 1970. Tentando obter alguns dos muitos resultados de sucesso que a Dodge teve em 1969 com a sua Daytona, a Plymouth tentou a mesma coisa em 1970, com a sua criação, o Plymouth Superbird. Embora semelhante em aparência, o Superbird foi realmente muito diferente do Daytona.
Com mais de 5,00 metros de comprimento, devido ao bico aerodinâmico dianteiro, aerofólio traseiro de mais de 1,50 de altura, e equipado com motores de Alta Capacidade Cúbica de mais de 400hp (Mopar 440 SixPack e 426 HEMI), o Superbird foi ao mundo com produção limitada em torno de apenas 1500 unidades. Entre outros recordes, o Superbird foi o responsável pela conquista da maior velocidade obtida em pista, mais de 320 kph, sendo ultrapassado somente depois de quase 20 anos! 
O símbolo do Superbird é o "Papa-léguas", cartoon da Warner (Road Runner), que mostra bem suas capacidades e, seu maior trunfo em pista foi ter como um dos seus pilotos a lenda "Richard Petty"! Atualmente, apenas alguns poucos Superbird rodam por aí, com seu valor de venda avaliado em mais de US$200.000, preço muito superior à Ferrari F430 ou o novo Ford GT! Veja um vídeo com muitos outros visuais e fotos mais detalhadas.
Fonte:http://dream-old-cars.blogspot.com.br/

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

As principais competições automobilística do Brasil e do mundo.

Em destaque os logos das principais e mais emocionantes competições de automobilismo do Brasil e do mundo, ainda existe outras muitas, coloquei apenas as minha preferidas.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Bugatti EB 110 - Super carro

O carro utiliza um motor 4 tempos, quad- turbo V-12 de 60 válvulas, que transmite a potência às 4 rodas por meio de uma caixa de mudanças manual de 6 marchas. A cilindrada de 3.5L (3499cc3) é obtida por cilindros com diâmetro de 81mm e 56,6mm de curso e proporciona potência de 561 cv (404 kW; 553 hp) à 8000 rpm. Acelera de 0 à 100 km/h em 3,4 segundos e a versão GT alcança a velocidade máxima de 343 km/h (213 m/h). O Bugatti EB 110 utiliza uma suspensão do tipo double wishbone, e o chassis foi desenvolvido pela Aéropastiale, uma empresa de aviação, e montado em fibra de carbono e Nomex, sobre o qual foi montada a mecânica completa e a carroceria do veículo, fabricada a partir de chapas de alumínio finíssimas. O carro foi equipado com as famosas portas Gandini do tipo tesoura e possui ainda um vidro que proporciona uma visão do motor V12 aos ocupantes, e pode ser levantado ou abaixado por meio de um interruptor. A alavanca de câmbio foi localizada próxima ao motorista, visando agilidade as trocas de marcha. O acabamento interno era luxuoso e exclusivo, mas praticamente não havia lugar para a bagagem. A Michelin usou então o carro para desenvolver seus pneus MMX3 de altíssimo desempenho (seguros acima de 300 km/h) e que poderiam rodar vazios, eliminando a necessidade de estepe.

Como era de se esperar devido à baixa cilindrada e à opção pela superalimentação, a imprensa da época reporta que não acontecia nada antes de 4.000 rpm, mas daí em diante toda a potência era despejada de uma só vez, até o limite de giros de 8.000 rpm.2 Uma revista alemã, uma das poucas publicações que mediram seu desempenho, conseguiu fazer de 0 à 100 km/h em apenas 3,6 segundos e de 0 à 200 km/h em 14 segundos. Sua velocidade máxima era de 334 km/h.2 Mesmo assim seu comportamento dinâmico era tranquilo, sem surpresas, graças em grande parte à tração integral (com repartição de potência de 73% à traseira e 27% à frente), e a suspensão extremamente equilibrada absorvia muito bem os impactos, o que impressionava para um carro deste tipo. A qualidade do acabamento era boa e o carro dava a sensação de um produto sólido e bem feito. O peso inicial do carro foi previsto para 1.300 kg, mas ficou em 1.618 kg, fruto de sua complexidade excessiva. Cinco protótipos foram construídos com chassis de alumínio, seguido por oito protótipos construídos com chassis composto. Após estes, acredita-se que apenas 95 unidades do GT SS foram construídos.
Em 1992, um modelo mais leve e potente com 611 cv (450 kW, 603 hp) a 8000 rpm, o Bugatti EB110 SS (SuperSport) foi introduzido. Este carro foi capaz de atingir 348 km/h (216 mp/h) e acelerar de 0 a 100 km/h em 3.2 segundos. Seu valor era superior à 350.000 dólares para o modelo SS, tornando-o muito exclusivo. No início de 1994 o piloto de Formula 1, Michael Schumacher adquiriu um Bugatti EB 110 SuperSport amarelo, dando a companhia uma grande publicidade. Derek Hill, filho do ex-piloto e campeão de Formula 1, Phill Hill, foi um dos três pilotos de uma equipe que competiu com um EB 110 nos Estados Unidos em 1996 nas 24 Horas de Daytona. Apesar de correr pela Ferrari a partir de 1996, e de uma colisão com um caminhão no ano anterior (a qual ele culpou o sistema de travamento), Schumacher manteve seu EB 110SS até 2003. Vendeu o carro a Modena MotorSport, uma oficina especializada em Ferrari, preparação para corridas e venda de Ferraris clássicas na Alemanha.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

A volta de um clássico: Toyota irá retomar produção do Land Cruiser 70 no Japão Medida faz parte das comemorações dos 30 anos do modelo. Utilitário não era produzido desde 2004, e terá motor V6 de 231 cavalos.

MATÉRIA DA REVISTA AUTO ESPORTE... Para comemorar o aniversário de 30 anos do Land Cruiser 70, um dos ícones da Toyota, a marca resolveu retomar a produção do modelo por cerca de um ano. Os veículos estarão disponíveis nas concessionárias japonesas com carroceria SUV, além de uma inédita picape. A produção do Land Cruiser 70 havia sido encerrada no Japão em 2004. Apesar de, em teoria, ser um modelo dos anos 80, o Land Cruiser “retrô” terá equipamentos condizentes com as demandas atuais. O motor, por exemplo, é o V6 4.0 de 231 cv lançado em 2007 no Land Cruiser 200. Ele está acoplado ao câmbio manual de cinco marchas e a tração nas quatro rodas. Entre os equipamentos de segurança, freios ABS e airbag duplo. No visual, o Land Cruiser 70 teve conjunto ótico, grade e interior atualizados. Mas nada que deixa o modelo descaracterizado. Na cabine, por exemplo, é possível notar que se trata de um veículo dos anos 80. Os únicos traços mais modernos estão no volante e no grafismo dos mostradores. De resto, o ar-condicionado tem controles rústicos e o relógio no topo do painel denuncia a idade do projeto. Ainda há adesivos em comemoração aos 30 anos nas laterais do carro e o proprietário leva, junto com o veículo, uma capa especial, de couro, para o manual do proprietário. No Japão, a picape será vendida por 3,5 milhões de ienes, o equivalente a R$ 76,7 mil, na cotação desta segunda-feira (25), e o SUV por 3,6 milhões de ienes, ou cerca de R$ 78,9 mil, na cotação da mesma data. A Toyota espera que sejam feitos cerca de 200 pedidos mensais. A família 70, lançada em 1984 representou um salto evolutivo na linha Land Cruiser. Até então, a última alteração significativa do veículo tinha sido em 1967, com a criação do SUV de quatro portas. O modelo sempre foi conhecido pela robustez e confiabilidade.
Fonte: http://g1.globo.com/

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

SUPER MÁQUINAS: Os 10 carros mais velozes do mundo, segundo pesquisa feita em 2011, hoje em dia, com certeza a lista já tá renovada. Muito legal essa reportagem, sei que é antiga, mas ale a pena conferir.

A briga entre supermáquinas e a busca pela velocidade é algo que sempre fez parte do universo dos grandes carros. Montadoras de toda parte do mundo, em especial Ásia, EUA e Europa, criam e recriam novos e possantes modelos que todo ano revela o vigor dos fabricantes de carros que buscam alternativas cada vez mais criativas para atrair a mídia e por conseqüência consumidores especiais. Sim, pois tão especial quanto esses carros, deve ser o consumidor. Dotado de alguns milhões de dólares disponíveis para adquirir essas máquinas incríveis. O site americano AskMen lançou recentemente uma baita seleção dos 10 carros mais velozes do mundo (até agora). São edições especiais e limitadas que mostram a capacidade do homem em atingir os limites da velocidade sobre rodas. Confira essa seleção incrível. Até por que talvez na próxima novos modelos já tornem esses 10 carros ultrapassados.
Fonte:http://revista-mensch.blogspot.com.br/

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Novo Troller T4 2015. Orgulho nosso.

A Ford decidiu reinventar a Troller. E isso inclui não só uma nova geração do produto único da marca, o jipe T4, como também a reforma da fábrica em Horizonte, no Ceará, que duplicou a capacidade de produção para cerca de 300 veículos mensais. Na verdade, uma coisa tem muito a ver com a outra. Atualmente, sem exposição ou maiores investimentos em marketing, o modelo emplaca em média 100 unidades/mês. E mesmo que a partir de agosto o novo T4 chegue ao mercado até 15% mais caro que o atual – deve custar algo em torno de R$ 110 mil, contra R$ 96 mil –, a Ford imagina que possa até dobrar as vendas.
Mecanicamente, o novo T4 importa diversos elementos da picape Ford Ranger. A começar pelo motor, que é o mesmo 3.2 litros turbodiesel de cinco cilindros e 20 válvulas, que rende 200 cv de potência e 48 kgfm de torque. Em relação ao T4 anterior, que usava um propulsor Maxion, este tem 32 cv e 9 kgfm a mais. O motor é gerenciado por uma transmissão de seis marchas. A tração 4X4 tem reduzida e é distribuída por dois diferenciais, sendo que o traseiro com escorregamento limitado.
A aplicação de um trem-de-força tão poderoso em um veículo com pouco mais de 2.100 kg evidencia a preocupação da Ford em preservar as reconhecidas capacidades off-road do T4. O novo chassi em longarina, desenvolvido especialmente para o modelo, ficou mais robusto. O jipe manteve a configuração com duas portas, quatro lugares – na verdade, um 2+2 – e tampa traseira pivotada, mas o ângulo de saída passou de 36º para 50º e o entre-eixos passou de 2,41 para 2,59 metros. Perdeu 5º para inclinação lateral – agora é 40º –, mas foi de 75 para 80 cm a profundidade para travessia.
Ficha técnica: Motor: Diesel, dianteiro, longitudinal, 3.198 cm³, cinco cilindros em linha, turbo, quatro válvulas por cilindro e sistema de abertura variável de válvulas. Injeção direta e acelerador eletrônico. Transmissão: Câmbio manual com seis marchas à frente e uma a ré. Tração integral por acionamento elétrico e reduzida. Não oferece controle de tração. Potência máxima: 200 cv a 3 mil rpm. Torque máximo: 48 kgfm a entre 1.750 e 2.500 rpm. Diâmetro e curso: 89,9 mm X 100,7 mm. Taxa de compressão: 15,5:1. Suspensão: Dianteira e traseira por eixo de torção com barra estabilizadora e barra Panhard. Molas helicoidais e amortecedores de dupla ação. Não oferece controle de estabilidade. Pneus: 255/65 R17. Freios: Discos ventilados na frente e maciços atrás, com ABS e EBD. Carroceria: Utilitário com carroceria em compósito sobre chassi de longarinas, com duas portas e cinco lugares. Com 4,10 metros de comprimento, 1,98 m de largura, 1,96 m de altura e 2,58 m de distância entre-eixos. Não dispõe de airbags. Peso: 2.140 kg com 420 kg de carga útil e 750 kg rebocáveis. Capacidade off-road: 51º de ângulo de entrada e de saída, 45º de inclinação de rampa com reduzida, 40º de inclinação lateral, 80 cm de capacidade de imersão e vão livre para o solo de 31,1 cm entre os eixos e de 20,8 com sob o diferencial traseiro. Capacidade do porta-malas: 134 litros/558 litros com os bancos traseiros rebatidos. Tanque de combustível: 62 litros. Produção: Horizonte, Ceará. Lançamento: Agosto de 2014. Itens de série: Ar-condicionado, trio elétrico, computador de bordo, ABS, roda de liga leve de 17 polegadas, direção hidráulica e rádio/CD com Bluetooth. Preço estimado: R$ 110 mil. Fonte:http://www.noticiasautomotivas.com.br/

sábado, 27 de setembro de 2014

Impala! Um dos nomes mais tradicionais da Chevrolet que sempre aparece em grande estilo. (revista Quatro - Rodas, reportagem e fotos de black america web)

O novo Impala deixou de lado o visual tímido em favor de um design moderno, revelando a nova identidade de estilo da marca - presente também no utilitário esportivo Traverse. Olhando de frente, chama atenção a nova grade frontal, que abandonou a barra horizontal presente na maioria dos últimos lançamentos da Chevrolet até então. Um pouco abaixo ficam as luzes de iluminação diurna feita por LEDs. A traseira tem uma queda suave em direção às belas lanternas, ligadas por uma régua prateada na tampa do porta-malas. O refinamento também chegou ao interior, equipado com uma tela sensível ao toque de oito polegadas que esconde um amplo porta-objetos. 
Em seu país natal, o Impala será oferecido com três opções de motorização. A versão de entrada tem um motor 2.4 com quatro cilindros e 182 cv. A opção intermediária usa um 2.5 também com quatro cilindros, preparado para gerar 197 cv. No caso da versão topo-de-linha, quem movimenta o sedã é um 3.6 V6, que rende 307 cv. Todas as configurações são combinadas a uma transmissão automática de seis velocidades. O novo Impala será vendido no começo de 2013 e a GM ainda não anunciou os preços do sedã. Fonte:http://quatrorodas.abril.com.br/