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terça-feira, 28 de março de 2017

Conheça o Morgan Threewheeler

Fornecido por Motorpres:Carro, moto, avião: conheça o Morgan Threewheeler | Autor: Dany Heyne
Pode parecer clichê, mas quando você entra na fábrica da Morgan, em Malvern Link, no condado de Worcestershire, a sensação é de iniciar uma viagem no tempo. E não é para menos, já que as instalações têm mais de cem anos (embora atualmente qualquer prédio com aparência antiga possa esconder uma tradicional fábrica familiar ou sediar uma moderna empresa de aplicativos para celular). Estamos aqui para conhecer um dos modelos mais emblemáticos (senão o mais) da marca britânica, o Threewheeler, que praticamente definiu o destino da Morgan. Então, nada melhor do que conhecer um breve histórico do modelo. A empresa foi fundada por Henry Frederick Stanley Morgan, um desenhista técnico cuja primeira experiência motorizada (por volta de 1900, em uma descida de montanha) terminou de maneira acidentada a bordo de um Benz com motor de 3 cv alugado. Os custos de reparo foram de aproximadamente 28 libras e adiaram o sonho do jovem Morgan de adquirir o seu próprio carro. Somente alguns anos mais tarde o jovem Morgan conseguiu se tornar o proprietário de um Eagle Tandem, um antigo modelo de triciclo inglês equipado com um motor De Dion arrefecido a água capaz de gerar 8 cv (bastante para a época). Em 1905, graças ao entusiasmo (e dinheiro) de seu pai, Henry inaugura sua oficina em Malvern Link e, em seguida, o primeiro serviço regular de ônibus do país. Na mesma época, ele compra um motor Peugeot de 7 cv pensando em construir uma moto apenas por diversão. O resultado, porém, foi um veículo de três rodas, com chassi tubular, bastante leve e que proporcionava muito prazer ao dirigir. Batizado de Runabout, o modelo foi muito elogiado pelos amigos de Morgan, que o incentivaram a construir mais unidades. Seu pai contribuiu finaceiramente mais uma vez e, em 1910, foi registrada a primeira patente do modelo. No ano seguinte, houve a primeira aparição em uma feira - e as primeiras encomendas. O sucesso estava a caminho.
O trabalho de Morgan com seu Threewheeler foi nas competições, e o empresário utilizava o dinheiro dos prêmios para reinvestir em sua fábrica. Hoje isso seria considerado “marketing de guerrilha”, mas para Morgan era apenas uma questão de lógica. O sucesso obtido pelo seu modelo de dois lugares com três rodas e motor de dois cilindros foi tão grande que Morgan ficou apreensivo. Em busca de ajuda, procurou outros fabricantes, mas ninguém se dispôs a auxiliá-lo. Por isso, procurou seu pai mais uma vez e investiu em novas instalações e maquinário. De volta ao presente, estamos no prédio em que o Threewheeler é construído artesanalmente, prestes a presenciar o momento em que um chassi recebe o motor V2 arrefecido a ar da americana S&S e a caixa de câmbio do Mazda MX-5 devidamente adaptada. A parte elétrica do triciclo parece extremamente simples. Freios ABS? controle de estabilidade? Nada disso.
Na estação seguinte da linha de produção, vemos uma estrutura de alumínio recém-pintada. Quem observar atentamente vai perceber o suporte de madeira. E é assim mesmo, tradição e processos artesanais são preservados nesta fábrica e deve continuar assim. E não é à toa, já que o nome Morgan permanece nos registros de propriedade da empresa até hoje. Não deixa de ser admirável que, em plena era da automação, uma fabricante de veículos se mantenha tão fiel às origens. PRODUÇÃO SEM PRESSA. Os homens que trabalham na produção não têm nenhum cronômetro determinando o ritmo deles. Mas cada Threewheeler demora cerca de 40 horas para ser construído. Não há estresse, tudo parece estar sob controle e, enquanto os carros são montados, os funcionários encontram tempo até para contar piadas. O clima parece até o de um bar, com parafusos sendo apertados enquanto tomam uma cerveja. Mas não se engane. Essa descontração só ocorre porque os carros são bem produzidos. A cada ano, cerca de 1.000 modelos Morgan são entregues, sendo 200 Threewheeler. Quem deseja adquirir um tem de aguardar entre seis meses e um ano. E a fila de espera não diminui. Quando um Threewheeler está terminado e pronto para uso, é necessário fazer um teste para checar se tudo foi montado de acordo. O percurso inclui algumas estradinhas sinuosas da região, que poderiam causar algum incômodo se o Morgan fosse um carro “normal”. Vamos acelerar uma unidade recém-finalizada em sua avaliação final. Depois de empurrar o leve triciclo além dos portões, recebemos permissão para acelerar, e, após os primeiros quilômetros, estamos absolutamente inebriados com o carrinho. Não somente pelo grunhido emitido pelo motor V2 de 2.0 litros, pelo funcionamento suave do câmbio ou pela excepcional visão proporcionada para qualquer ângulo. O conjunto é soberbo.
Pode-se dizer que é uma verdadeira obra de arte. Quem poderia imaginar que, em 2017, você se acomoda em uma banheira com pintura impecável e três rodas, posicionado a apenas 15 cm do chão e se sentir tão à vontade? O campo de visão periférico se transforma em borrões, já que me mantenho focado na pequena tira negra de asfalto à minha frente. A impressão, aliás, é de que a estrada é só um pouco mais larga do que a bitola dianteira. Os freios com duplo circuito se mostram muito confiáveis e as respostas do volante encantam. Parece até que movimento as rodas diretamente com as mãos! Mas é preciso deixar claro que esse não é um carro para a utilização diária. Conduzir o Morgan Threewheeler por uma tranquila e sinuosa estrada vicinal é uma experiência que todo apaixonado por velocidade deveria vivenciar pelo menos uma vez na vida. Não há comparação. Fonte: http://www.msn.com - Fornecido por Motorpress Carro, moto, avião: conheça o Morgan Threewheeler | Autor: Dany Heyne

sexta-feira, 3 de março de 2017

História linda, o fantástico resgate de uma guerreira. Em um lago na Noruega, Volkswagen Kombi submersa por 36 anos ganha novo dono.

Uma heroica Volkswagen Kombi submersa por 36 anos em um lago norueguês foi resgatada em 2009 e ganhou um novo dono. O modelo clássico foi utilizado até ocorrer um problema na transmissão, cujo o reparo custaria mais do que o valor do próprio carro, o dono então simplesmente decidiu empurrá-la no lago. A prática era bastante comum entre os noruegueses, que enchiam os fundos dos lagos do país com carros que não valiam mais nada. Em 2003 a Kombi foi encontrada, mas o resgate só ocorreu anos depois, quando o antigo dono foi finalmente encontrado. Com a papelada assinada, a Kombi foi literalmente doada ao novo dono, que só pagou pela retirada do fundo do lago.
O interessante foi que o modelo, apesar de todo esse tempo submerso, estava em ótimas condições. A carroceria tinha apenas alguns pontos de ferrugem e uma restauração seria possível. De mais sério, apenas um amassado na frente, causado pela queda da Kombi no fundo do lago. Dentro, mais de 300 garrafas de vidro foram encontradas, usadas para fazer a Kombi afundar facilmente ao ter sido jogada no lago.
Todo o trabalho realizado valeu a pena, já que uma Kombi semelhante, restaurada, pode valer mais de R$ 200 mil por lá. Fonte: http://aglomeradodigital.com.br

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Chevrolet Veraneio, um grande clássico dos nossos grandes carros. Sua história.

A primeira geração da Veraneio surgiu em 1964, marcou época e foi muito utilizada como viatura policial e por órgãos de repressão do Regime Militar então vigente no país. Na foto de cima, um exemplar de 1974 em acabamento Luxo, e na de baixo outro na atividade que deu destaque ao carro e inspirou a música "Veraneio Vascaína", do grupo Capital Inicial. A segunda geração, apresentada em 1989, na qual a Veraneio passou a ser feita sobre a plataforma da D-20 e podia acomodar nove ocupantes em três fileiras de bancos. Modelos como uma modelo DeLuxe 1992, quando estrearam os motores a diesel Maxion S4 (aspirado) e S4T (turbo). O visual dianteiro da picape de que deriva impunha respeito, essencial para a proposta do veículo. ançada em 1964, a Veraneio chegou para suceder a antiga Amazona. Seu nome tem origem no uso em lazer nas férias de Verão. Tinha evoluções como linhas atualizadas, espaço interno maior, cinco portas e suspensão com molas helicoidais nos dois eixos, sendo a dianteira independente. O motor era de 4.3 litros, com 149 cv de potência e 32,1 mkgf de torque, com o qual se obtinham velocidade máxima de 145 km/h e aceleração de 0 a 100 em 21 s. Era confortável e podia acomodar até 8 ocupantes. O câmbio era de três velocidades com primeira marcha sincronizada. A alavanca de mudanças era na coluna de direção, como em outros carros da época, e também em outros que viriam depois como o Opala e o Maverick. Lamentavelmente, não havia tração integral nem como opcional. A dupla da Willys (Rural e Jeep) e o Toyota Bandeirante tinham tração 4 x 4, um recurso extremamente necessário para quem precisa trafegar em lugares de difícil acesso, e também para os que curtem se aventurar no fora-de-estrada. Mas a Veraneio tinha diferencial autoblocante, chamado de Tração Positiva, destinado a evitar a patinagem.
Em 1965 e 1966, não teve maiores evoluções. Na linha 1967, chegaram novo painel, gerador de corrente alternada que carrega a bateria em marcha lenta (chamado de Delcotron) e filtro de óleo com nova disposição. Para 1968, não mudou. Na linha seguinte, as novidades foram um face-lift que manteve os dois pares de faróis, mas a grade era de desenho mais suave, com frisos finos cromados e sem a assinatura Chevrolet. O interior sofreu poucas alterações, apenas ganhando acabamento mais simples e novo quadro de instrumentos, agora circulares. A Veraneio iniciou a década de 1970 apresentando a versão Luxo (que tinha teto com pintura diferente e calotas cromadas). Já a Standard permanecia. A terceira fila de bancos (opcional) e os faróis únicos foram as novidades de 1971. Para 1972, a mudança foi apenas no conjunto ótico dianteiro, com três frisos (sendo um mais grosso na parte superior) e a gravatinha da Chevrolet no meio. A linha 1973 marcou pela introdução da oferta de direção hidráulica. Em 1974, a Veraneio completou 10 anos de vida e não teve maiores mudanças, assim como no ano seguinte. Para 1976, chegou o câmbio de quatro velocidades com alavanca no assoalho como opção ao de três com alavanca na coluna.
Em 1977 não teve evoluções significativas. A mudança da nomenclatura das versões para Luxo e SuperLuxo marcou a apresentação da linha 1978. Em 1979, chegou a oferta do motor de 2.5 litros (o mesmo dos Opala de quatro cilindros), que não deu certo pois o maior peso da Veraneio exige mais da motorização de menor potência, um prenúncio do que ocorreria mais tarde com a S10, que usou o motor 2.2 do Omega. Mesmo com álcool, o desempenho com motor 2.5 era insuficiente. Isso foi comprovado pelo fato de que vários camburões equipados com esta mecânica rodavam quase sempre cheios, resultando num desempenho sofrível. A utilitária pesada da GM já era célebre como carro de Polícia, como ocorreria com o Blazer depois. A primeira geração da Veraneio iniciou os anos 80 sem mudanças. Na linha 1981, chegou a oferta do motor 4.1 de seis cilindros do Opala e a grade dianteira quadriculada. Desde então não houveram mais alterações, e consequentemente o peso pesado da General Motors chegou a segunda década de vida assim. Em 1989, foi apresentada a segunda geração, em acabamentos S, Luxo e SuperLuxo, todas com o motor adotado oito anos antes e agora construídas sobre a plataforma da D-20. O interior foi modernizado com painel envolvente, no qual o velocímetro e marcador de combustível (redondos) vinham no centro, mas desfalcado de outros instrumentos.
Nas versões superiores o volante era o mesmo dos Opala Comodoro e Diplomata, e na de entrada era o mesmo da picape de que deriva. O banco traseiro era bipartido, como no Monza Hatch e na linha Kadett/Ipanema lançada no mesmo ano. Para 1990, mudou a nomenclatura das versões para Custom S e Custom DeLuxe. Em 1991, chegaram o freio de estacionamento acionado por pedal e a oferta do motor Perkins a diesel, graças a mudança na legislação, que até o ano anterior só permitia o uso deste combustível se a caçamba fosse separada do habitáculo. Mas a economia veio ao custo de desempenho fraco e nível de ruído alto. Com o veículo desengrenado chegava-se a 59 decibéis, índice que supera o de automóveis como a Belina L 1.6 e a média era de 73,9 decibéis, pior que a de um Uno Mille. A Veraneio movida a óleo tinha um desempenho muito ruim, pois chegava a 123 km/h e cumpria a aceleração de 0 a 100 em 35,8 s. Em contrapartida, a autonomia chegava a 1.100 km, devido ao tanque de 88 litros.
A novidade de 1992 foi a troca do motor Perkins pelos Maxion S4 (aspirado) e S4T (turbo), de 4 litros, cujas potências eram, na ordem, 90 cv e 115 cv. No ano seguinte, as novidades externas foram rodas e frente redesenhadas, esta com os faróis trapezoidais que equiparam o Opala entre 1988 e o ano anterior, quando este deu adeus ao mercado brasileiro. A embreagem de comando hidráulico e a direção hidráulica Servotronic, que equipou o primeiro carro de passeio da GM em seus dois últimos anos, eram as novidades na parte mecânica. Internamente, as mudanças eram novo painel, com o velocímetro e o conta-giros em um só módulo e os instrumentos menores em faixas laterais, além de luzes-piloto mais visíveis -- as anteriores podiam ser encobertas pelo volante. Em 1994, a Veraneio chegou a sua terceira década de vida sem maiores alterações, e em meados do ano, encerrou sua longa e marcante carreira, deixando saudades.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Novo Ford GT 2017. Simplesmente magnífico.

Menos de uma semana, o esportivo já alcançou mais de 7.000 inscrições de interessados em adquirir o modelo. O problema é que a produção será limitada a apenas 250 carros por ano, o que significa que muitos compradores terão que esperar – e muito – até receberam seu exemplar exclusivo. Os pedidos serão aceitos até o dia 12 de maio no site oficial (ver no final da matéria), onde também está disponível um configurador que permite escolher a cor, a faixa, as rodas e o acabamento interno.
Segundo a fabricante, a cor mais popular entre as oito disponíveis é a azul Liquid Blue, vista no modelo exposto na estreia em Detroit, seguida pelo preto fosco Matte Black.
O novo Ford GT presta homenagem ao GT 40, produzido entre 2005 e 2009, exibindo faróis e lanternas que remetem ao modelo original. O toque de modernidade aparece na carroceria de fibra de carbono e na silhueta mais alongada e baixa para competir com os superesportivos atuais. Sob o capô está um motor 3.5 V6 biturbo a gasolina da família Ecoboost capaz de gerar mais de 600 cv, sendo que a transmissão de sete velocidades tem dupla embreagem. Dentro da cabine, os pedais e a coluna de direção são reguláveis.
Seu preço estimado está na faixa de 400 mil dólares, sendo que os interessados podem se inscrever de qualquer região do mundo. Contudo, a entrega – que começa no segundo semestre – estará limitada a alguns países da América do Norte (Estados Unidos e Canadá), Europa (Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia e Reino Unido), Ásia (China, Macau, Filipinas) e Oriente Médio (Árábia Saudita e Emirados Árabes Unidos). Fonte: http://webluxo.com.br

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Rolls-Royce (Silver Ghost 1906). Um dos carros mais caro do mundo. Em 2006 ele era cotado em 50 milhões de dólares.

O Rolls-Royce (Silver Ghost 1906) cotado cinquenta milhões de dólares, aproximadamente acima dos 130 milhões de reais. Este carro, da foto abaixo, com 800.000 km rodados, pertence a própria fábrica, já que o antigo dono morreu enquanto estavam reformando-o e os herdeiros decidiram vendê-lo

Histórico:
Foram produzidos somente 7.876 unidades do modelo com um motor de 7.428 cc (88 CV). Considerado o melhor carro do mundo em sua época, o Silver Ghost consolidou as bases do refinamento, luxo e conforto que passaram a caracterizar todos os modelos posteriores da marca britânica. Para provar a suavidade do motor, estabeleceram um teste que consistia em deixar sobre o capô um moeda que permanecia imóvel mesmo com as acelerações mais fortes. Só pra efeitos comparativos, com o carrinho de cima dava pra comprar todos os dez carros mais caros do mundo à venda atualmente e ainda sobraria um "troquinho" de 41 milhões de dólares (70 milhões de reais). Veja quantos carros (dos mais caros à venda) é possível comprar com o Silver Ghost (o valor entre parênteses é o preço do carro): Obss: leve em consideração os preços dos carros abaixo na época da matéria, 2005/2006.
29 Bugattis Veyron (U$1.700.000)
31 Lamborghinis Reventon (U$1.600.000)
51 McLarens F1 (U$970.000)
74 Ferraris Enzo (U$670.000)
75 Paganis Zonda C12 F (U$ 660.000)

77 SSC Ultimate Aero (U$650.000)
90 Saleen S7 Twin Turbo (U$555.000)
93 Koenigseggs CCX (U$540.000)
102 Mercedes-Benz SLR McLaren Roadster (U$495.000)
114 Porsches Carrera GT (U$440.000)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

FUSCA: Um dos carros mais amado do mundo, inclusive pelo LeoSuperCars

Um dos mais, se não o mais icônico carro da história, festejou seu aniversário aqui no Brasil no último dia 20 de Janeiro. Lógico que o Leo Super Cars não poderia ficar de fora desta data tão importante e mais um ano homenageia o eterno Fusquinha... Vejamos algumas e ótimas curiosidades sobre o Fusca que talvez você não conheça, claro, todos irão adorar saber!
O Fusca foi o primeiro carro fabricado pela empresa automobilística alemã Volkswagen. Seu nome original era KDF – Kraft Durch Freude, que significa “Força Através da Alegria”.
O primeiro protótipo do chamado KDF ou simplesmente Fusca foi produzido por Ferdinand Porsche, fundador da marca de automóveis esportivos Porsche. E quem deu o aval para a produção foi ninguém menos que o alemão Adolf Hitler. Na época era necessário um veículo forte, robusto, leve e sem refrigeração a água. A pedido de Hitler, engenheiros alemães desenvolveram novos tipos de automóveis sob a idéia ou chassim do Fusca, para ajudar nos esforços de guerra da Alemanha. Um deles se chamava Schwimmwagen e era uma espécie de fusca anfíbio. O primeiro lote de Fuscas chegou ao Brasil em 1950. Mas foram fabricadas na Alemanha, todas as 30 unidades foram importadas pela família Matarazzo.
Os primeiros Fuscas produzidos no Brasil não eram montados pela Volkswagen, mas por uma empresa chamada Brasmotor, que importava as peças. Foi a bordo de um Fusca preto que o ex-presidente Juscelino Kubistchek inaugurou a primeira fábrica da Volkswagen no Brasil, em 1957. O Fusca é o veículo que ficou mais tempo em produção no mundo todo. Os primeiros protótipos foram fabricados em 1934 e os últimos, em 2003. O último modelo foi produzido no México. O problema é que ele está prestes a perder esse posto para o Toyota Corolla. Você sabe quantas peças são necessárias para a produção de um Fusca? Acredite, dependendo do modelo, são de 5000 a 7000 peças. Quer remover o motor do Fusca? Basta soltar apenas quatro porcas que o fixam ao câmbio. O motor do carrinho não possui suportes próprios.
Por falar nisso, você sabia que o Fusca foi um dos poucos modelos de automóvel na história que nunca sofreu nenhum recall? O Fusca é o carro fora de linha mais emplacado do Brasil. O nosso Fusca é chamado em Portugal de Carocha. Já nos Estados Unidos, ele é popularmente conhecido como Beetle. Continuando nossas curiosidades sobre o fusca. Veja outros nomes do Fusca ao redor do mundo: Boble (Noruega) Volta (África do Sul), Kodok (Indonésia), Brouki (República Tcheca), Peta (Bolívia), Baratinha (Cabo Verde), Cucarachita (Guatemala e Honduras), Escarabajo (Venezuela), Garbus (Polônia). 

O Fusca foi protagonista de um filme dos estúdios Disney chamado Se Meu Fusca Falasse (The Love Bug, em inglês), de 1 968. O filme teve uma nova versão em 2 005 intitulada Herbie – Meu Fusca Turbinado. Aliás, o nome do Fusca era Herbie. O Fusca voltou a ser produzido em 1993 no Brasil a pedido do ex-presidente Itamar Franco, que concedeu incentivos fiscais. Só houve um problema: a vendas não deslancharam e a Volkswagem foi obrigada a interromper a produção em 1996.
Segundo a Federação Brasileira de Veículos Automotores, existem 76 clubes de Fusca no Brasil, a maioria na região Sudeste. Esta é uma curiosidades sobre o fusca que estamos dentro!!! O cantor Almir Rogério estourou nas paradas de sucesso brasileiras com uma música chamada Fuscão Preto. O hit foi gravado em espanhol e inglês e até inspirou um filme com ninguém menos que a apresentadora Xuxa no elenco. A pecinha responsável por esguichar água no para-brisa do Fusca era continuamente roubada nos anos 60 para… acredite se quiser, servir de anel! A moda do anel Brucutu (era assim que ele era chamado) foi inspirada por Roberto Carlos e pela turma da Jovem Guarda.
O apelido Fusca nasceu da dificuldade do brasileiro de pronunciar Volks. Ele pronunciava o V com som de F, ficando Folks, que a sabedoria popular entendeu como Fusca. O sucessor do Fusca é o New Beetle, carro que conseguiu fazer um enorme sucesso de vendas nos Estados Unidos e em diversos países. 20 de janeiro é Dia Nacional do Fusca!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Mais vendido dos EUA, Toyota Camry tem visual ousado na 8ª geração

Sedã chega a oitava geração com visual mais moderno, para atrair jovens. Modelo que chegará ao Brasil deve ter 'linhas europeias', diz executivo.

O Toyota Camry, o carro mais vendido dos Estados Unidos ganhou uma nova geração, apresentada no Salão de Detroit. No entanto, o sedã grande (considerado médio nos EUA), está distante do Brasil. "Nos Estados Unidos ele [o Camry] é mais esportivo. No Brasil deve seguir as linhas europeias, como o Corolla", disse Steve St Angelo, presidente-executivo da Toyota para América Latina e Caribe. Isso pode indicar que o modelo americano não vai desembarcar por aqui. A solução para o Brasil seria esperar uma mudança de geração do Toyota Camry europeu, que é feito na Rússia, para então ter o sedã atualizado. Voltando ao mercado americano, o Camry é essencial para a Toyota. Nas vendas, ele só perde para a trinca de picapes, RAM, Silverado e a líder, F-150.
Na oitava geração, o Toyota Camry passa a utlizar a plataforma TNGA (a mesma de Corolla, Prius e C-HR). Também há dois novos motores: um V6 3.5 com injeção direta e um 2.5 de 4 cilindros - este último também será usado na versão híbrida. E nesta oitava geração, a montadora quis deixar a imagem do sedã mais jovem. Tanto que as linhas conservadoras foram deixadas de lado, para incluir lanternas e faróis repletos de vincos e formas irregulares e até teto pintado de preto. Na frente, a parte da grade que leva o logotipo da Toyota forma um V. O novo Camry será oferecido em quatro versões: LE, XLE, SE e XSE. Enquanto as duas últimas possuem proposta esportiva, a XLE é a mais luxuosa.
FONTE: Rafael MiottoDo G1, em Detroit (EUA) - O jornalista viajou a convite da GM / http://g1.globo.com/

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Raridade única: Conheça o Opala Diplomata 1988 (que ainda está 0 km)

Postado por  - AntigosClássicosNostalgia
Fonte: autovideos.com.br
O Chevrolet Opala é um dos maiores mitos da nossa história automotiva. Isso não é novidade. Agora imagine como é a sensação de encontrar um exemplar ainda 0 km, com selos originais e até plásticos nos bancos? É uma raridade desse nível que você vai conhecer nas fotos e vídeo abaixo, que mostram um inacreditável Opala Diplomata 1988 4.1 S que ainda está preservado como novo. Essa verdadeira preciosidade encontra-se numa concessionária da GM, chamada Caxangá Veículos, na cidade de Recife. Mas vale destacar que ele não está à venda, ficando apenas exposto. De acordo com seu hodômetro, o carro rodou apenas 70 km até hoje, lembrando que o carro já possui quase trinta anos.
Além do fato de manter-se como novo, esse Opala Diplomata Coupé, com duas portas, é bastante raro por ser um dos últimos produzidos pela Chevrolet com essa configuração. Como é possível observar nas imagens, a belíssima pintura está muito bem preservada e as peças permanecem originais (excetuando a bateria, que evidentemente já foi trocada). O valor histórico de um carro nessas condições é realmente extraordinário.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Os mais vendidos do Brasil. Veja abaixo a lista dos 50 modelos mais emplacados (automóveis e comerciais leves) no Brasil no acumulado de janeiro a dezembro de 2016, segundo dados da Fenabrave.

O mais vendido do Brasil em 2016
Mais um destaque... HB20, o segundo mais vendido do Brasil
Veja abaixo a lista do top 50 Brasil...
1Chevrolet Onix153.372
2Hyundai HB20121.616
3Ford Ka (hatch)76.616
4Chevrolet Prisma66.337
5Toyota Corolla64.740
6Fiat Palio63.996
7Renault Sandero63.228
8Fiat Strada59.449
9Volkswagen Gol57.390
10Honda HR-V55.758
11Jeep Renegade51.567
12Hyundai HB20S46.023
13Volkswagen Fox43.727
14Fiat Toro41.283
15Volkswagen Up!38.354
16Toyota Etios (hatch)37.974
17Fiat Uno34.626
18Toyota Hilux34.031
19Volkswagen Saveiro33.951
20Fiat Siena / Grand Siena33.478
21Toyota Etios (sedã)29.791
22Fiat Mobi28.731
23Honda Fit28.439
24Ford EcoSport28.105
25Chevrolet S1026.558
26Volkswagen Voyage26.074
27Renault Duster25.373
28Ford Ka+ (sedã)24.663
29Renault Logan23.707
30Chevrolet Spin22.982
31Chevrolet Cobalt22.466
32Nissan Versa21.897
33Honda Civic20.857
34Nissan March18.376
35Ford New Fiesta (hatch)16.986
36Ford Ranger15.812
37Honda City15.422
38Chevrolet Montana14.769
39Renault Duster Oroch14.245
40Toyota SW412.168
41Chevrolet Cruze (sedã)12.064
42Citroën C311.824
43Chevrolet Classic11.530
44Hyundai Tucson11.203
45Renault Clio10.869
46Peugeot 20810.768
47Nissan Kicks10.712
48Peugeot 200810.692
49Hyundai ix3510.226
50Mitsubishi L2009.943