sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Bentley Mulsanne, por Jeremy Clarkson: a palavra do mito pela primeira vez no Leo Super Cars... Revista Quatro Rodas.

Jeremy Clarkson: psiu, tem um Bentley trabalhando aqui!

O Mulsanne Speed tem a aerodinâmica (e o peso) de uma casa e ainda assim é rápido e absurdamente silencioso. Só que sou mais um Rolls-Royce.

Visual imponente e aerodinâmica de tijolo (divulgação/Bentley)
As pessoas que moram perto de uma estrada com tráfego pesado reclamam do barulho, e elas têm minha solidariedade. Prefiro ouvir um cão latindo a uma rodovia. E preferiria morar no fim do mundo a perto de uma rotatória movimentada. O barulho do tráfego tem várias fontes. As motos são uma delas. Quando eu chegar ao poder, banir essas máquinas das estradas estará entre minhas prioridades. Ônibus também são barulhentos e acho que faria sentido se livrar deles. Isso forçaria os pobres a usar bicicletas, e isso faria com que eles ficassem mais saudáveis. O que significaria que eles custariam menos à saúde pública. E há as ambulâncias. Elas realmente precisam de sirenes que podem ser ouvidas a 30 km de distância? Carros são um caso à parte. Com a exceção de alguns superesportivos muito caros que quase nunca vemos nas ruas, motores e escapamentos modernos são relativamente silenciosos. Na verdade, entre 75% e 90% do barulho feito por um automóvel em uma rodovia vem dos pneus. Não é apenas o barulho da borracha agarrando a estrada: é o som do ar sendo comprimido na banda de rodagem, tudo amplificado pelo fato de que um pneu é basicamente uma grande câmara de eco.

Motor V8 é antigo, mas ainda impressiona (divulgação/Bentley)
E isso nos traz ao Bentley Mulsanne Speed. Ele me foi entregue por dois caras que fizeram de tudo para destacar os diversos recursos interessantes do carro. Mas o que realmente me chamou a atenção foi a afirmação sobre os pneus Dunlop que, segundo eles, foram otimizados para ser silenciosos. E eles não estavam brincando. A 110 km/h, o silêncio dentro do carro é quase absoluto. E isso é impressionante, pois com as propriedades aerodinâmicas (e o peso) de uma casa, ele navega pelos (e sobre os) elementos com o mesmo espalhafato sonoro de uma borboleta alinhando-se a uma pétala de orquídea. E ele não é silencioso só para seus ocupantes. É silencioso para todo mundo. Tão silencioso que depois de apenas 50 km na estrada, pensei que, quando tomar o poder, vou tornar esses pneus obrigatórios para todos os carros. Eles são brilhantes. E pela mesma razão, o motor V8 de 6,75 litros deste leviatã automotivo é brilhante. Espantosamente, ele foi projetado antes de eu nascer. E no papel, você pode notar. Palavras como “comando de válvulas simples” e “comando no bloco” são dos tempos do racionamento de guerra. Ao assumir a Bentley há 18 anos, a Volkswagen falou que esse antigo V8 teria de ser aposentado logo porque não poderia ser ajustado para atender às normas de emissões. Mas estavam errados. Ele recebeu um par de turbos da Mitsubishi e um sistema que desliga metade dos cilindros para economizar combustível. Você poderia imaginar que isso faria com que ele perdesse musculatura. Mas não. Os números são incríveis: 537cv e, a apenas 1.750 rpm, um torque colossal de 112,2 mkgf. Há máquinas de terraplenagem que têm menos do que isso. É uma força planetária. Você poderia imaginar que acelerá-lo causaria um estrondo todo- poderoso. Espantosamente, isso não ocorre. Se você enterrar o acelerador no carpete de 2,5 cm de altura, há um rumor quase imperceptível. No resto do tempo, ele é tão silencioso quanto uma freira adormecida.

A 110 km/h, o silêncio é quase absoluto (divulgação/Bentley)
Então, está estabelecido que este carro é silencioso. E não importa qual ajuste você selecione para a suspensão a ar, ele também é confortável. E bonito. A agressiva nova frente é especialmente impressionante. E é muito bem equipado, com todo tipo de coisas que você nem sabia que existiam. Como as telas sensíveis ao toque para os passageiros de trás que se levantam silenciosamente. E também tem um sistema de som de 2.200 watts. Não é erro de impressão: a Bentley equipou esse carro totalmente silencioso com um sistema de som que pode arrancar sua cabeça.Porém, é por causa dessas coisas que eu compraria um Rolls-Royce Ghost em vez dele. Obviamente tem um pessoal na Bentley que acredita que o luxo pode ser medido pelo número de botões. Eles devem achar que uma casa é suntuosa se você puder preparar o banho a partir da garagem ou abrir o portão com o controle remoto da TV. E isso provavelmente é verdade – se você for um jogador de futebol. Mas eu não sou. No passado, critiquei carros da Bentley por serem um pouco “geração anterior” em equipamentos eletrônicos. O Continental GT Speed, por exemplo, não tem uma entrada USB. O problema é que, com o Mulsanne Speed, eles foram além da conta. Agora há duas telas de GPS que você pode operar tocando na tela ou usando a voz. Tenho certeza de que você pode até dominar a complexidade operacional nisso, mas suspeito que levaria muitos anos.

Raridade: um Bentley com interior monocromático (divulgação/Bentley)
Felizmente aqui há o USB, mas ele fica numa gaveta que não pode ser fechada se a estiver usando. E há o ponto de recarga, sob o apoio de braço central, que também tem de ficar aberto quando em uso. Você fica com a sensação de que pedir à Bentley para instalar equipamentos eletrônicos modernos é meio como pedir a um marceneiro para reprogramar seu iPhone. Ou ao Bill Gates para fazer uma cômoda. Você senta ali, confrontado por centenas de botões e interruptores, e não pode evitar pensar o quanto esse carro seria melhor se, pelo menos, fosse menos complicado. Gosto da ideia de um Bentley mais que a de um Rolls-Royce. Meu avô tinha um Bentley R Type, o primeiro carro que dirigi. Mas nunca dirigi este carro como um Bentley deve ser dirigido. Nunca me senti obrigado a colocar a suspensão no modo Sport e soltar todo o torque do motor. Só passeei com ele. E se quisesse um sedã grande e luxuoso para passear, prefiro o Ghost, mais simples, arejado e elegante. Porque, quando você se aninha num Ghost, diz: “Aaaah”. Mas quando se ajeita no Mulsanne Speed, você pensa: “Pelo amor de Deus! Onde está o botão que cala a boca dessa mulher do GPS?”

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Clássico de 1963 fez tanto sucesso que voltou a ser mostrado em vários filmes do agente 007, inclusive no mais recente “Spectre”

Aston Martin DB5 1963 não foi apenas um dos cupês mais velozes dos anos 60, mas também um dos carros mais conhecidos de todos os tempos, graças aos filmes do agente secreto James Bond. A seguir, você pode acompanhar oito truques do esportivo inglês que acabou sendo o embaixador da marca em todo o mundo. Alguns deles podem ser conferidos nas imagens da galeria acima. O carro da Aston Martin se transformou em um ícone dos filmes de James Bond depois que apareceu na telona, no início dos anos 60. Antes dele, ninguém nem lembrava que o agente 007 poderia estar motorizado, mesmo depois que apareceu em um Alpine Sunbeam, ou em   Bentley conversível Sport Tourer.   Entre outras curiosidades sobrte o DB5, uma delas é que o carro teve até duas réplicas feitas apenas para promover a fabricante em eventos.

1 -  Duas metralhadoras aparecem das luzes da marcha à ré apenas apertando um botão no painel com ajuda de um sistema de motores elétricos
2 – Uma cortina de fumaça é lançada na traseira do cupê. O recurso foi desenvolvido com ajuda do exército britânico
3 - Uma placa de aço surge na frente da janela traseira, protegendo os ocupantes de tiros que possam vir do carro da trás.
4 – A chapa de identificação pode girar e mudar os dados de identificação a qualquer momento. Dizem que qualquer país do mundo poderia aparecer, mas até hoje vimos apenas Grã Bretanha, França e Suíça
5 – Assim como os gladiadores das arenas de Roma, armas aparecem nos centros das rodas esportivas do DB5 , cheias de raios
6 – O assento do passageiro tem um ejetor que pode lançar qualquer companhia indesejável através do teto solar por 10 metros de altura. Foi fabricado com peças de um caça de guerra de verdade.
7 – Um visionário GPS não era funcional. Apenas fazia uma tela iluminada brilhar com um mapa ligado a um rádio comum
8 – Um dispositivo atrás da lanterna traseira, do lado direito, podia jogar óleo na pista (isso porque, na Inglaterra, dirige-se do lado esquerdo da via). Pode parecer um recurso fútil, mas a parafernália para acioná-lo deu bastante trabalho para ficar pronta.
Fonte: Carros - iG @ http://carros.ig.com.br/

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Segredo Toyota: os planos da Toyota para Etios, Yaris e Corolla no país Em versões sedã e hatch, o novo Yaris chega ao Brasil em 2018 com preços entre Etios e Corolla, que também mudam nos próximos anos

Estilo segue o dos lançamentos mais recentes da Toyota (divulgação/Toyota)
A Toyota apresentou na Tailândia, em agosto, o novo Yaris Ativ, modelo que será fabricado no Brasil, a partir do ano que vem (no segundo semestre). O Yaris Ativ é uma variação do Yaris, um compacto que em 2013, na terceira geração, passou a ter duas versões: “Internacional” e “Asia”. O Yaris Ativ é o sucessor dessa versão Asia desenvolvida para mercados emergentes – que, em geral, são menos exigentes em termos de equipamentos (conforto e segurança). A versão tailandesa tem apenas carroceria sedã. Mas, por aqui, haverá sedã e hatch. A motorização também muda, em relação à versão estrangeira.
Na Tailândia, ele vem com ESP, ar-condicionado digital e lanternas de led
(divulgação/Toyota)
Lá fora, o Ativ vem com motor 1.2 de 86 cv e transmissão CVT. No Brasil, a rede de concessionários Toyota dá como certo o motor 1.8 de 144 cv do Corolla. Mas o 1.5 de 107 cv do Etios não está descartado. Sempre com duas opções de câmbio: manual e automático. A razão para isso é o posicionamento do carro em nosso mercado. Enquanto na Tailândia o Yaris Ativ é um modelo de entrada, no Brasil, esse papel cabe ao Etios.

O interior pode ter painel de instrumentos com LCD, sistema multimídia e partida por botão
(Divulgação/Toyota)
Assim, o Ativ ficará posicionado entre o Etios e o Corolla, na faixa de preço entre R$ 60.000 e R$ 80.000 (na versão sedã, ele tem o porte de um Honda City). Para isso, até lá as linhas de Etios e Corolla seriam remanejadas, com a perda das versões mais caras do primeiro e das mais simples do segundo. 
Veja esses e outros planos da Toyota abaixo:
Corolla
Ele perde a versão de entrada, 1.8 GLi (forte nas vendas a PCD, com bancos de tecido), no final deste ano. Em 2019, chega à nova geração feito na plataforma modular TNGA.

Etios
Após o Yaris, deve descontinuar as versões mais caras, como a Platinum.
C-HR
As vendas do SUV começam com as versões importadas, no início de 2018. Mas, como ele é derivado da plataforma TNGA (do novo Corolla), será produzido aqui em 2020.

Prius
Se confirmados os incentivos fiscais pedidos pela indústria para carros híbridos e elétricos, o Prius (que também usa a plataforma TNGA) poderá ser fabricado no Brasil na mesma época do C-HR.

Longa Duração: revisão do Cruze era R$ 644, mas pagamos R$ 2.771

Após a revisão, conferência geral dos serviços (Silvio Gioia/Quatro Rodas)
Quando deixamos o Cruze na concessionária Carrera Alphaville, em Barueri (SP), esperávamos gastar pouco mais do que os R$ 644 sugeridos no site da Chevrolet. Mas os serviços extras foram se acumulando e, no final, acabamos pagando R$ 2.771. Além da revisão em si, com troca de óleo do motor e filtros de combustível, ar, óleo e ar-condicionado, o consultor da Carrera alertou para a necessidade de troca das pastilhas e discos de freio dianteiros e das pastilhas traseiras. “Ainda não estão abaixo das medidas mínimas toleradas pela marca, mas isso certamente acontecerá antes da próxima revisão. Já deixei pronto o orçamento. Sai por R$ 1.927.” Autorizamos o serviço e, após um dia em manutenção, retiramos o carro revisado e com freios novos. Como de praxe, o carro seguiu diretamente para a oficina Fukuda Motorcenter, onde o nosso consultor técnico, Fabio Fukuda, fez uma verificação dos serviços prestados.

Fabio Fukuda analisa a dimensão dos componentes trocados
durante a revisão (Silvio Gioia/Quatro Rodas)
“Todas as peças com troca prevista na revisão foram, de fato, substituídas. Também foram honestos ao recomendar a manutenção no freio. As pastilhas estavam se aproximando do limite de desgaste e não suportariam rodar outros 10.000 km até a revisão. Quanto aos discos dianteiros, talvez até resistissem, mas, como as pastilhas eram novas, o melhor a fazer era, realmente, antecipar a troca”, disse Fukuda após fazer uma análise dimensional dos componentes. Ele elogiou ainda o fato de o técnico da Carrera ter recomendado uso mais cuidadoso dos freios por alguns quilômetros, para uma perfeita acomodação das pastilhas nos discos.

Chevrolet Cruze – 46.893 km
Consumo
·         No mês: 6,7 km/l com 18,4% de rodagem na cidade
·         Desde out/16: 8 km/l com 22,4% de rodagem na cidade
·         Combustível: flex (etanol)
Gastos no mês
·         Combustível: R$ 2.890
·         Revisão: R$ 644
·         Alinhamento: R$ 200
·         Freio: R$ 1.927
Ficha técnica
·         Versão: LTZ 1.4T
·         Motor: 4 cilindros, dianteiro, transversal, 1.399 cm3, 16V, flex, 153/150 cv a 5.200/5.600 rpm, 25,5/24 mkgf a 2.000/2.100 rpm
·         Câmbio: automático, 6 marchas

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

1810 O início de 200 anos de inovação Peugeot

Nascido em 1734, Jean-Pierre Peugeot está na origem da orientação industrial da família Peugeot. Atuou na indústria da tecelagem, e deixou aos seus herdeiros uma tinturaria, uma fábrica de óleos e um moinho de cereais. Foi em 1810 que Jean-Pierre II e Jean-Frédéric, os dois filhos de Jean-Pierre Peugeot, constituíram a empresa Peugeot Frères. Propriedade de Jean-Frédéric, o moínho de cereais familiar foi transformado em fundição de aço. Além do famoso moínho de café criado em 1840, a família Peugeot inovou e desenvolveu as suas atividades industriais, produzindo serras de fita, molas e armações para guarda-chuvas. Passados mais de 200 anos, a marca Peugeot ainda é sinónimo de inovação e diversidade. Inovação na área da carros elétricos e dos motores híbridos com a comercialização, na Europa, do Peugeot iOn, em 2010, e do 3008 HYbrid4, em 2012. Diversidade em áreas que levam a marca Peugeot a existir além do setor automobilístico: Peugeot Scooters, bicicletas e os moedores de pimenta Peugeot são também os estandartes da inovação e do luxo francês em todo o mundo.
1889
Armand Peugeot, uma visão francesa do automóvel
Em 1889, impulsionada pelo visionário Armand Peugeot, a Peugeot apresenta o primeiro veículo automóvel com a sua marca: o Serpollet-Peugeot, triciclo a vapor realizado em colaboração com Léon Serpollet. Em seguida, em 1890, Armand Peugeot abandonou o vapor para o petróleo e produziu o primeiro quadriciclo a gasolina da Peugeot: o Type 2, equipado com um motor Daimler. Do vapor à gasolina, do guidão ao volante, da roda ao pneu. Através de uma lógica de parceria industrial com Serpollet, Daimler e Michelin, Armand Peugeot não deixou passar nenhuma das inovações tecnológicas do seu tempo. Esta lógica de parceria industrial atravessou os séculos, para fazer da Peugeot uma das maiores empresas do setor automobilístico mundial nesta última década. Parcerias com a Ford e a BMW permitiram fabricar motores eficientes, com reduzidas emissões de CO2: o motor Diesel HDi FAP e os motores a gasolina THP e VTI, mais respeitadores do ambiente. As atuais parcerias com os construtores chineses Dongfeng e Changan possibilitam à marca Peugeot a conquista de novos mercados automóveis no mundo inteiro. Assim, a Peugeot mantém-se fiel ao espírito de conquista e à lógica de parcerias de Armand Peugeot.

1929
Peugeot 201, a entrada na era do automóvel industrial

Em 1929, a marca Peugeot lançou um veículo de 6 CV chamado 201: a primeira viatura a utilizar a nomenclatura com um zero central que, ainda hoje, serve para identificar os veículos Peugeot. Produzido em série na Unidade fabril de Sochaux-Montbéliard, o 201 assinalou, para a Peugeot, a passagem da era da produção artesanal para a era da produção industrial. O 201 foi um sucesso e serviu de ponto de partida para a criação da primeira gama de veículos novos da Peugeot, com o 301 lançado em 1932, o 401 e o 601 comercializados em 1934. Antes da Segunda Guerra Mundial, o 401, o 301 e o 201 serão substituídos, respectivamente, pelo 402 em 1935, o 302 em 1936 e o 202 em 1938. Nomenclatura com zero central, declinação de uma gama completa e renovação acelerada dos modelos para satisfazer as expectativas renovadas dos seus clientes: eis os actuais fundamentos da marca Peugeot, herdados da década de 1930. Em 2011, a gama de veículos novos da Peugeot é constituída pelos descendentes do 201: o Peugeot 207, substituído pelo Peugeot 208 na Europa em 2012.  O Peugeot 208 completará a geração n° 8 ao lado dos veículos novos já comercializados: 308, 308 SW, 308 CC, 508, 508 SW. É com o 1007 que a marca Peugeot acrescentou mais um zero central para identificar os modelos inéditos como o SUV Peugeot 4007, o crossover Peugeot 3008 e o monovolume Peugeot 5008.
1953
Lançamento da primeira scooter Peugeot S55
Desde a criação, em 1882, da Grand Bi, a primeira bicicleta Peugeot com duas rodas desiguais, a marca Peugeot deu origem a inúmeros modelos de duas rodas: bicicletas tandems, triciclos, bicicletas de corrida, motocicletas, ciclomotores e scooters. Empresa inovadora na mobilidade urbana na Europa há já 113 anos, a Peugeot Scooters reivindica o título do mais antigo construtor de veículos motorizados de duas rodas do mundo. A aventura da mobilidade começou na Unidade fabril de Beaulieu, na Região de Franche-Comté, de onde saíram várias motocicletas de sucesso a partir de 1898, tendo a primeira scooter Peugeot S55 sido comercializada em 1953.  Marcando também presença no mercado do ciclomotor, a Peugeot alcançou um recorde de vendas em 1974, com 550.000 unidades vendidas, entre as quais o emblemático Peugeot 103, que celebrou o seu 40º aniversário em 2011. A Peugeot marca o universo dos veículos motorizados de 2 rodas e continua a enriquecer a sua gama com várias inovações, entre as quais o lançamento, em 1982, da SC/SX de 80 cm3, primeira scooter com carroçaria de plástico, a Scoot’Elec, pioneira da scooter eléctrica em 1995, a Elystar, em 2002, primeira scooter com travagem ABS, e as scooters GT, inspiradas pelo universo automóvel, de 125 a 500 cm3: a Peugeot Satelis e a Géopolis em 2006. Em 2010, a Peugeot Motocycles mudou de nome para Peugeot Scooters, comercializando os seus produtos na China. Em 2011, a Peugeot Scooters continuou a revolucionar a mobilidade urbana, com o lançamento da scooter e-Vivacity: scooter  100 % eléctrica de nova geração, e a apresentação, em estreia mundial, no âmbito do 69º Salão Internacional de Motocicletas de Milão, a sua futura scooter de 3 rodas, a Peugeot Metropolis Project 400i. Duas novidades que vêm completar uma gama rica de 20 modelos, de 50 a 500 cm3.

1962

Do Cabriolet 404 ao RCZ: a elegância do estilo Peugeot

A Peugeot é o primeiro construtor a propor versões coupé-cabriolet em série. Em 1934, os modelos Peugeot 401 e 601 Eclipse foram comercializados com um teto metálico retrátil, fruto da imaginação do designer Georges Paulin. A tradição dos coupés e cabriolets Peugeot manteve-se depois da guerra: o cabriolet 203 foi lançado no Salão de Paris de 1951, tendo os coupés e cabriolets 404 sido comercializados em 1962. Desenhado pelo Gabinete de Design Pininfarina, o 404 Cabriolet foi um dos mais bonitos automóveis da década de 60, sendo ainda hoje muito apreciado pelos colecionadores. Em 2011, a marca Peugeot perpetua o sucesso dos seus coupés com o 207 CC, o 308 CC, o Coupé 407 e, como é óbvio, o Peugeot RCZ  lançado em 2010. Desde a sua comercialização, foram vendidas mais de 30.000 unidades do coupé desportivo RCZ na Europa, estando disponível em 80 países em todo o mundo.

1977


A Peugeot vence a sua 10ª Volta à França

Em 1977, a Peugeot vence a sua 10ª e última Volta à França de Ciclismo com Bernard Thévenet. Este recorde de vitórias, não igualado até hoje, confere à marca Peugeot o estatuto de lenda no mundo do ciclismo. Uma lenda à qual contribuiu, logo em 1886, com o fabrico da Grand Bi e a produção em série de bicicletas com transmissão por corrente, impulsionados por Armand Peugeot.  Em 1904, a Peugeot vence a sua 1ª Volta à França com Louis Trousselier, tendo entrado na lenda de uma das maiores provas desportivas do mundo. Lançada em Setembro de 2011 pela bicicletas Peugeot, a gama LEGEND ressuscita aqueles modelos lendários que venceram a Volta à França, numa versão modernizada. As bicicletas Peugeot referem-se apenas à história da bicicleta para melhor virar-se para o futuro. A Peugeot Cycles inova e seduz com novas bicicletas modernas e urbanas, principalmente com as suas novas gamas ALLURE e RS. Atualmente, a bicicleta encontra-se no centro do compromisso ecológico da Peugeot, com a comercialização da gama de bicicletas com assistência eléctrica E-bike. A bicicleta traduz também o novo estilo da Peugeot. Com a gama DESIGN LAB e a comercialização em série limitada da inovadora bicicleta DL121, a Peugeot Cycles prova que é possível referir-se à história do ciclismo e incarnar o seu futuro.

1983

Peugeot 205, um número sagrado

Em 1983, a Peugeot lançou o 205 e, em 1984, o mítico 205 GTi. O 205 Turbo 16 ofereceu à Peugeot dois títulos de Campeão do Mundo de Ralis, em 1985 e 1986. Foram produzidas mais de 5 milhões de unidades do Peugeot 205. O seu sucessor,  o Peugeot 206, foi lançado em 1998, tendo batido o recorde anterior com uma produção de mais de 6,5 milhões de unidades. Com os sucessos comerciais do 205 e do 206, foi possível à Peugeot conduzir uma estratégia de internacionalização das suas atividades industriais. Em 1998, a Peugeot assinou um acordo com o Estado do Rio de Janeiro para a construção de uma fábrica em Porto Real de onde saíram os primeiros 206 em Dezembro de 2010.

1992
Chegada oficial ao Brasil

A trajetória de sucesso da Peugeot com o Brasil começou em 1898, quando Santos Dumont trouxe o primeiro carro da Marca para o país. No entanto, a chegada oficial acontece em 1992, pouco tempo após o centenário da produção de veículos da Peugeot no mundo.

1999

A Peugeot compromete-se pela preservação do ambiente

O Peugeot 607 foi comercializado em 1999, com um motor HDi equipado com filtro de partículas (FAP). Uma estreia mundial. O FAP é um dispositivo de autolimpeza que reduz em 99,9% as emissões de partículas de fuligem emitidas pelos motores Diesel. O FAP foi progressivamente alargado em grande parte às motorizações HDi da Peugeot, complementando as vantagens da tecnologia HDi para melhor preservação do ambiente. Naquele mesmo ano, a marca Peugeot lançou a operação «Poços de Carbono», no Brasil, com o ONF (Office National des Forêts) e uma ONG franco-brasileira, destinada a lutar contra o efeito de estufa. Com mais de dez anos de existência, o projeto é um grande sucesso com 2 milhões de árvores replantadas e 111.000 toneladas líquidas de CO2 reduzidas. Hoje, a marca Peugeot continua a inovar para reduzir a rejeição de emissões de CO2. Em 2011, a Peugeot lançou a tecnologia micro-híbrida e-HDi** dotada, nomeadamente, de um sistema Stop&Start* de última geração. Depois do Peugeot 508, outros modelos beneficiaram desta nova tecnologia: o 308, o Partner Tepee, bem como o 3008 e o 5008. Até 2012, 30% dos modelos HDi da Peugeot serão equipados com a tecnologia micro-híbrida e-HDi. A Peugeot definiu um objetivo ambicioso: alcançar um milhão de veículos e-HDi em circulação até 2013.
*Stop&Start: Sistema de paragem e arranque automático do motor.
**A tecnologia e-HDi permite reduzir em 15 % o consumo em circulação urbana densa relativamente a um veículo convencional, mas também voltar a ligar 40% mais rapidamente do que com um sistema com motor de arranque reforçado.

2001

Inaugurada fábrica no Brasil

Em janeiro de 2001, é inaugurado o Centro de Produção de Porto Real, no Estado do Rio de Janeiro. Ali são produzidos carros que abastecem Argentina, Costa Rica, Venezuela, Chile, Peru, Equador, México, Uruguai, Colômbia, Cuba e, claro, Brasil! No mês de maio, inicia-se a importação diretamente da França do 206 CC (Coupé Cabriolet) e, em junho, o compacto 206 passa a ser produzido em Porto Real, com motorização 1.0 nas versões Soleil, Pack e Selection.

2009

Duplo título histórico da Peugeot nas 24 Horas de Le Mans

Em 2009, a Peugeot Sport impõe-se com um duplo título histórico nas 24 Horas de Le Mans, com o 908 HDi FAP. Este triunfo recompensa a paixão da marca Peugeot pelos desportos mecânicos: rali, rali-raid, circuito e endurance. Em 1985 e 1986, a Peugeot foi Campeã do Mundo de Ralis com o 205 Turbo 16. A Peugeot venceu o Paris-Dakar em 1987 e 1988, com o 205 T16 e, em 1989 e 1990, com o 405 T16. Em Novembro de 2011, a Peugeot é outra vez campeã, com o 908 HDi FAP, tendo vencido o Campeonato de Endurance ILMC e um magnífico duplo título em Zhuhai, na China. A Peugeot continua a escrever as mais belas páginas do desporto automóvel, permitindo à sua clientela beneficiar das inovações dos seus carros de corrida nos modelos da sua gama. 


A Peugeot envolve-se também no Futebol, Golfe, Tênis e Râguebi. Fundadora, em 1928, e única accionista do FC Sochaux-Montbéliard, a Peugeot vence o Campeonato de França em 1935 e 1938, tendo triunfado na Taça de França, em 1937 e, mais recentemente, em 2007.Parceira do Peugeot Open de France durante 14 anos, parceira oficial do Troféu Lancôme até 2003, a Peugeot entrou no Golfe, tendo lançado, em 2010, o Peugeot RCZCup. Em 1989, a Peugeot tornou-se parceira oficial e transportadora oficial dos Internacionais de França de Ténis. Desde 1989, a Peugeot lançou as séries especiais Roland-Garros, as quais serão declinadas desde o 205 Berlina aos actuais 207 CC e 308 CC. Em Novembro de 2011, enquanto parceira há 15 anos da equipa de râguebi do Stade toulousain, a Peugeot comercializou em França uma edição limitada do 207 Stade toulousain.

2010

200º Aniversário da marca Peugeot

Em 2010, por ocasião do 200º Aniversário da marca, o Leão, emblema da Peugeot, teve uma nova evolução. Os designers da Peugeot fazem-no mais simples e dinâmico, com uma nova postura e um novo movimento. Este novo Leão corresponde na perfeição à nova assinatura de marca «Motion & Emotion»! Pelo seu bicentenário, a marca Peugeot projecta-se para o futuro: em 2010, durante o Salão do Automóvel de Genebra, apresentou o concept-car EX1, 100 % elétrico, que venceu vários recordes mundias de aceleração em arranque parado. Para celebrar o seu 200º Aniversário, a Peugeot também lançou o seu coupé topo de gama, o RCZ, e inovou ao comercializar o seu citadino 100 % eléctrico, o Peugeot iOn.  A Peugeot reforça o seu posicionamento a nível internacional com o lançamento do 408 na China e na América Latina e do do Hoggar no Brasil. Com 200 anos de história e inovação, a marca Peugeot conjuga automóvel com futuro, aceitando os desafios do ambiente e da mobilidade. Em maio, mais um lançamento 100% nacional: Hoggar. Uma picape não apenas desenvolvida e produzida no Rio de Janeiro, como também pensada exclusivamente para o mercado brasileiro. Dentre os utilitários Peugeot, chega mais um protagonista de sucesso: o Partner Passeio. No mesmo ano é lançada ainda, em outubro, uma nova referência em tecnologia e design no segmento de crossovers: o 3008.

Fonte:http://carros.peugeot.com.br/sobre-a-peugeot/historia-da-marca

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Ford Mustang Shelby GT500 Super Snake 1967

Palavras do autor do Blog: Leonardo Lima
Todos temos nossos sonhos, que são sonhos as vezes impossível, mas certa vez li de um grande gênio e pensador que "o impossível só existirá até quando alguém realizar"... Penso muito nisso, mas com certeza tenho meus pés no chão e minha consciência diz que a realidade é bem diferente em ocasiões especiais, por exemplo: onde vivo não poderei realizar um dos meus sonhos, pois que continuar morando aqui e o meu sonho não pode vir... Entendeu?? Bem, meu sonho é um dia possuir um Ford Mustang Shelby GT500 Super Snake 1967, meu carro dos sonhos da minha marca predileta (Nunca escondi que Ford e Volkswagen são minhas preferências). Como sei que esse carro custa mais de 1 milhão de Reais e que ele não poderia vir pra cá, faço essa postagem para comemorar os mais de 200 mil acessos ao meu blog, exclusivamente sobre carros, 200 mil não parece ser tão expressivo a nível nacional, mas na região que vivo aqui no Estado do Ceará, acredite, é um número até certo ponto muito expressivo... O Ford Mustang Shelby GT500 Super Snake 1967 é meu veículo dos sonhos, não só o carro, mas qualquer veículo, avião, navios ou até mesmo um foguete da NASA me enfeitiça tanto como este carro, então aproveitem bem a postagem e obrigado por acompanhar meu blog. Grande abraço a todos e vamos continuar apreciando a grande paixão de minha vida, os Carros.


Produção limitada, preteridos quando ainda eram novos, protótipos, poucos exemplares remanescentes, enfim, são vários os motivos que credenciam modelo de carro tornar-se raro e valioso. Oito milhões de unidades vendidas ao longo de cinco décadas, do automóvel mais emblemático do maior mercado de automóveis do mundo. Seria possível um único Ford Mustang se tornar raro e valioso?


Foi preciso a união de forças entre a Ford, Carroll Shelby e Goodyear em um evento promocional para a marca de pneus para construir, talvez, o Ford Mustang mais extraordinário que já existiu, o Shelby GT 500 Super Snake 1967.  Desde 1965, Carroll Shelby em parceria com a Ford desfrutava do sucesso obtido com o GT 350, equipado com motor V8 de bloco “pequeno” de 289 polegadas cúnicas (4.6 litros).
Em 1967, com a primeira reestilização do ponei mais famoso da indústria automobilística e acensão assombrosa dos motores supra potentes da era Muscle Car, a criação do Shelby GT500 veio naturalmente.  Equipado com o V8 de 428 polegadas cúbicas (7 Litros) e 355 hp, que até então a Ford oferecia apenas para as viaturas de polícia  – Police Package – o GT 500 foi um sucesso de vendas, superando inclusive o mais barato e já estabelecido GT350, foram 2048 unidades ante 1.175 do “irmão menor”.



Além da parceria com a Ford, Carroll Shelby era o distribuidor exclusivo Goodyear para toda costa Oeste dos EUA. Em fevereiro daquele ano, a empresa de pneus pediu ao ex-piloto que participasse de um evento promocional para uma nova linha de emborrachados econômicos. Shelby julgou que o novo GT 500 seria perfeito para a tarefa, mas a decisão tomou um rumo diferente quando o gerente de vendas da Shelby, Don McCain, sugeriu a ideia de construir um super carro que superasse qualquer automóvel do planeta. A ideia de McCain era equipar o novo GT500 com o motor V8 427 de corrida usado pelos bem sucedidos GT40, que naquela décadas, surrava a Ferrari e outros Europeus em Le Mans. Depois, produzir mais 50 unidades para serem vendidas na concessionária Mel Burns Ford, em Long Beach.

Shelby então aceitou a ideia e deu sinal verde para que sua equipe técnica, liderada por Fred Goodell, preparasse um único GT500 com tal especificação. O V8 427 usado no projeto contava já com diversos componentes em alumínio, como cabeçotes, bomba d’água, bielas e peças que foram originalmente preparadas para aguentar as 24 horas de LeMans. Esta unidade de força de 7 litros gera 600 hp. Goodell fez ainda outras modificações para aumentar a confiabilidade do Super Snake durante o teste na pista de oito km da Goodyear, como  suspensão mais dura e um refrigerador de óleo externo. Esteticamente, o que difere o Super Snake  dos GT500 “comuns” são as faixas decorativas azuis, uma mais grossa ao centro com outras mais finas, estas, de cada lado.


No final de março, o carro estava pronto para o evento no Texas. Montado com as rodas de alumínio e 10 pontas da Shelby e pneus econômicos Thunderbolt de 14 polegadas e linhas brancas;, que precisaram ser supra inflados com nitrogênio para evitar superaquecimento e enrijecer suas paredes. Antes do teste começar, Shelby convidou diversos jornalistas, incluindo veículos de comunicação importantes, como Life e Time Magazine, para assistirem algumas voltas no circuito.

Depois de 47 anos, ainda há informações conflitantes sobre quem dirigiu o Super Snake durante as 500 milhas (804 km) do teste. Em uma entrevista ao canal Speed, Goodell esclareceu os fatos. Depois de algumas voltas de demonstração, nas quais, (Carroll) Shelby chegou a atingir 170 mph (273 km/h), Goodell se lembra: “Ele (Shelby) voltou e me entregou o capacete e  disse: – Eu tenho que ir a Washington, vá em frente e conduza o teste – E assim voltei para o carro e eu dirigi o carro no teste de 500 milhas. Nós dirigimos a 142 mph (228 km/h) de média por 500 milhas (804 km)”. O  evento da Goodyear foi sucesso absoluto. O pneu mais estreito já montado, em um dos Shelby Mustang mais potentes da história, manteve 97% de sua superfície após o teste.



O carro então foi enviado para Long Beach, California, onde ficaria a mostra na concessionária Mel Burns. A segunda parte da ideia inicial de Don McCain seria colocada em prática, que era gerar interesse o suficiente entre possíveis compradores para produzir uma edição limitada de 50 unidades. O fato é que o custo final do Super Snake seria o dobro do GT 500, mais caro até que o Cobra, o que inviabilizou a, mesmo pequena, produção.


A única unidade então, seguiu viagem até Dallas onde foi comprada por uma dupla de pilotos de aviões comerciais da Braniff International Airways, James Hadden e James Gorman. Eles substituíram o diferencial original de 2.73 para 4.10, cujo objetivo era participar de provas de arrancada. Os dois compradores seguintes ficaram anônimos até hoje. Em 1970 o carro foi comprado por Bobby Pierce e o carro voltou a terra do teste, o Texas, e por la permaneceu por 25 anos. O carro mudou de mãos mais uma vez e foi para a garagem do David Loebenberg, na Florida.


O carro então voltou para a Califórina, onde passou por mais dois donos Charles Lillard e, por fim, Richard Ellis. A essa altura o odômetro já mostrava 26 mil milhas (41 mil kilometros) sem qualquer deterioração. Ellis então fez uma restauração leve no Super Snake, substituindo fios  e mangueiras do compartimento do motor e adicionando um extintor de época, igual ao que equipou o carro originalmente. Forem encontradas também rodas de 10 aros da Shelby.


Elis explicou que o carro foi muito bem cuidado pelos donos anteriores, mas queria que este modelo fosse parte fiel da história da Shelby, portanto, era mandatório ele estar equipado com os pneus “franzinos” modelo Thunderbolt da Goodyear. Como estes foram feitos para equipar carros ordinários dos anos 60, ninguém mais se lembrava de tais modelos ou  se preocupou em fazer reproduções, como é feito hoje em dia com os Polyglass. Elis encontrou, provavelmente, o único jogo 0km em um galpão em Akron, Ohio.


A morte do lendário Carroll Shelby, uma história fantástica para um modelo igualmente sem paralelos, inflacionaram o preço deste Ford Shelby Mustang GT 500 Super Snake 1967 que, em meados de 2013, foi arrematado em um leilão da Mecum pela bagatela de US$ 1.3 milhões de dólares ou R$ 3.08 milhões de reais.