terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Novo Ford GT 2017. Simplesmente magnífico.

Menos de uma semana, o esportivo já alcançou mais de 7.000 inscrições de interessados em adquirir o modelo. O problema é que a produção será limitada a apenas 250 carros por ano, o que significa que muitos compradores terão que esperar – e muito – até receberam seu exemplar exclusivo. Os pedidos serão aceitos até o dia 12 de maio no site oficial (ver no final da matéria), onde também está disponível um configurador que permite escolher a cor, a faixa, as rodas e o acabamento interno.
Segundo a fabricante, a cor mais popular entre as oito disponíveis é a azul Liquid Blue, vista no modelo exposto na estreia em Detroit, seguida pelo preto fosco Matte Black.
O novo Ford GT presta homenagem ao GT 40, produzido entre 2005 e 2009, exibindo faróis e lanternas que remetem ao modelo original. O toque de modernidade aparece na carroceria de fibra de carbono e na silhueta mais alongada e baixa para competir com os superesportivos atuais. Sob o capô está um motor 3.5 V6 biturbo a gasolina da família Ecoboost capaz de gerar mais de 600 cv, sendo que a transmissão de sete velocidades tem dupla embreagem. Dentro da cabine, os pedais e a coluna de direção são reguláveis.
Seu preço estimado está na faixa de 400 mil dólares, sendo que os interessados podem se inscrever de qualquer região do mundo. Contudo, a entrega – que começa no segundo semestre – estará limitada a alguns países da América do Norte (Estados Unidos e Canadá), Europa (Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia e Reino Unido), Ásia (China, Macau, Filipinas) e Oriente Médio (Árábia Saudita e Emirados Árabes Unidos). Fonte: http://webluxo.com.br

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Rolls-Royce (Silver Ghost 1906). Um dos carros mais caro do mundo. Em 2006 ele era cotado em 50 milhões de dólares.

O Rolls-Royce (Silver Ghost 1906) cotado cinquenta milhões de dólares, aproximadamente acima dos 130 milhões de reais. Este carro, da foto abaixo, com 800.000 km rodados, pertence a própria fábrica, já que o antigo dono morreu enquanto estavam reformando-o e os herdeiros decidiram vendê-lo

Histórico:
Foram produzidos somente 7.876 unidades do modelo com um motor de 7.428 cc (88 CV). Considerado o melhor carro do mundo em sua época, o Silver Ghost consolidou as bases do refinamento, luxo e conforto que passaram a caracterizar todos os modelos posteriores da marca britânica. Para provar a suavidade do motor, estabeleceram um teste que consistia em deixar sobre o capô um moeda que permanecia imóvel mesmo com as acelerações mais fortes. Só pra efeitos comparativos, com o carrinho de cima dava pra comprar todos os dez carros mais caros do mundo à venda atualmente e ainda sobraria um "troquinho" de 41 milhões de dólares (70 milhões de reais). Veja quantos carros (dos mais caros à venda) é possível comprar com o Silver Ghost (o valor entre parênteses é o preço do carro): Obss: leve em consideração os preços dos carros abaixo na época da matéria, 2005/2006.
29 Bugattis Veyron (U$1.700.000)
31 Lamborghinis Reventon (U$1.600.000)
51 McLarens F1 (U$970.000)
74 Ferraris Enzo (U$670.000)
75 Paganis Zonda C12 F (U$ 660.000)

77 SSC Ultimate Aero (U$650.000)
90 Saleen S7 Twin Turbo (U$555.000)
93 Koenigseggs CCX (U$540.000)
102 Mercedes-Benz SLR McLaren Roadster (U$495.000)
114 Porsches Carrera GT (U$440.000)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

FUSCA: Um dos carros mais amado do mundo, inclusive pelo LeoSuperCars

Um dos mais, se não o mais icônico carro da história, festejou seu aniversário aqui no Brasil no último dia 20 de Janeiro. Lógico que o Leo Super Cars não poderia ficar de fora desta data tão importante e mais um ano homenageia o eterno Fusquinha... Vejamos algumas e ótimas curiosidades sobre o Fusca que talvez você não conheça, claro, todos irão adorar saber!
O Fusca foi o primeiro carro fabricado pela empresa automobilística alemã Volkswagen. Seu nome original era KDF – Kraft Durch Freude, que significa “Força Através da Alegria”.
O primeiro protótipo do chamado KDF ou simplesmente Fusca foi produzido por Ferdinand Porsche, fundador da marca de automóveis esportivos Porsche. E quem deu o aval para a produção foi ninguém menos que o alemão Adolf Hitler. Na época era necessário um veículo forte, robusto, leve e sem refrigeração a água. A pedido de Hitler, engenheiros alemães desenvolveram novos tipos de automóveis sob a idéia ou chassim do Fusca, para ajudar nos esforços de guerra da Alemanha. Um deles se chamava Schwimmwagen e era uma espécie de fusca anfíbio. O primeiro lote de Fuscas chegou ao Brasil em 1950. Mas foram fabricadas na Alemanha, todas as 30 unidades foram importadas pela família Matarazzo.
Os primeiros Fuscas produzidos no Brasil não eram montados pela Volkswagen, mas por uma empresa chamada Brasmotor, que importava as peças. Foi a bordo de um Fusca preto que o ex-presidente Juscelino Kubistchek inaugurou a primeira fábrica da Volkswagen no Brasil, em 1957. O Fusca é o veículo que ficou mais tempo em produção no mundo todo. Os primeiros protótipos foram fabricados em 1934 e os últimos, em 2003. O último modelo foi produzido no México. O problema é que ele está prestes a perder esse posto para o Toyota Corolla. Você sabe quantas peças são necessárias para a produção de um Fusca? Acredite, dependendo do modelo, são de 5000 a 7000 peças. Quer remover o motor do Fusca? Basta soltar apenas quatro porcas que o fixam ao câmbio. O motor do carrinho não possui suportes próprios.
Por falar nisso, você sabia que o Fusca foi um dos poucos modelos de automóvel na história que nunca sofreu nenhum recall? O Fusca é o carro fora de linha mais emplacado do Brasil. O nosso Fusca é chamado em Portugal de Carocha. Já nos Estados Unidos, ele é popularmente conhecido como Beetle. Continuando nossas curiosidades sobre o fusca. Veja outros nomes do Fusca ao redor do mundo: Boble (Noruega) Volta (África do Sul), Kodok (Indonésia), Brouki (República Tcheca), Peta (Bolívia), Baratinha (Cabo Verde), Cucarachita (Guatemala e Honduras), Escarabajo (Venezuela), Garbus (Polônia). 

O Fusca foi protagonista de um filme dos estúdios Disney chamado Se Meu Fusca Falasse (The Love Bug, em inglês), de 1 968. O filme teve uma nova versão em 2 005 intitulada Herbie – Meu Fusca Turbinado. Aliás, o nome do Fusca era Herbie. O Fusca voltou a ser produzido em 1993 no Brasil a pedido do ex-presidente Itamar Franco, que concedeu incentivos fiscais. Só houve um problema: a vendas não deslancharam e a Volkswagem foi obrigada a interromper a produção em 1996.
Segundo a Federação Brasileira de Veículos Automotores, existem 76 clubes de Fusca no Brasil, a maioria na região Sudeste. Esta é uma curiosidades sobre o fusca que estamos dentro!!! O cantor Almir Rogério estourou nas paradas de sucesso brasileiras com uma música chamada Fuscão Preto. O hit foi gravado em espanhol e inglês e até inspirou um filme com ninguém menos que a apresentadora Xuxa no elenco. A pecinha responsável por esguichar água no para-brisa do Fusca era continuamente roubada nos anos 60 para… acredite se quiser, servir de anel! A moda do anel Brucutu (era assim que ele era chamado) foi inspirada por Roberto Carlos e pela turma da Jovem Guarda.
O apelido Fusca nasceu da dificuldade do brasileiro de pronunciar Volks. Ele pronunciava o V com som de F, ficando Folks, que a sabedoria popular entendeu como Fusca. O sucessor do Fusca é o New Beetle, carro que conseguiu fazer um enorme sucesso de vendas nos Estados Unidos e em diversos países. 20 de janeiro é Dia Nacional do Fusca!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Mais vendido dos EUA, Toyota Camry tem visual ousado na 8ª geração

Sedã chega a oitava geração com visual mais moderno, para atrair jovens. Modelo que chegará ao Brasil deve ter 'linhas europeias', diz executivo.

O Toyota Camry, o carro mais vendido dos Estados Unidos ganhou uma nova geração, apresentada no Salão de Detroit. No entanto, o sedã grande (considerado médio nos EUA), está distante do Brasil. "Nos Estados Unidos ele [o Camry] é mais esportivo. No Brasil deve seguir as linhas europeias, como o Corolla", disse Steve St Angelo, presidente-executivo da Toyota para América Latina e Caribe. Isso pode indicar que o modelo americano não vai desembarcar por aqui. A solução para o Brasil seria esperar uma mudança de geração do Toyota Camry europeu, que é feito na Rússia, para então ter o sedã atualizado. Voltando ao mercado americano, o Camry é essencial para a Toyota. Nas vendas, ele só perde para a trinca de picapes, RAM, Silverado e a líder, F-150.
Na oitava geração, o Toyota Camry passa a utlizar a plataforma TNGA (a mesma de Corolla, Prius e C-HR). Também há dois novos motores: um V6 3.5 com injeção direta e um 2.5 de 4 cilindros - este último também será usado na versão híbrida. E nesta oitava geração, a montadora quis deixar a imagem do sedã mais jovem. Tanto que as linhas conservadoras foram deixadas de lado, para incluir lanternas e faróis repletos de vincos e formas irregulares e até teto pintado de preto. Na frente, a parte da grade que leva o logotipo da Toyota forma um V. O novo Camry será oferecido em quatro versões: LE, XLE, SE e XSE. Enquanto as duas últimas possuem proposta esportiva, a XLE é a mais luxuosa.
FONTE: Rafael MiottoDo G1, em Detroit (EUA) - O jornalista viajou a convite da GM / http://g1.globo.com/

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Raridade única: Conheça o Opala Diplomata 1988 (que ainda está 0 km)

Postado por  - AntigosClássicosNostalgia
Fonte: autovideos.com.br
O Chevrolet Opala é um dos maiores mitos da nossa história automotiva. Isso não é novidade. Agora imagine como é a sensação de encontrar um exemplar ainda 0 km, com selos originais e até plásticos nos bancos? É uma raridade desse nível que você vai conhecer nas fotos e vídeo abaixo, que mostram um inacreditável Opala Diplomata 1988 4.1 S que ainda está preservado como novo. Essa verdadeira preciosidade encontra-se numa concessionária da GM, chamada Caxangá Veículos, na cidade de Recife. Mas vale destacar que ele não está à venda, ficando apenas exposto. De acordo com seu hodômetro, o carro rodou apenas 70 km até hoje, lembrando que o carro já possui quase trinta anos.
Além do fato de manter-se como novo, esse Opala Diplomata Coupé, com duas portas, é bastante raro por ser um dos últimos produzidos pela Chevrolet com essa configuração. Como é possível observar nas imagens, a belíssima pintura está muito bem preservada e as peças permanecem originais (excetuando a bateria, que evidentemente já foi trocada). O valor histórico de um carro nessas condições é realmente extraordinário.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Os mais vendidos do Brasil. Veja abaixo a lista dos 50 modelos mais emplacados (automóveis e comerciais leves) no Brasil no acumulado de janeiro a dezembro de 2016, segundo dados da Fenabrave.

O mais vendido do Brasil em 2016
Mais um destaque... HB20, o segundo mais vendido do Brasil
Veja abaixo a lista do top 50 Brasil...
1Chevrolet Onix153.372
2Hyundai HB20121.616
3Ford Ka (hatch)76.616
4Chevrolet Prisma66.337
5Toyota Corolla64.740
6Fiat Palio63.996
7Renault Sandero63.228
8Fiat Strada59.449
9Volkswagen Gol57.390
10Honda HR-V55.758
11Jeep Renegade51.567
12Hyundai HB20S46.023
13Volkswagen Fox43.727
14Fiat Toro41.283
15Volkswagen Up!38.354
16Toyota Etios (hatch)37.974
17Fiat Uno34.626
18Toyota Hilux34.031
19Volkswagen Saveiro33.951
20Fiat Siena / Grand Siena33.478
21Toyota Etios (sedã)29.791
22Fiat Mobi28.731
23Honda Fit28.439
24Ford EcoSport28.105
25Chevrolet S1026.558
26Volkswagen Voyage26.074
27Renault Duster25.373
28Ford Ka+ (sedã)24.663
29Renault Logan23.707
30Chevrolet Spin22.982
31Chevrolet Cobalt22.466
32Nissan Versa21.897
33Honda Civic20.857
34Nissan March18.376
35Ford New Fiesta (hatch)16.986
36Ford Ranger15.812
37Honda City15.422
38Chevrolet Montana14.769
39Renault Duster Oroch14.245
40Toyota SW412.168
41Chevrolet Cruze (sedã)12.064
42Citroën C311.824
43Chevrolet Classic11.530
44Hyundai Tucson11.203
45Renault Clio10.869
46Peugeot 20810.768
47Nissan Kicks10.712
48Peugeot 200810.692
49Hyundai ix3510.226
50Mitsubishi L2009.943

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Renault R8 Gordini - modelo baseado no Dauphine. Uma bela história: acompanhe...

Em Junho de 1962 a Renault apresentou o Renault R8. Este foi um modelo baseado no Dauphine (modelo este que já derivava do 4CV). Isto significa que o R8 tinha o mesmo chassi que o Dauphine, com motor traseiro, um pequeno passo atrás se considerarmos que o R4 com motor dianteiro e corpo "hatchback" tinha sido lançado um ano antes. Mas mesmo assim este modelo tornou-se muito popular, tal como o Simca 1000, introduzido em 1961, que se tornaria o grande rival do R8.
Ao contrario do Dauphine, que tinha um corpo muito arredondado, o R8 tinha um design muito angular. O carro tinha, como a maior parte dos modelos franceses, quatro portas. Com este corpo o R8 tinha uma aparência bastante moderna. O R8 recebeu um motor novo, com 956 cm³ e 44 CV de potência. Este motor era fabricado em Cléon (Norte de França), e consequentemente estes motores são denominados de Cléon. Era um motor moderno, com cinco rolamentos principais, cabeça de motor em liga metálica, camisas de pistom lubrificadas, e um sistema de refrigeração selado e pressurizado. Este sistema tinha tido a sua estreia num automóvel um ano antes, no R4. O R8 tinha discos de travão nas rodas da frente e de trás, uma novidade naqueles dias. Podia-se optar com uma caixa de 3 velocidades, de série, ou uma de 4 velocidades, opcional. A maior parte destas inovações técnicas foi introduzida uns meses antes no renovado modelo Floride - Caravelle.
Em 1964 o novo modelo foi apresentado, o R8 Major. Este carro tinha um motor maior, com 1108 cm³ e 50 CV, e caixa de 4 velocidades de série. Este modelo estava melhor equipado que o R8 normal: detalhes cromados no exterior, pneus de perfil branco, chão do carro revestido em tecido, bancos forrados em vinil com as costas ajustáveis, descansos para os braços nos lugares da frente, cinzeiros atrás, tapetes em alcatifa e luz no espelho interior. Outra novidade em 1964 foi o R8 Gordini. Este carro tinha o mesmo motor de 1108 cm³, mas com 90 CV. Este carro tinha a suspensão um pouco rebaixada. O R8G foi apenas fornecido em azul (a cor Francesa de corridas), com duas riscas brancas no cappot, tejadilho e traseira.
Em 1965 foi disponibilizada em caixa de velocidades eléctrica. Esta era a caixa de série de 3 velocidades, agora comandada eletricamente através de botões no painel. Em 1967 o R8G recebeu um motor de 1255 cm³, com 103 CV. O carro também recebeu dois faróis extra, bem como uma caixa de 5 velocidades. Em 1968 uma nova versão do R8 foi apresentada, o R8S. Esta foi uma versão mais desportiva do R8, com um motor mais potente de 60 CV e 1108 cm³. Este modelo só estava disponível em amarelo, e também tinha os dois faróis extras. O conta-rotações é de série.
A produção do R8G acabou em 1970, em 1971 chegou o fim da produção do R8S. O ultimo R8 foi vendido em 1973. A produção continuou apenas na Espanha, mas por poucos anos. Os últimos R8 tinham para-choques novos e luzes traseiras maiores, bem como tambores de disco nas rodas traseiras. No total 1,3 milhões de R8 foram construídos. O Gordini 1108 chegou às 2.626 unidades, e o R8G 1255 às 8.981.
Foto Clássica

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Peugeot 405 Mi16: o francês que conquistou o mundo - Fonte Revista Quatro Rodas

O popular Peugeot 405 aliou beleza e robustez para conquistar e manter sua influência, nas ruas, estradas e ralis mundo afora

A Peugeot sempre foi conhecida pela qualidade de seus belíssimos sedãs com linhas assinadas pelo estúdio Pininfarina. A parceria teve início nos anos 50 com o modelo 403 e atravessou décadas com os modelos 404, 504, 505 e 604. Trinta anos depois, o fabricante francês manteve a tradição ao apresentar o modelo 405, um de seus maiores sucessos. Com aerodinâmica desenvolvida em túnel de vento, o elegante sedã de linhas retas foi um dos destaques do Salão de Frankfurt de 1987. A produção foi iniciada no mesmo ano, na França e na Inglaterra: sua plataforma era a mesma do Citroën BX e reunia predicados suficientes para encarar concorrentes como Renault 21, Alfa Romeo 75 e VW Passat. A distância de 2,67 metros entre os eixos favorecia o espaço interno do modelo, limitado a 4,4 metros de comprimento e 1,69 de largura. A configuração mecânica era adequada aos padrões da época: tinha tração dianteira, motor transversal de quatro cilindros e comando de válvulas no cabeçote. Movida a gasolina, a motorização XU variava a cilindrada de 1,4 a 1,9 litro.
As dez versões de acabamento evidenciavam sua versatilidade, pois era um automóvel capaz de agradar a taxistas, pais de família e até entusiastas de alta performance. As suspensões eram independentes nas quatro rodas, McPherson na dianteira e braços arrastados na traseira. O acerto era primoroso: confortável, estável e praticamente sem subesterço. Eram tantas qualidades que o 405 foi eleito o Carro do Ano de 1988 pela imprensa especializada europeia. A estrela da linha era a versão Mi 16 S, um dos primeiros franceses a adotar cabeçote com duplo comando e quatro válvulas por cilindro. Com gerenciamento Bosch Motronic, sua potência chegava a 160 cv a 6.500 rpm.
Seu desempenho era marcante: 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e máxima de 220 km/h. Os freios a disco nas quatro rodas já contavam com ABS. Era caracterizado pelas rodas de cinco raios e apêndices aerodinâmicos como defletor dianteiro, saias laterais e aerofólio traseiro. O interior recebia bancos envolventes, volante de três raios e instrumentação completa. E não se tratava apenas de um sucesso de crítica: o advento da versão perua e dos motores a diesel (aspirado e turbo) colaborou para que o carro atingisse a marca de 500.000 unidades em 1989. O milionésimo 405 seria produzido já em 1990: a versão SRi adicionou a injeção eletrônica ao motor XU de 1,9 litro e oito válvulas.
Aos poucos, ele conquistou o mundo: foi produzido depois em Taiwan, Indonésia e Zimbábue e, a partir dos anos 90, Argentina, Chile, Malásia, Irã e Polônia. Foi o último Peugeot exportado para os EUA, país que nunca foi fãs dos modelos franceses. O Mi16 das fotos pertence ao colecionador Marco Buono e é um dos poucos que chegaram ao Brasil entre 1993 e 1998. Mas o melhor ainda estava por vir: seguindo a tendência da época, o 405 passou a oferecer tração integral, útil em pisos de baixa aderência como neve e lama. A suspensão traseira tinha altura nivelada automaticamente por um sistema eletro-hidráulico. Inicialmente oferecido na versão GLx4, a tração integral foi estendida ao Mi16 (depois renomeado Mi16x4). Este último serviu de base para o lendário T16: o mais brutal dos 405 tinha motor 2.0 turbo, resultando em 200 cv e torque constante de 30 kgfm de 2.600 a 4.500 rpm. A pressão máxima do turbo subia de 1,1 bar para 1,3 bar por até 45 segundos, o que aumentava a potência em 10%. Seus concorrentes eram o Vauxhall Cavalier Turbo, Alfa Romeo 155 Q4 e Audi S2, mas não fazia feio diante de um BMW M5: final de 235 km/h e 0 a 100 km/h em 7,1 segundos. Tinha suspensão mais baixa e rodas aro 16 com pneus 205/50. Foram produzidas pouco mais de 1.000 unidades, dez delas destinadas ao patrulhamento policial nas rodovias francesas. Diversos avanços foram sendo incorporados no sedã ao longo dos anos: freios ABS para todas as versões, airbag duplo e transmissão automática de quatro velocidades. Foram nada menos que 2,5 milhões unidades comercializadas nos dez anos da produção francesa: o número total continua a ser contabilizado, pois o 405 ainda está em plena produção no Irã e no Egito.

Confirmado: versão GTi do Up! já roda como protótipo - Forte: Revista Quatro Rodas

Modelo terá 115 cavalos, suspensão e freios modificados e deve chegar ao mercado em 2018

Os rumores surgidos no inicio de junho de que a Volkswagen estaria preparando uma versão GTi do subcompacto Up! foram confirmados pela publicação inglesa Autocar. E não apenas isso: jornalistas já andaram no protótipo do carro adiantando o que vem por aí.

Ele será equipado com o motor 1.0 TSI com turbo e injeção direta, em uma configuração intermediária entre o utilizado no Up! por aqui (com 105 cv e 16,8 mkgf) e o que equipa o recém-lançado Golf 1.0 (125 cv e 20,4 mkgf). O protótipo teria, no momento, 115 cavalos – o torque não foi divulgado. Com câmbio manual de seis marchas, a Volks fala em uma aceleração de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos, número que deve baixar caso haja a opção de câmbio de dupla embreagem DSG. Além dos 10 cavalos a mais que o Up! TSI, o futuro GTi terá uma preparação mecânica à altura da sigla mágica. Alguns componentes vieram do Polo, como os discos ventilados e a caixa de direção. A suspensão foi rebaixada em 15 mm e sofreu várias modificações nos braços, amortecedores e molas.
Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/