A participação dos carros em grandes filmes do cinema mundial, é muito mais do que apenas objetos ou transportes, eles tem um grande papel, e as vezes até mais que isso, são os personagens principais, como no caso de Cristine e Herbie. Veja 18 lindos carros que tiveram participação nos filmes ou seriados.
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
DKW Caiçara - Mais um Clássico Nacional, para homenagear a Independência do Brasil. Por Quatro-Rodas.
O modelo é o retrato de uma época em que o carro ainda era um bem de consumo restrito a um público exclusivo
O conceito do carro pé
de boi, depenado de equipamentos, surgiu em 1965. Com a crise que assolava o
Brasil, o governo resolveu reduzir impostos e criar um financiamento de 90% do
carro. As montadoras responderam com versões despojadas de seus modelos de maior
sucesso: assim surgiram Volkswagen Pé de Boi (que viraria sinônimo do
segmento), Willys Teimoso, Simca Profissional e DKW Pracinha. Mas poucos sabem que, três
anos antes, a Vemag já havia investido nessa ideia, com o objetivo de ampliar
seu mercado. A Pracinha, uma versão simplificada da perua Vemaguet,
simplicidade própria: o estofamento vermelho contrastava com o volante preto, o
quebra-sol era só para o motorista, o porta-luvas perdia a fechadura com chave
e não havia sinal do rádio. Só as portas recebiam forração: as laterais dos
passageiros de trás e o porta-malas permaneciam expostos. Mas, enquanto a
Vemaguet trazia uma luxuosa porta traseira bipartida, a da Caiçara era
inteiriça, com sistema lateral de abertura.
Custando cerca de 40%
menos que a Vemaguet, a Caiçara havia sido apresentada em 1962: a carroceria não ostentava frisos e os
cromados se limitavam a espelho retrovisor, maçanetas e aros dos faróis.
Contorno da grade, para-choques e rodas eram da cor do carro, ou seja, bege ou
azul-claro. As calotas pretas pareciam sobras de estoque: eram as mesmas que
equiparam os DKW até 1960.
O interior tinha uma simplicidade própria: o estofamento vermelho contrastava com o volante preto, o quebra-sol era só para o motorista, o porta-luvas perdia a fechadura com chave e não havia sinal do rádio. Só as portas recebiam forração: as laterais dos passageiros de trás e o porta-malas permaneciam expostos. Mas, enquanto a Vemaguet trazia uma luxuosa porta traseira bipartida, a da Caiçara era inteiriça, com sistema lateral de abertura. Apesar do aspecto franciscano, ela mantinha as virtudes da Vemaguet: o motor de dois tempos e três cilindros tinha apenas oito peças móveis (virabrequim, eixo da hélice do radiador três pistões e três bielas), o suficiente para levar seis adultos e sua bagagem. O câmbio manual de quatro marchas era sincronizado e seu comportamento dinâmico, notável, graças à tração dianteira e à suspensão independente nas quatro rodas.
Os acessórios acabavam
sendo adquiridos nas concessionárias: tapetes (de borracha ou juta) para o
interior e porta-malas, luz de cortesia, vidros traseiros corrediços,
porta-luvas e bocal de combustível com chave e, para finalizar, uma boa dose de
cromados em frisos, calotas e parachoques. A maioria das Caiçara foi
descaracterizada por esses banhos de loja, tornando ainda mais difícil
encontrar atualmente um exemplar em seu estado original. É o caso deste modelo 1962, que pertence a
um colecionador paulista, entusiasta dos DKW: "A Caiçara é tão rara que
para requerer a placa preta foi preciso encaminhar documentação histórica ao
Denatran, para comprovar que o modelo existiu. Só após meses de espera foi
criado um código específico para a versão". De fato, a ideia de popularizar
um bem de consumo que ainda era símbolo de status não deu certo: apenas 1 173
Caiçara foram produzidas até 1964. Beneficiada pela linha de crédito estatal, a
Pracinha teve melhor sorte mais tarde, provando que o conceito pioneiro da
Vemag estava alguns anos à frente de seu tempo. Fonte: Revista Quatro-Rodas
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Alaskan. Renault lança outra picape média, que pode ser feita na Argentina - Por, Auto Esporte.
Alaskan será maior do que a Oroch, que chega ao Brasil em outubro. Fábrica em Córdoba pode produzir modelo, que será lançado em 2016.
Se antes a Renault não atuava no segmento de picapes, em menos de um ano, a marca terá dois modelos no mercado. Depois de mostrar a Oroch como conceito no Salão de São Paulo, em novembro passado e confirmar o lançamento no Brasil para outubro deste ano, a marca francesa acaba de apresentar o conceito Alaskan. A picape média será um produto global, com lançamento previsto para o primeiro semestre do ano que vem. Ao contrário da Oroch, que tem visual derivado do SUV Duster, a Alaskan tem visual próprio, baseado na identidade da marca. A dianteira, por exemplo, traz o grande logo da Renault como principal elemento. Os faróis são afilados, contornados por luzes de LED, enquanto a grade recebe três filetes, e tem proporções modestas, comparadas a outros modelos.
As únicas informações mecânicas disponíveis são as opções de motor para o conceito: dois quatro cilindros biturbo diesel, já presentes na van Master. De acordo com a Renault, o veículo poderá ser usado tanto como veículo de carga, como lazer e até automobilismo. Ele poderá levar cinco passageiros, além de 1 tonelada de carga.Parceria com a Mercedes - A picape poderá ser produzida na Argentina. Isso porque a aliança Renault-Nissan tem uma parceria com a Mercedes, e a marca alemã já anunciou que terá uma picape do mesmo porte, com previsão de lançamento para o final da década. Ela será feita na planta da cidade de Córdoba, junto com a nova geração da Nissan Frontier.
Detalhe rápido: Renault Duster Oroch
Utilizando a base do SUV Duster, o modelo teve entre-eixos aumentado. Com opções de motores, 1.6 e 2.0, a picape terá suspensão multilink no eixo traseiro e chegará primeiro apenas com tração 4x2. A Oroch apareceu no Salão de São Paulo 2014, como um carro-conceito, e agora foi revelada com seu desenho final. O modelo é a primeira picape da marca francesa e estreia um segmento sem concorrentes. Com 4 portas e espaço para 5 pessoas, a Duster Oroch vai cobrir um espaço entre as picapes pequenas (Fiat Strada, Volkswagen Saveiro) e as grandes (Chevrolet S10, Ford Ranger, ToyotaHilux, etc).
sábado, 22 de agosto de 2015
Brasinca GT 4200 Uirapuru - 100% brasileiro. Um carro muito pouco conhecido pelos jovens amantes dos carros. Revista Quatro-Rodas.
Os pequenos Willys
Interlagos, com seus motores de 845 cm3, brilhavam nas pistas e nas ruas. Eles
eram o que tÍnhamos em matéria de nacionais esportivos, até a primeira da
década de 60. Diante da escassez de opções, o espanhol Rigoberto Soler percebeu
uma oportunidade e convenceu a direção da Brasinca, fábrica de carrocerias para
ônibus e caminhões, a fazer um carro que tivesse desempenho alinhado ao de
similares estrangeiros. Após obter
sinal verde, sua opção foi desenvolver uma estrutura monobloco em sintonia com
componentes mecânicos da linha Chevrolet, que na época era composta de
caminhões e utilitários. E nada de usar fibra de vidro, como o esportivo da
Willys: o Brasinca 4200 GT, também conhecido pelo nome de Uirapuru, como era
chamado na fase de projeto, teria carroceria moldada em aço. Ao ser apresentado
no Salão do Automóvel de 1964, o GT era o máximo a que se podia aspirar em
potência nacional.
Ele era equipado com o
eclético motor de seis cilindros em linha - que havia anos movia caminhões e
utilitários GM -, com uma dieta balanceada por carburação tripla SU, inglesa.
Usava câmbio Clark de três marchas e fazia de 0 a 100 km/h sem trocar de
marcha, tudo em primeira! A combinação do câmbio de três marchas e diferencial
longo dava a impresso de o Brasinca ter fôlego infinito.
Ele teve sua produção
descontinuada por alguns meses e voltou a ser fabricado em 1966. Foi fabricado
em três configurações de motor: a versão 4200, com comando original e 155
cavalos, a 4200 S, já equipada com comando de válvulas Iskenderian C4 de 163, e
a mais brava, com 170 cavalos, patrocinados pelo comando E2, da mesma marca.
Tão marcante quanto sua
força contra o cronômetro era o desenho da carroceria. Tanto que, em conversas
de iniciados, corre o mito de que o Museu de Arte Moderna de Nova York, também
conhecido como MoMA, teria um Uirapuru em seu acervo. De fato, isso no passa de
lenda. Outra questão que anima discussões versa sobre a estranha coincidência
de linhas entre o esportivo e o inglês Jensen Interceptor, lançado dois anos
após a apresentação do Uirapuru. As dúvidas fazem aumentar o carisma.
O instigante desenho do
carro não levava em conta a meteorologia. Nos dias de chuva, sair do seu
interior era banho na certa. O recorte das portas, que avança na capota, pode
ser um recurso visualmente interessante, mas pouco prático. Tanto que no foram
poucos os proprietários que soldaram as reentrâncias depois da primeira ducha.
Ainda parado, com a cabine
tomada pelo ronco grave do motor, basta pressionar o acelerador a meio curso
para fazer o carro inclinar. O motorista, situado numa posição baixa, tem à
disposição um arsenal de instrumentos que ajuda a monitorar o carro.
Velocímetro, conta-giros mecânico, amperímetro, marcador de combustível,
pressão do óleo e temperatura de água. O volante Walrod é grande para os dias
de hoje, mas padrão nos anos 60. E seu tamanho se justifica nas manobras sem
assistência hidráulica. Na avaliação feita por
QUATRO RODAS na edição de novembro de 1965, o Brasinca confirmou nos números
sua proposta esportiva. Foram 10,4 segundos para o 0 a 100 km/h e estimados 194
km/h de máxima, teste realizado na Via Anchieta (SP), que apresentava asfalto
em estado precário na ocasião.
A história do carro que
ilustra esta reportagem, contada por seu atual proprietário, é curiosa. Em
1965, a Brasinca, que não tinha nenhum exemplar do carro em seu poder,
conseguiu recomprar o exemplar que você vê, em estado de novo. Com o passar do
tempo, o carro ficou abandonado na fábrica até ser adquirido por um advogado,
que o repassou para o atual dono, o médico mineiro Otávio Pinto de Carvalho.
Formalmente, o carro foi repassado diretamente da fábrica para Otávio, em 1997,
com 30000 quilômetros registrados no hodômetro, pelo valor simbólico de 1 real.
A marca do rádio que está
no painel revestido de jacarandá já foi motivo de orgulho dos mineiros. É um
Jandal, fabricante local que ficou célebre pela qualidade de seus rádios nos
anos 60 e que acabou sendo absorvido pela concorrência. Segundo Otávio, seu
Brasinca tem uma peculiaridade: a vigia lateral se abre, ao contrário da
maioria dos outros. O excepcional estado de conservação do Brasinca não inibe
os passeios de Otávio. "Andar com o carro é um prazer maior que apenas
contemplá-lo", diz.
Pouco mais de um ano após
seu lançamento, a Brasinca desinteressou-se do projeto em função dos altos
custos gerados pela baixa escala. O carro continuou a ser feito pela STV,
empresa de projetos da qual Soler era diretor. No total, até 1967, foram
fabricados 77 exemplares, incluídos na conta os três conversíveis. Foi na segunda
fase que se construiu o célebre protótipo apresentado no Salão do Automóvel de
1966. O Gavião era um modelo experimental para a Polícia Rodoviária que tinha,
entre outras bossas, metralhadoras embutidas na grade, no melhor estilo 007. Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
R$ 12.5 MILHÕES: ESSE É O VALOR QUE SE ESPERA POR ESSA MASERATI EXTREMAMENTE RARA.
Há carros exclusivos – e há o Maserati Boomerang. Isso porque esse modelo tem apenas uma unidade produzida no mundo todo. O Boomerang, na verdade, é um carro conceito desenhado no começo da década de 70 e que participou do Salão de Turin em 1971. No ano seguinte ele esteve em um evento em Genebra, na Suíça, já numa versão totalmente dirigível e com permissão para rodar nas suas. Mas o Maserati Boomerang nunca entrou em linha de produção, mantendo sua tradição nessa peça única de 45 anos. O carro teve seu desenho assinado pelo famoso designer Giorgetto Giugiaro, que, entre outros trabalhos, é responsável pela Ferrari 250, pelo Bugatti 18/3 Chiron, pela Lamborghini Gallardo, e ganhou o prêmio de Designer Automotivo do Século em 1999.
E agora o bólido será leiloado pela Bonhams, famosa casa britânica de leilões. Eles esperam conseguir com essa raridade nada menos do que US$ 2.9 milhões de libras – o que dá cerca de R$ 12.5 milhões. É pouca coisa? Philip Kantor, um dos cabeças da Bonhams, disse: “O Boomerang foi o primeiro carro de seu tempo a criar um estilo tão forte e angular. É considerado por muitos por ser um dos designs mais memoráveis do século XX e o ‘avô’ do Volkswagen Golf Mk1“. O carro foi desenvolvido no chassi do Maserati Bora, e é equipado com um motor V8 que lhe dá 300 cavalos, fazendo com que ele alcance 300 km/h.
Fonte: Felipe Lex - http://www.elhombre.com.br/
Carros para sempre: Fiat 147 – Econômico e eficiente, ele marcou o início de uma nova fase. Mais uma visão sobre o 147 no LeoSuperCars.
Em 1976 a Fiat se preparava para inaugurar sua fábrica no Brasil e iniciar uma nova fase na indústria automotiva. O modelo de estreia por aqui seria um compacto baseado no europeu 127 e, que após diversas modificações e adaptações, chegou batizado de 147. Fonte: www.carro. arplace.uol.com.br
A história começa com o Fiat 127 italiano,
lançado em 1971, e que foi muito bem recebido na Europa. O modelo inclusive
recebeu diversos prêmios foi o carro mais vendido no Velho Continente em 1975.
Nessa época já estava em andamento o projeto da fábrica brasileira da Fiat, e
para inaugurá-la, a marca optou por desenvolver um hatchback baseado no
best-seller Europeu.
O pequeno Fiat chegava ao Brasil com a difícil
missão de competir no segmento de entrada e enfrentar o veterano Fusca, até
então líder absoluto de vendas, além da Brasília e o Chevette. Na Europa o 127
utilizava um motor de 903 cc de conceito mais antigo, mas para o 147 brasileiro
a Fiat optou inicialmente pelo motor 1.050 cc. Apresentado no Salão do Automóvel de 1976, o compacto possuía
mecânica mais moderna que os VW refrigerados a ar e se destacava pela
estabilidade e economia de combustível. O motor quatro cilindros com cabeçote
em alumínio acionado por correia dentada era transversal (primeiro carro
nacional nesta configuração) e entregava 57 cv (SAE) de potência máxima. Desta
forma, o modelo da marca italiana conseguia acelerar de 0 a 100 km/h em torno
de 20 segundos e alcançar velocidade máxima de 135 km/h (números praticamente
iguais aos dos rivais VW Brasília com motor 1.6 de dupla carburação e GM
Chevette com motor 1.4). A suspensão era independente nas quatro rodas, robusta
e estável para época. Compacto, ele media 3,63 metros e possuía entreeixos de
apenas 2,22 metros. Seu peso de apenas 790 kg facilitava no uso urbano e
contribuía para o baixo consumo. O interior acomodava bem quatro adultos, graças a posição mais vertical do volante e o assoalho praticamente plano na traseira, o que aproveitava melhor o espaço. O painel de instrumentos era básico e contava com luz de alerta para o baixo nível de combustível e também para a temperatura. O porta-malas tinha boa capacidade auxiliado pelo fato do estepe ficar alojado na frente, junto ao motor. No início, o Fiat 147 não foi bem aceito, pois era considerado pequeno. Também havia o problema da baixa durabilidade da correia dentada e isso sem falar do câmbio, que apresentava certa dificuldade para o engate de algumas marchas. A Fiat se esforçava para sanar os problemas, e pouco a pouco, o pequeno 147 foi ganhando mercado.
Em 1977, já haviam as versões L, GL e Furgoneta, mais rústica
destina a frotas. Nesse ano, o 147 adota a para-brisa laminado como item de
série (inédito no segmento) e chega a versão esportiva Rallye, que contava com
faixas pretas na lateral, faróis auxiliares, entrada de ar no capô, rodas
esportivas, spoiler e um novo motor 1.3 de 61 cv (SAE). Internamente, destaque
para o cinto de segurança dianteiro de três pontos e painel mais completo,
inclusive com conta-giros. No ano seguinte, foi lançada a pioneira versão pick-up, a
primeira derivada de um carro de passeio por aqui. Era capaz de transportar
razoáveis 650 litros em sua caçamba e suportava carga máxima de 380 kg.
Para a linha 1980, o 147 passava por sua
primeira reestilização, adotando uma nova frente, dessa vez a mesma usada pelo
Fiat 127 europeu. A mudança trouxe novos faróis, luzes de posição e piscas nas
laterais, grade frontal maior, capô redesenhado e pará-choques em plástico
polipropileno. A versão de topo GLS também tinha o painel de
instrumentos mais completo, como no Rallye, inclusive com relógio e manômetro
de óleo. O acabamento interno era todo em carpete, tinha encostos de cabeça no
banco traseiro, desembaçador traseiro de série e servofreio completavam as
opções. Já a versão Rallye também recebia modificações visuais e carburador
duplo, passando a 72 cv de potência e fazendo de 0 a 100 km/h em 17,5 segundos
com máxima de 144 km/h. Ainda em 1980, a Fiat lançava a versão perua
Panorama, que tinha teto em dois níveis e capacidade de carga de até 1.440
litros com o banco traseiro rebatido. Nesse ano, o furgão Fiorino ganhava
diversas opções de configurações, inclusive com a cabine mais alta.
Após a reestilização, o Fiat 147 emplacou de vez e assumiu a inédita liderança em vendas no ano de 1981. Pela primeira vez em quase três décadas, o carro mais vendido não era um VW. Nessa época, a Fiat já exportava a perua Panorama e o 147 com o nome de 127D, ambos movidos à diesel e destinados à Europa.
Em 1983 a Panorama ganha uma nova frente e marca passa a
oferecer o Fiat Spazio, uma versão mais refinada do 147 com visual diferente e
acabamento superior. O Spazio tinha faróis e grade dianteira maiores
(antecipando o estilo que seria adotado pelo Fiat Uno, lançado em 1985),
para-choques envolventes, lanternas novas, vidro traseiro maior, molduras
laterais além de repetidores nos para-lamas completando o visual externo. No interior, tudo novo. Bancos com acabamento superior, novos
revestimentos, painel mais envolvente e também a introdução do console central.
Além disso, todos os modelos com motor 1.3 passavam a ter câmbio de cinco
marchas reais, com ganho em consumo e nível de ruído na estrada.
Ainda nesse ano, as versões GLS e Rallye são substituídas pela Top e Racing. A versão Top vinha com limpador traseiro, banco bipartido e podia contar com teto solar entre outros itens enquanto a Racing tinha visual mais atual para substituir a Rallye. A Fiat também fez alterações no câmbio para melhorar os difíceis engates que eram alvo de críticas desde o lançamento do carro.
Também em 1983 a Fiat lançava o sedã Oggi, nas versões CS e CSS
(esta com motor 1.4 de desempenho mais forte), que foi produzido por dois anos
e não emplacou em vendas, sendo substituído pelo então Fiat Prêmio. Em agosto de 1984, era lançado o Fiat Uno, novo carro mundial da
marca que trazia inovações e espaço interno sem precedentes na época, mas adotava
o mesmo conjunto mecânico e suspensão semelhante ao 147. No ano de 1986, com o consolidação do Fiat Uno
no mercado, a história do 147 chegava ao fim. Ele foi criticado no início, mas
mudou conceitos na nossa indústria automotiva e trouxe muitas inovações. Foi
eleito o Carro do Ano pela revista Autoesporte em 1978. Na Argentina, por
exemplo, a aceitação foi tão boa que ele continuou a ser produzido até 1996.
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